Atletas aprovam uso da tecnologia no vôlei



O uso da tecnologia no vôlei (confira post em http://t.co/EIIU0rt) virou assunto entre vários atletas brasileiros nesta segunda-feira.

Para o central Gustavo, o artifício é positivo.

– Tecnologia para ajudar nas decisões da arbitragem num vôlei cada vez mais veloz e difícil de apitar. Tomara que dê certo. Acho fantástico a ideia de a tecnologia poder dar uma mão aos árbitros, que são muito cobrados neste voleibol cada vez mais equilibrado e competitivo. Sou muito a favor e espero que funcione pra que o espetáculo seja o mais justo possível – escreveu o central da Cimed/Sky no Twitter.

O levantador William, do Sada/Cruzeiro, também gostou da novidade, que será testada nas finais da Liga dos Campeões da Europa.

– Com certeza eu sou a favor. O vôlei é um esporte que atingiu níveis de velocidade que estão complicando muito a vida dos árbitros. Acredito que com o uso da tecnologia até os proprios árbitros irão se sentir mais confiantes e seguros na hora de uma bola duvidosa. São bolas que podem decidir um ano de planejamento de um clube – disse ao blog.

Já o ponta Murilo, do Sesi, outro favorável à mudança, lembrou de uma situação vivida com a Seleção Brasileira, na Polônia, com a possibilidade de checagem do replay.

– Tivemos uma experiência em 2010 na Polônia. Fiz o desafio no tie-break, mas não mostrou no telão e confirmaram o ponto para a Polônia. Naquele caso (14 a 14 no tie-break) não mostraram o ace, nem eu pude ver. Mas nas outras funcionou muito bem – contou.

Esse é um ponto importante. Poucos ginásios mundo afora possuem telão que permita que o público presente no local e todos os jogadores revejam o replay. A observação do lance ficará restrita mesmo ao capitão e ao segundo árbitro, na maioria esmagadora das vezes.

Por fim, o central Vini, do Vôlei Futuro, comemorou:

– Aleluia!

Mais tarde, postarei mais comentários de atletas sobre o assunto.



  • Afonso (RJ)

    Como já disse antes, acho o uso da tecnologia como auxílio à arbitragem um recurso muito bem vindo. Mas volto a frisar: quem vai ser o responsável por fornecer essa tecnologia? Os canais de TV que porventura estiverem transmitindo a partida? Como seria feito esse acordo? Acho bem provável que as TVs tentem tirar partido, alegando estarem prestando um serviço. É possível que queiram algo mais em troca.
    Resumindo: A princípio sou a favor da tecnologia, mas temo pelo vôlei se colocar ainda mais à mercê das emissoras de TV. Aguardemos para ver em que pé ficam as regras e as negociações.

  • ???

    Se esta tecnologia já estivesse disponível na Superliga deste ano, o clube COMED já estaria sem moral com o público e patrocinadores. É uma vergonha o que tem acontecido de favorecimento com este time. Os jogos contra Montes Claros e Vivo Minas foram vergonhosos em termos de arbitrágem. Pois TODOS os pontos duvidósos e até mesmo os óbvios foram dados para a CIMED. Eu não sei o que está acontecendo, só sei que é uma vergonha. Agora, imagine só se isto acontece contra o Vôlei Futuro, no jogo de quinta-feira! Logo o Vôlei Futuro que tem dirigentes loucos e apaixonados. Vai ter quebradeira! Esperemos!

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