Força do banco, reação e mais uma decisão



O Brasil está em mais uma decisão do Grand Prix. E em grande estilo. Nesta madrugada, a Seleção derrotou a Sérvia, de virada, por 3 sets a 1, parciais de 20-25, 25-23, 25-14 e 25-23, em Nanjing, na China.

Na manhã deste domingo, às 9h (de Brasília), o time de José Roberto Guimarães enfrentará a Itália, que bateu a favorita China por 3 a 1 (18-25, 25-23, 25-22 e 27-25), em busca do 12º título na competição. Um duelo que poucos previam, visto que o Brasil esteve prestes a ser eliminado pela Holanda e foi salvo pelas chinesas na sexta-feira, enquanto a Azzurra se reestrutura após um modestíssimo nono lugar na última Olimpíada.

Na semifinal, o Brasil contou com grande atuação ofensiva da oposto Tandara, autora de 24 pontos. Foram 23 deles no ataque em 39 bolas recebidas, um ótimo aproveitamento de 59%. Mas não dá apenas para destacar a maior pontuadora neste jogo. Drussylla e Adenízia saíram do banco de reservas (lugares de Rosamaria e Carol, respectivamente) e tiveram atuações importantes. A ponteira anotou 11 pontos, quatro deles em aces e os outros sete no ataque nas 12 bolas que recebeu, outra com aproveitamento beirando os 60%. Adenízia melhorou a performance do bloqueio, além da vibração de sempre, terminando com sete pontos.

Quem também apareceu em grande estilo foi o volume de jogo, uma característica marcante do Brasil.

Outro número importante a ser destacado é a quantidade de erros do Brasil. Foram apenas 12, menos da metade do que o rival (26). Falando em Sérvia, a oposto Boskovic, a principal novidade do time na fase final, foi a maior pontuadora da partida: 32 acertos.

– Este jogo foi um dos melhores que fizemos neste Grand Prix. Não cometemos muitos erros Todas seguiram o que foi pedido, o que nos ajudou, especialmente Tandara e Adenízia. Nós jogamos como um time – comentou a capitã Natália.

Palavras reforçadas pelo comandante José Roberto Guimarães:

– Estou orgulhoso do meu time, que jogou muito bem no saque, bloqueio e na defesa. O Brasil sofreu muito e aprendeu. É bom competir com os melhores times do mundo.



  • Edu

    Talvez a coisa que eu mais apreciei depois da melhor apresentação do Brasil neste GP foi a entrevista da Tandara que provavelmente fez sua melhor partida na seleção como titular num torneio oficial às lagrimas enfim tirando o peso da comparação com a Sheilla como titular e vitoriosa nas campanhas olímpicas. No canto ,aguardando para dar um super abraço, a servia Bjelica sua companheira de Osasco na ultima temporada.Com uniforme oficial sérivo e apos a derrota de minutos de seu selecionado ela não se constrangeu nem um pouco em demonstrar carinho e apoio a verdadeira amiga após a derrota de seu próprio selecionado num torneio classificatório de final.Não e a toa que essa mesmo jogadora servia se debulhou em lágrimas quase inconsolável depois da ultima partida do mundial de clubes que formalizava a partida final de seu contrato e hoje é considerada a estrangeira que mais adaptou e se integrou a realidade do Nestlé .Deixando muita saudade entre companheiras e comissão técnica.

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