Anotaram a placa?



25-19, 25-12 e 25-10.

Nem o mais otimista torcedor da Seleção Brasileira feminina imaginava tais parciais na vitória sobre os Estados Unidos, na abertura da fase final do Grand Prix.

Tudo deu certo de um lado, tudo deu errado do outro. Normalmente, isso pode acontecer em um set, um período do jogo, ainda mais entre times que se conhecem tão bem. Mas desta vez, foi durante todo o encontro. Um domínio total e absoluto do Brasil. Coisa rara de ser ver.

A frase de Zé Roberto resume bem o acontecido:

– Nem no meu sonho poderia imaginar um resultado desse.

O desempenho quase perfeito deve ter impacto nos próximos jogos, principalmente na cabeça dos rivais. Todos, que já respeitam muito as bicampeãs olímpicas, vão respeitar um pouco mais o Brasil. Do lado verde-amarelo, a armadilha é não subir no salto alto e achar que o GP será moleza até o fim.

Por fim, admito que esperava a escalação de Sheilla como titular, mas Zé manteve Monique, que foi usada durante grande parte da competição.  Ele, assim, está ganhando uma nova opção para a posição, dominada há anos pela camisa 13.

 



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