As semifinais



Duelos entre Europa x América pelos dois lugares na decisão do Mundial.  Admito que estou um pouco surpreso, mas vamos lá.

Começo com o que começará mais cedo, ao meio-dia, no sábado: Cuba x Sérvia. Os caribenhos parecem mais maduros do que os prognósticos mais animadores previam. Venceram com autoridade o Brasil na primeira fase e garantiram a vaga entre os quatro melhores do planeta superando a Bulgária, de virada, que saiu toda risonha de Ancona dizendo que os brasileiros tinham medo dos cubanos. Pelo momento, é para ter muito respeito mesmo com Leon, Leal, Simon, Camejo & Cia. Eles são fortíssimos no ataque e não se desestabilizam tão facilmente na reta final dos jogos. Time ainda novo, mas com muito potencial. No outro extremo da faixa etária é a Sérvia, que também não deixa de ser surpreendente.  A força está nos vovôs Nikola Grbic e Ivan Miljkovic, remanecentes da conquista olímpica de 2000, em Sydney. É um time mais acostumado com decisões.

Já Brasil x Itália é o jogo que todo mundo queria ver no Mundial. Pelo lado verde-amarelo, os jogadores estão engasgados com o regulamento que permitiu um caminho com poucos percalços para a Azzurra. Para chegar à terceira final consecutiva, será preciso fugir das provocações de Vermiglio e Mastrangelo,  ter sempre a vantagem no início dos sets para não deixar a torcida local no PalaLottomatica, em Roma, e jogar com Brasil: alegria, volume de jogo e velocidade no ataque. Os italianos, por sua vez, vão no embalo de sua panela de pressão e querem provar que a Seleção de Bernardinho não é imbatível.  Fei não é mais o mesmo dos últimos anos, Savani é o mais regular no ataque, Marra é um líbero inexperiente, mas a dupla Vermiglio/Mastrangelo dá o ritmo do time, dentro e fora de quadra.

Palpites?



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