As semifinais do Mundial



Brasil x EUA – 12h30

O jogo que muitos esperavam para a decisão acontecerá na semi. Duelo que reúne as duas seleções mais técnicas do vôlei mundial atualmente. E, por isso mesmo, muita gente vai acabar tratando a partida como final antecipada.

Pelo peso do jogo, sugiro que prognósticos não sejam feitos pelo histórico recente de duelos entre os dois times. E muito menos pelo jogo que as equipes reservas fizeram na fase anterior. Vale mais analisar pelo viés (de alta ou baixa) do momento das peças-chave.

Thaisa/Fabiana vs  Harmotto/Akirandewo: As brasileiras são mais eficientes no ataque e têm mostrado um bloqueio bem mais pesado.

Sheilla vs Murphy: a experiente brasileira cresce em momentos decisivos. Já a jovem americana, com muito potencial, não tem enchido meus olhos neste Mundial.

Jaqueline/Garay vs Hill/Larson: o jogo pode ser decidido aqui. As brasileiras estão bem mais regulares (falo em passe e ataque), principalmente por Larson ter perdido parte da competição por problemas físicos.

Dani Lins vs Glass: se a Dani “de Londres” voltar a aparecer, a velocidade da americana pode ficar em segundo plano. Em vários momentos da terceira fase, vi Thompson ter atuação melhor do que Glass. Ou seja: a brasileira parece bem mais confiante do que a rival.

Camila Brait vs Banwarth: a líbero brasileira está jogando demais até aqui.

Pelas minhas contas, dá Brasil. Mas não tão fácil quanto os duelos individuais se mostraram.

Itália x China – 16h

Eu não acreditava na Itália na terceira fase e já escrevi isso aqui. Mas, agora que chegou à semifinal, passando por Rússia e EUA, ainda mais jogando em casa, é franca favorita. Certamente, caso dê Azzurra x Brasil, os pedidos dos organizadores terão sido ouvidos pelo homem lá de cima.



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