As semifinais do GP



Depois de 24 horas de viagem estou em Gstaad, na Suíça, onde neste sábado acontecerá o sorteio dos grupos dos torneios olímpicos masculino e feminino de vôlei de praia (venho a convite da FIVB, para deixar bem claro a todos).

Nos aviões sem wi-fi foi impossível acompanhar os jogos que definiram as semifinais do Grand Prix. E vejo que a China realmente caiu  fora após perder por 3 a 0 para os Estados Unidos, enquanto a Rússia, após dois sets equilibrados, conseguiu superar a Tailândia e se colocar na briga por medalha.

Bicampeã olímpica terá reencontro com várias ex-companheiras de time (Divulgação)

Bicampeã olímpica terá reencontro com várias ex-companheiras de time (Divulgação)

Neste sábado, o Brasil busca seu lugar na decisão diante da Holanda. Um jogo que reúne dois técnicos muitos próximos (Zé Roberto e Giovanni Guidetti), Sloetjes e Sheilla, parceiras porém concorrentes pela vaga de titular no Vakifbank (TUR) nos últimos anos, além de uma provável prévia de cruzamento para as quartas de final da Rio-2016.

Não creio em jogo fácil, por mais que seja tentador falar isso ao evitar o confronto com a China. A Holanda vem crescendo nos últimos anos, possui atacantes fortes e está empolgada em buscar o melhor resultado de sua história.

Do outro lado, EUA e Rússia. Rivalidade das antigas, mas jogo que apresenta um desnível técnico grande atualmente em favor das americanas. Se Goncharova não ganhar ajuda não vai conseguir ganhar sozinha do fortíssimo elenco dos Estados Unidos.



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