Bastidores: uniforme errado quase tira craque de jogo da Liga



Recife, 2002. A fase final da Liga Mundial é disputada no Brasil. Os dois grupos ficam em cidades diferentes. Espanha, Holanda e Rússia jogam em Recife contra o anfitrião Brasil, que defende o título conquistado no ano anterior. Em BH, Itália, França, Polônia e a antiga Iugoslávia na briga pelas outras duas vagas na semifinal.

Na capital pernambucana, o time de Bernardinho mostra sua força, com duas vitórias por 3 a 0 sobre holandeses e russos e outra por 3 a 1 sobre os espanhóis.

Em quadra, nenhum susto antes da semifinal. Mas, fora dela, por pouco, um dos destaques do Brasil não fica de fora de um dos jogos por esquecimento.

Ao chegar ao Ginásio Geraldo Magalhães, cumprimento alguns conhecidos do meio do vôlei. Um deles pede uns minutos para voltar ao hotel e resolver um problema grave. Minutos depois, retorna com uma sacola. É a solução para o problema. Dentro dela, a camisa da Seleção com a cor pré-definida que o time jogaria naquele dia. O jogador havia se equivocado e levado o uniforme do jogo anterior, que tinha cor diferente.

Só não me perguntem se era a verde e ele levou a amarela ou vice-versa (rs)

E também não revelo o nome do santo e nem o do anjo da guarda. Prometi a um deles.



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