As derrotas nos EUA e o futuro de Jaqueline



A Seleção Brasileira feminina terminou a série de amistosos contra os Estados Unidos sem vitória.

Na madrugada de domingo, novo revés por 3 sets a 2. E agora José Roberto Guimarães irá usar as observações que fez para definir o grupo que iniciará a disputa do Grand Prix, que servirá como preparação para o Campeonato Mundial da Itália.

A grande pergunta é: Jaqueline terá espaço entre as 14 jogadoras?

Difícil ter certeza antes do retorno da delegação para o Brasil. Mas as portas, que sempre estiveram abertas para ela mesmo depois da inativiade pré e pós-gravidez, ficaram bem mais fechadas após o episódio do aeroporto.

Ouvindo gente próxima ao grupo brasileiro, alguns detalhes a mais sobre o caso.

Com o primeiro voo para os Estados Unidos cancelado, a delegação se hospedou em um hotel próximo para viajar no dia seguinte. A jogadora, então, pediu para dormir em casa, com o filho. Zé Roberto pediu para que ela permanesse com o grupo, mas Jaqueline insistiu em sair, contrariando a posição do treinador. E a relação, assim, pode ter desandado de vez.

Jaqueline era uma opção tática importante na Seleção, principalmente pelo volume de jogo. Zé Roberto, agora sem Fabi, poderia sempre fechar o grupo com uma líbero apenas (agora Camila Brait) e usar a ponta como uma opção de emergência. Pode perder essa oportunidade e ter de convocar uma líbero reserva ou moldar uma outra atacante, mais passadora, nesta função. Vale lembrar que nos EUA estavam Fernanda Garay (tem bom passe), além de Natália e Gabi (essas mais instáveis no fundamento). Não incluo Tandara nesta lista, por ela ainda estar se recuperando de contusão.

 



  • manu

    Finalmente alguém fala o que ouve. Não sei quem esta certo. Acho que os dois poderiam ter cedido, o que custa o Zé deixar uma mãe dormir com o filho pequeno já que estavam na mesma cidade. Mas o que custa a Jaqueline seguir a recomendação do técnico da seleção afinal seria só uma noite né?
    Uma pena porque acho que ela ainda seria necessária.

    • marcos aurelio

      Concordo plenamente com a Manu. Talvez tenha faltado bom senso entre as partes porém, falar de fora é fácil. Díficil fazer um julgamento dessa forma. O certo é que só quem perde é o Brasil !!!!

    • aline

      Assim como levamos 7×1 no futebol e perdemos para Italia, Polonia E Iran EM CASA no volei masculino, o BRASIL ESTA CARENTE DE NOVOS TALENTOS!!!
      JAQUELINE EFABIZINHA NAO POSSUEM SUBSTITUTAS A ALTURA NA SELECAO!!!

  • Roberto

    Vamos parar com essa bobagem de que as americanas amarelam, disso, daquilo, que na hora h elas tremem, porque um tempo atrás, eu me lembro muito bem quem amarelava, tremia, 24 x 19, e hoje somos bi campeões, parem com essa idiotice, fato é que, mesmo sem duas das principais jogadoras americanas, Hooker e Tom, nós tomamos 4 x 0, com o que temos de melhor hoje, é preocupante sim, porque a coisa começa assim. Arrogância é uma merda: Preparem-se o hexa está chegando, 7 x 1.

  • Paivano

    Apesar do Brasil ter perdidos os amistosos, creio que deu para o Zé ter um parêmetro de como neutraliza-las.
    Os EUA tenho certeza, promoveu esses amistosos para futuramente nos neutralizar em competições mais importantes.Creio que estas derrotas até foram propositais.Tenho certeza que o Zé escondeu um pouco o Jogo!!!
    Quanto a Jaque, creio que ela será punida por indiciplina!!!!

    • Edu

      Eu assisti os dois últimos jogos no Havai pelo site da Federação Americana de Volei no comodo horário das duas da manhã(por causa do fuso) e se esconderam o jogo merecem ganhar o Oscar coletivo.Basta afirmar que os EUA rodaram bastante sua equipe enquanto o ZRG manteve quase que continuamente 80% da equipe titular campeá olímpica.Ficando apenas de fora a Jaque e a aposentada Fabi.A situação já e procupante.

  • Fabio

    Vixe, se ficar de fora é por merecimento, que a seleção consiga se virar sem ela.

  • Barney

    Dá até pra entender a Jaqueline, principalmente pq ela já teve um aborto uma vez e agora quer ficar o máximo de tempo possível.

    Mas ela precisa entender que está trabalhando em um grupo e que se ela tem o direito a uma regalia, todas elas vão querer ter o mesmo.
    E a partir do momento que você começa a agir dessa forma, há rupturas e problemas.

    A atleta precisa colocar a cabeça no lugar ou vai sofrer com uma aposentadoria precoce.

    É indiscutível que necessitamos dela na seleção. O grupo, a atleta e a comissão técnica sabem muito bem disso. Mas acho que a questão de ser intocável, começa a mudar um pouco. =(

  • Barney

    A questão mais importante agora que são esses amistosos.

    A seleção americana vem MUITO forte pro Mundial e pra continuidade desse ciclo.
    A única posição que os EUA ainda sentem é a saída de rede: A Kelly Murphy não é nenhuma oposta sensacional, mas fez bons jogos contra o Brasil.
    Parece que encontraram uma ponteira para poder substituir a Tom. A Robinson é uma boa aposta pra esse time americana e tem um saque viagem muito bom, tanto quanto a Logan e a Larson. Essa última, indiscutivelmente, está no seu auge e vai dar muito trabalho (como já vem dando).

    A Seleção Brasileira não parece que jogou com muita vontade. Senti um pouco da falta do entrosamento Dani + Fabiana (talvez estejam escondendo isso pra não ficarem muito marcadas), Thaisa sempre muito boa no bloqueio e Garay no auge não tem pra ninguém e ainda chega lá.

    Os problemas estão no resto!!! Sheilla não rendeu NADA nesses jogos e espero que volte a boa forma logo. A Monique vem conquistando o ZRG e fez um ótimo jogo quando entrou, apesar da altura. E a Gabi >>>>>>>>> Natália e isso é indiscutível. Se o passe da Tandara entrasse, teríamos uma seleção praticamente imbatível. Mas nem tudo é do jeito que queremos.

    Vamos ver como as coisas vão acontecer no Grand Prix, que vai ser uma competição bastante difícil nesse ano.

  • Edu

    Esta meio esquisita essa condução de grupo.Levaram uma renca de jogadoras para os amistosos e praticamente se manteve a equipe campeã olímpica na quadra.Numa atitude meio incompreensível colocaram em algumas inversões a Fabíola sacando e fazendo o fundo de quadra(talvez pela ausência da Jaque) e a Ana Tiemi levantando na rede.Acharia mais ousado e prático para definir as levantadoras que cada uma disputasse um set de cada partida e não haveria a pressão da transmissão ao vivo pela televisão pois o resultado final obtido foi ruim.Na transmissão da internet se posicionou a câmera centralizada na extremidade direita da quadra.Então se observava ao mesmo tempo,nessa perspectiva, os dois sistemas táticos.No Brasil, quando a recepção ficava prejudicada era visível a confusão entre as jogadoras que esbarravam e tropeçavam uma nas outras.Nos EUA tudo era mais organizado e favorecia o passe que com velocidade vencia o bloque que mal começava a se formar.Só a Garay , do lado brasileiro, foi regular e se destacou melhor.Os EUA rodaram constantemente várias jogadoras.Quanto ao assunto Jaque deve ser resolvido de forma interna.Sinto que ela esta meio indecisa se leva a frente sua carreira de atleta.Talvez esteja frustrada em não conseguir retornar rapidamente a jogar em alto nível.E quanto mais tarde ela retomar a intensidade dos jogos e treinamentos maior será o seu período de dificuldades na readaptação.

  • ccs

    Sinceramente nao entendo esse ZE MANE…ele e do tipo de cara que não pode ser afrontado…vc não ver a briga particular com Mari so porq peita ele..e leva essa nanicas que nao chega a uma Mari so com uma perna só.

  • Logan Tom

    Sempre defendi a Jaque. Nunca gostei que a chamassem de “Jaquetoco”, porque sei que ela tem suas limitações no ataque, mas sua contribuição para o passe e defesa no fundo de quadra é incomparável (é claro que ela precisa de ritmo de jogo). Porém, eu também a entendo… teve um filho recentemente e tal, mas acho que ela tem que tomar uma posição: se ela realmente não tiver em condições de deixar o bebê sozinho, que ela converse com o ZRG e acerte a situação. O que não pode é ela ficar nesse “vai, num vai” e a seleção sair prejudicada. Se ela não for jogar o ZRG tem que treinar e dar ritmo de jogo pra outra jogadora e rápido, pois estamos as vésperas do Grand Prix.

  • Rodrigo Coimbra

    Rapaz, a Jaqueline ta exigindo valores para os clubes como se fosse a mesma antes da gravidez, e cheia de vontades que nenhuma outra jogadora pode ter (exceto Sheilla), por isso eu digo e repito… Mari e Paula foram as melhores atletas do ciclo mais vitorioso do vôlei feminino, nunca tiveram privilégios como Jaqueline e Sheilla TIVERAM e TEM.
    Se o passe e o volume de jogo é o que mais preocupa, temos três jogadoras na ordem respectivamente que podem assumir esse cargo: Suelle, Mari PB e Michele Pavão. Acho que a Jaqueline é de grande importância para a seleção mas está atrapalhando o futuro da seleção, tirando o lugar de jogadoras que querem muito defender a amarelinha como Paula Pequeno, Mari Steinbrecher e principalmente Priscila Daroit!!!!

  • Francisco José

    Acho uma bobagem uma atleta do naipe de Jaqueline ser punida por essa atitude. Devia ser chamada a atenção, mas com certeza com ela e na ausência de Sassá — uma ótima jogadora de fundo — ficará difícil o jogo evoluir. Merece sim, ser chamada e ainda ser titular junto com Garay nas pontas. Dani e Scheila (ou Andreia), Fabi e Thaísa. No banco Carol, Adê, Gabi, Suelle, Tander (se estiver bem), Monique, Fabíola e Camila de líbero. Pra mim, esse time tem muitas chances!

  • Mauricio

    So uma correção. Todas as atletas queriam voltar para suas casas já que o próximo voo seria só no dia seguinte no período da tarde, porém a Jaqueline foi mais insistente por motivos óbvios e recebeu um ultimato do treinador. Acredito que faltou tato ao sr. ZRG, o que foi sentido por todo o grupo de jogadoras que, claro, ficaram ao lado da companheira.

  • Mauricio

    Nesses jogos, além do ocorrido no aeroporto, que causou um mal estar no grupo todo, o Brasil estava visivelmente mal preparado. Algumas atletas que ficaram de fora do inicio da preparação não estavam em seu melhor, com excessão da Garay que não jogava desde meados de abril, mas nem parece que parou esse tempo todo. Quanto à competição em sí, os EUA tinham muito mais gana neste jogo do que o Brasil. Elas disputavam jogos em sua casa, com o objetivo de difundir o esporte que é o milionésimo na preferencia americana e por isso jogaram contra o atual campeão olímpico com sangue nos olhos. Quem viu o jogo e assistiu as entrevistas pode notar isso claramente. Nas duas primeiras partidas o brasil foi atropelado, nos EUA saiam as titulares e as reservas se tornavam os destaques do jogo, impressionante a capacidade de desenvolvimento de talento dos americanos. Também impressionante a organização e posicionamento defensivo das gringas, com a bola sempre sendo tocada. E nós com aquela preguiça danada! O negócio é aguardar e torcer para que nosso talento individual supere as dificuldades táticas encontradas nas partidas e que sempre tenhamos por perto algum pobre corcunda pro Zé passar a mão!

    • Edu

      Agora esta na moda, com razão, em elevar o sistema de desenvolvimento do futebol alemão.Nos EUA o campeonato universitário feminino tem mais de sessenta equipes.A própria Logan Tom , depois de reivindicar uma bolsa de estudos na Universidade de Stanford – emprestando sua imagem – sera a nova técnica de vólei da equipe feminina apos a graduação Então são centenas de atletas de diversos fenótipos físicos que podem ser avaliados e trabalhados.Alem do que uma premissa do treinamento americano e trabalhar intensamente todos os fundamentos como afirmou o Nalbert numa transmissão.Os EUA, depois do Japão é a equipe que mais defende melhor no mundo.Nas paradas técnicas o Kirally faz apenas uma leve conisderação e deixa para o assistente revelar as estatísticas de cada jogadora e como ela deve contemplar no que esta mais deficiente.No Brasil, parece mais que se conta com a sorte e as chamadas vagas cativas, em certas ocasiões.

  • mario

    Deus do céu! Agora é pracabá. Jaquetoco ainda se achando a última bolacha do pacote, só porque fez um jogo bom em sua vida, na final das Olimpíadas? Oras, faça-me o favor! Mari e Paula fizeram muito mais que isso. Sempre foram penalizadas, ferradas e nunca tiveram qualquer privilégio. Não é nenhuma Gamova, nenhuma Kim, nenhuma indispensável para um time. E se esse ZRG aceitar miss pantene, com todas essas regalias, aí, sim, será o fim definitivo da Seleção. Que não está nada nada bem, aliás, e desse jeito nunca vai conquista o Mundial.

  • Paulo

    Bom, aquele que não pode ser contestado nem o seu santo nome ser falado em vão abriu precedentes para privilégios ao declarar antes de Londres que a Natália era essencial para a conquista do ouro e fez pior ao levá-la sem condição alguma de jogo. Agora uma jogadora que foi campeã na quadra e sem dúvida alguma arrebentou na final, sendo a MVP do jogo se sente no direito de ter regalias também. Acho que a crise interna do grupo não foi resolvida no pós-Londres e aquele cujo o santo nome não pode ser mencionado não é técnico com perfil para resolver crises. Querem exemplos? Veja o que aconteceu com a seleção masculina no ciclo de 96 (pós ouro em 92) e com a feminina no ciclo de 2012 (pós ouro 2008); no primeiro caso os brasileiros pararam nas quartas de finais, no segundo as meninas se toleraram e graças as deuses do esporte Dani Lins não encarnou sua irmã gêmea (a Pani) e o time titular resolveu.
    O que quero dizer é que não acho que a atitude da Jaque esteja correta, embora esteja analisando de fora, mas não acho que o técnico saberá resolver isso. A jogadora precisa decidir seu futuro logo, precisa ser profissional e o técnico tem que deixar as coisas claras o quanto antes.
    Quem poderá substituir Jaqueline à altura? Afinal de contas o passe tem sido o principal problema do Brasil (todos os times da SL sofreram com esse fundamento na última temporada, tanto no masculino como no feminino) e sem passe o jogo do Brasil não flui.

  • Luiz

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    TOMA ZÉ! Criou seu próprio monstro.

    Mari deve estar rolando de rir.

  • aline

    O fato eh que sem FABIZINHA e JAQUE o BRASIL NUNCA SERIA OURO EM LONDRES!!!
    Primeiro Fabi sai da selecao…
    Agora foi a Jaque…
    Quem seria a proxima???
    Ha algo de PODRE NO AR!!!
    Ze Roberto seria o Felipao do volei???

  • Guilherme

    Tudo bem que Fofão é craque e tá fora da seleção. Mas lembremos que o melhor time dos últimos tempos, incontestavelmente, foi o de 2008. Jaquetoco estava lá, só que no banco. As titulares absolutas eram Mari e Paula. Não eram jogadoras de composição e nem exímias passadoras. E dava gosto ver, porque cumpriam o que se espera de verdadeiras atacantes: botar bola na quadra do adversário. Então, chega dessa coisa de tanta defesa a essa moça que se acha insubstituível. Aliás, quando a própria assumiu, ao lado de Natália, a titularidade no Mundial de 2010, de nada adiantou e Brasil amargou derrota pras russas. Se tantos condenam as pontas de 2008, dizendo que quem vive de passado é museu, o mesmo vale pra essa Jaquetoco. Que realmente dá dez a zero nas pontas de 2008: mas nos pitis, no chororô, no marketing pessoal. E nenhuma outa, exceto talvez a eterna promessa, tantas injustificáveis chances e regalias.

  • Mauricio

    O Brasil ter perdido os 4 jogos não significa absolutamente nada muito surpreendente. EUA desde o ciclo passado tem revelado inúmeras jogadoras e tem mostrado volume de jogo impressionante. Perdemos Fabi, Sheilla ainda não está no seu melhor e o Zé não está muito preocupado com isso, visto a ausência dela no último jogo. Durante o GP ela recupera sua forma física. Essa Robinson tem futuro. Ataca forte, joga com garra. A barraqueira da Hooker não faz muito o estilo do Kiraly, e por isso, não creio na volta dela esse ano, mesmo com o

    Se a Jaqueline não retornar, Suelle ou Michelle precisarão ter chances. As pessoas já criticaram muito a Mari pela recepção, mas a Natália é provavelmente a pior passadora que já vi na seleção.

  • Roberto

    Enquanto o Brasil não tiver uma oposta que decida, a Sheilla não é essa jogadora, aliás, eu acho essa garota supervalorizada pela mídia, a seleção vai sofrer muito, falam tanto das ponteiras, mas na minha opinião, elas estão sendo sobrecarregadas, porque não há um desafogo, função que deveria ser feito pela oposta, que está ali só pra atacar.

  • powhitchys

    Pra mim é simples, não sei o que aconteceu mas…
    A Sheilla não está rendendo o que se espera,
    A Tandara está se recuperando de lesão,
    A Andréia ainda não teve uma chance de mostrar se realmente serve para seleção,
    A Monique está um pouco acima das outras três,
    Thaísa e Fabiana não rendem por falta de passe,
    Adenisia se vê na mesma situação das outras duas,
    Fernanda Garay tem se salvado e mostrado que merece ser títular,
    Natália é uma horror no passe e tem tomado muitos bloqueios,
    Gabriela também é um horror no passe mas tem sido mais eficiente no ataque que Natália
    Camila Brait é uma exelente libero mas ainda precisa evoluir bastante, portanto:
    Deixar a Jaqueline de fora seria mais uma besteira do técnico, vejamos pelo jogo do Brasil x Republica Dominicana no montreux de volei, ela fez mais pontos que a Gabí que jogou 3 sets jogando apenas dois, nota-se também que a defesa dela continua ótima. Se o zé Roberto pensa mesmo em ganhar o Grand Prix e o mundial precisa mesmo levar: Fabíola e Dani lins, Garay, Natália, Gabriela, Jaqueline, Tandara, Sheilla, Thaísa, Fabíana, Adenizia e Brait… Brigaria pelas duas ultimas vagas somando 14 a Carol, Andréia, Tiemi e Monique… Significaria chances de vencer o Grand Prix, evoluir e vencer o Mundial, caso contrario pode chamar o padre Quevedo pra fazer uma reza e evoluir em 14 dias a Michelle e a Suelle, pos isso é só com milagre!!!!

  • Éverton Costa

    Tenho para mim que tanto a Mari quanto a Paula ainda poderiam render na Seleção Brasileira. Ambas ainda possuem voleibol (e muita experiência) para brigar pela segunda vaga e fazer dupla com a Fernanda Garay. A grande entrave são os problemas pessoais do Zé com ambas (com a Mari por causa do corte antes de Londres e com a Paula por ter declarado ter sido mal aproveitada em Londres). É até compreensível o dilema da Jaqueline, mas ela precisa definir o que ela quer ser da vida dela: ou continuar jogando voleibol ou ser mãe em tempo integral. Ela está há mais de ano sem jogar, sem clube, a Seleção é sua única alternativa ainda viável para se manter em atividade, não pode ela querer se dar ao luxo de querer tudo. Paula foi mãe e nunca abriu mão de defender a Seleção, sempre foi um exemplo de atleta e nunca teve regalias por causa da maternidade. Jaqueline é importante sim, mas não é insubstituível (e alguém precisa deixar isso bem claro para ela).

    • Natália Gabi Promessa.

      Eu fui convocada para a seleção mesmo tido acabado de levantar da cadeira de rodas e andando de muleta. Isso é pra quem pode@

      Sou promessa sim, e vou deslanchar muito, sou o futuro da renovação brasileira.

  • hicham

    prezado daniel acho que a jaqueline precisa estar na seleção de qualquer maneira,pois ela é muito craque. sem ela e na condição de titular absoluta dificilmente o brasil terá sucesso no grand prix e campeonato mundial.outra coisa,o JRGuimarães deveria voltar a convocar a joycinha de novo,pois é alta e ótima atacante você não acha ?

    • Mario

      Respeito opinião e cada um tem a sua. Mas, puxa vida, ela, em plena forma, já foi titular absoluta no mundial de 2010 (quando Mari e Paula estavam machucadas). E nada adiantou. Foi Jaquetoco do começo ao fim. Então, não procede…ainda mais agora, sem ritmo e causando desmantelamento do grupo pelos privilégios sem sentido que tem conseguido.

  • Osmar Cordeiro

    A pergunta que fica a Jaqueline estará em forma física e ritmo de jogo até o mundial ? Vamos torcer

    • powhitchys

      A pergunta que eu deixo é: Qual jogadora está em forma???
      O fato é o seguinte, sem jaqueline, Fabiana e Thaísa não jogam, tornando a vida da Fernanda Garay um lamento só pois terá que passar, defender e atacar!!! Resultado será um sufoco só!!!

  • Rogerio Paivano

    Com todos sabem, a ponteira Jaqueline não viajou para os amistosos nos Estados Unidos, o que gerou dúvida entre os fãs e torcedores sobre o destino da atacante na seleção brasileira.

    O Melhor do Vôlei apurou, com exclusividade, que Jaqueline chegou a ir até o aeroporto com a seleção, mas, por conta de seu filho doente, Arthur, estava receosa em viajar com a seleção. A ponteira, portanto, conversou com José Roberto Guimarães, que a liberou das competições por serem amistosos. Mas a ponteira seguiu treinando aqui no Brasil, no Esporte Clube Pinheiros, juntamente com a líbero Léia, que também ficou no país.

    Após os amistosos, as jogadoras terão uns dias de folga e depois se apresentam novamente em Saquarema, aonde Léia e Jaqueline devem se reapresentar junto com o restante do grupo que viajou para os Estados Unidos.

  • Renan

    O povo gosta de crucificar, não existe rixa nem privilégio. Jaque deixou de viajar porque seu filho estava doente e JRG liberou ela que continuou treinando aqui no Brasil…
    Ela se reapresentará junto com toda equipe, parem de falar dela, precisamos de jaque na seleção e Daniel gosto muito de ti, mas num gostei como colocou esta notícia, ficou parecendo que ela brigou…

    http://melhordovolei.com.br/index.php/noticias/nacional/item/8520-jaqueline-ainda-vestira-a-camisa-da-selecao-saiba-por-que-a-jogadora-nao-viajou-para-os-estados-unidos

    • Daniel Bortoletto

      Minha apuração, Renan.
      Só coloquei o que apurei. Simples assim

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