Atuação irretocável do Sollys/Osasco, merecidamente na final



Sim, o Vôlei Futuro teve problemas e é inegável que eles atrapalharam muito na semifinal. Mas seria injusto não elogiar o Sollys/Osasco pela classificação para a decisão da Superliga Feminina.

A começar pela estratégia de saque. Sem Sykora, o time de Araçatuba tem uma linha de passe instável com as três responsáveis do setor: Paula Pequeno, Tandara e Stephany. E Luizomar de Moura soube minar o trio, impedindo que a bola chegasse nas mãos de Ana Cristina durante grande parte da partida.

Carol Albuquerque teve uma distribuição quase impecável e mostra-se amadurecida e líder do time.

Além disso, Jaqueline teve uma atuação perfeita. No passe e na defesa, nenhuma novidade. Mas desta vez ela também foi muito eficiente no ataque, suprindo uma atuação mais apagada de Natália, principal válvula de escape do time paulista. Para uma jogadora que passou por cirurgia no decorrer da Superliga, brilhar de forma tão intensa na reta final é um alento, ainda mais sabendo que o próxima rival é a Unilever.

Some-se ainda o volume de jogo de Camila Brait, responsável por iniciar vários contra-ataques do Sollys/Osasco e a atuação quase irretocável de Thaisa para ter mais um 3 a 0 na semi.

Mais uma final entre os times de Rio de Janeiro e Osasco. É a base da Seleção, a maior rivalidade feminina do país e a promessa de um jogaço.



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