Após a prata olímpica, a briga pelo bi do Circuito Mundial



Medalhistas de prata da Olimpíada de Londres, Alison e Emanuel iniciarão, nesta quinta-feira, a disputa pelo bicampeonato do Circuito Mundial de 2012, no Grand Slam de Stare Jablonki, na Polônia, última etapa da temporada.

Os brasileiros lutam pelo caneco com os americanos Gibb e Rosenthal. Eles iniciam a competição separados por míseros 80 pontos, a favor da parceria dos Estados Unidos, que disputou duas etapas a mais do que os brazucas.

A matemática do título para Alison e Emanuel é simples: precisam terminar a etapa à frente dos americanos.

Caneco que, se for conquistado, amenizará um pouco da frustração pela derrota para os alemães Brink/Reckermann em Londres. Vale citar que os medalhistas de ouro não estão inscritos na etapa polonesa do Circuito.

– É hora de trocar o chip e pensar no Circuito Mundial. Esta é a última etapa, vale muito para a gente, pois estamos disputando o título e precisamos ter muita concentração, pois precisamos de um bom resultado para não depender de ninguém. Temos que pensar no nosso caminho, jogar o nosso melhor, pensar em cada partida e buscar as vitórias. Estou muito feliz, está sendo um ano maravilhoso, como foi em 2011, foi muito bom poder voltar para o Brasil com uma medalha olímpica em minha primeira participação, receber o carinho da minha família, dos meus amigos e o reconhecimento do povo brasileiro. Vamos lutar com todas as nossas forças para levar mais esse título para o nosso país – comentou Alison.

– Nosso foco é aqui, nesse Grand Slam da Polônia. Estamos vindo de 20 dias maravilhosos em Londres, de uma competição inesquecível, onde conquistamos uma medalha e isso nos dá ainda mais motivação e confiança para lutarmos pelo título do campeonato. Não estamos fazendo contas, não estamos pensando nisso, sabemos das nossas chances, do que precisamos fazer neste torneio. É a última etapa do ano, com certeza será bastante equilibrada, mas temos que pensar em um jogo de cada vez, em jogar bem, em ter tranquilidade e concentração – afirmou Emanuel.



  • Brasileiro

    Não adianta nada ganhar “tudo” e perder o ouro olímpico. O que consagra o atleta é a medalha olímpica. Eu acho que eles tem que para de ficar competindo essas merdinhas e treinar escondido para as próximas olimpíadas que será em casa. Os alemães, atuais campeões olímpicos, quase não participou desses torneios e se dedicou ao jogos olímpicos. Tá igual a Diego Hipólito, ganha mundiais e perde nas olimpíadas, quem é ele? não conheço.

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