Ary confirma ao LANCE! mudança de pontuação



Esta nas páginas do LANCE! de hoje, com declarações do presidente Ary Graça, a oficialização da mudança na pontuação da próxima Superliga.

– Eu queria ter implantado este sistema antes, mas fui voto vencido, pois ouvi a opinião dos técnicos sobre assuntos extra-quadra. Agora, não vou mais ouvir mais. O mundo está usando isso, a Federação Internacional (FIVB) também. Então, decidi que na próxima temporada vai ser assim e acabou – disse Ary Graça, em entrevista ao LANCE! na sede da CBV, no Rio de Janeiro.

Para alguns que não acreditavam, segue  post publicado neste blog no dia 21 de março.

A CBV já discute mudanças para a próxima edição da Superliga. Uma delas será no sistema de pontuação.

Atualmente, o vencedor de um jogo ganha dois pontos, independentemente do placar. O derrotado fica com um. A impressão que se tem, ao olhar a posição na classificação, é um equilíbrio, que muitas vezes mascara a diferença abissal dos times, principalmente entre os últimos colocados.

Com aval do presidente Ary Graça, o sistema será diferente na temporada 2011/2012, adotando pontuação já usada em competições na Europa. Vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 valerá três pontos. Quem vence no tie-break leva dois, enquanto o derrotado por este placar garante um pontinho. Para mim, é bem mais justo.



  • Felipe Saad

    oi Daniel, vc sabe dizer quais estrangeiras estariam na mira do Osasco?E o Sesi, será que terá mais algum reforço de peso?E Tom, se não for pro VF, poderia ir pro Sesi?

  • Vitor

    Eu lembro desse post. Inclusive você fez uma simulação de tabela já com a nova pontuação. A classificação seria diferente.
    Acho essa nova pontuação mais justa. CBV mais uma vez acertou.

  • Jairo

    Concordo em genero número e grau.

  • Afonso (RJ)

    Esse critério de pontuação me parece um pouco problemático. Permite que um time com mais vitórias fique atrás na tabela de outro com menos vitórias mas mais 3×0. Me recorda a experiência no futebol, quando vitórias por placares mais dilatados conferiam maior número de pontos ao vencedor. Não me parece ter dado muito certo, pois nunca mais foi adotado. Continuo achando que o primeiro critério de classificação seja o número de vitórias, ficando o set average como primeiro critério de desempate. Mas, quem sou eu para afirmar. Afinal ligas e campeonatos importantes usam esse critério…

    A minha opinião, é que a CBV deveria rever o critério de “rankeamento”, o total de pontos permitidos em cada equipe, assim como o número máximo de jogadores com pontuação máxima. Como carioca, torço para o Unilever mas como está, o critério de rankeamento permitiu o Unilever formar um time – pelo menos no papel – muito melhor tecnicamente do que qualquer outro. E o mais interessante, e mais útil para o voleibol, seria um campeonato mais equilibrado. Do jeito que está, parece que a disputa será mesmo pelo segundo lugar.

    Será que essa política visaria a formação de um super time, com vistas às Olimpíadas de 2012? Mesmo sacrificando a competitividade da próxima superliga? É bem óbvio, que para a seleção, seria interessante o melhor entrosamento possível de suas principais jogadoras. Para mim só resta essa explicação, excetuando-se as sempre onipresentes teorias conspiratórias.

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