Ary Graça lança candidatura para assumir FIVB



Notícia importante que acaba de pingar no meu e-mail.

Ary Graça anunciou a candidatura para presidir a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) no período de 2012-2016.

Segundo a nota, ele tem apoio dos presidentes de quatro das cinco Confederações Continentais. Vale lembrar que o próprio Ary comanda a entidade sul-americana. Ou seja, seria lógico que ele apoiasse a própria candidatura.

Saleh Bin Nasser, da Arábia Saudita, Amr Elwani, do Egito, Cristobal Marte Hoffiz, da República Dominicana, que presidem as Confederações da Ásia, da África e da Norceca e da América do Sul, respectivamente, são os demais apoiadores. Essas Confederações compõem 166 das 220 Federações Nacionais dos países representados pela FIVB.

O próximo congresso eletivo será realizado em setembro de 2012, na cidade de Anaheim, na Califórnia, nos Estados Unidos, depois da conclusão dos Jogos Olímpicos de Londres.

Os líderes continentais encontraram o presidente da FIVB, Jizhong Wei, e o informaram sobre a decisão de apoiar Ary Graça, presidente da Confederação Sul-Americana de Voleibol desde 2003, e presidente da Confederação Brasileira de Voleibol desde 1997.

A Europa é a única que não anunciou apoio ao brasileiro.



  • Diogo Márcio

    Contanto que o senhor de olhos puxado deixe de ser o presidente e que torce contra o Brasil. Esperamos sede e finais em outros países, melhorias no campeonanto, organização no calendários, premiação melhor no Grand Prix…

    Caso o Brasil não se classifique para algum torneio da FIVB, já sabemos para quem vai um WildCard!

  • klaus

    Só lamento que caso o Ary Graça seja eleito, perderemos um grande presidente,fundamental para o crescimento do nosso voleibol.Quanto a FIVB, espero que com um novo presidente, ocorram mudanças com relação ao Grand Prix e a Copa do Mundo e países como a Itália deixem de ser tão favorecidos pela FIVB.

  • Daniel

    Pelo menos as armadilhas contra a seleção masculina acabarão. Quanto aos modelos de competição exdrúxulos, que vez por outra nos apresentam, tenho minhas dúvidas. O Ari Graça parece-me aprovar tais bizarrices, vide a superliga em final única. Torço para que pelo menos algumas competições saiam do Japão (todas seria querer demais). E os privilégios para o Japão? Queria ver ele acabar com essa palhaçada de pré-olímpico mundial e asiático juntos no feminino. Vocês já perceberam o tamanho da armação que é isso ai? E os convites? Vamos aguardar.

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