Análise dos Pré-Olímpicos na Alemanha e na Bulgária



Começarão nesta sexta-feira dois quadrangulares que definirão mais duas seleções no torneio masculino olímpico.

Em Berlin, na Alemanha, o time da casa receberá Cuba, República Tcheca e Índia.

No papel, os alemães levam uma ligeira vantagem. Além do apoio da torcida, contam com um time alto (Kromm tem 2,12m, Bohme tem 2,11m, Gunthor tem 2,07m…) e com alguns jovens talentos, como o ponta Kaliberda.

Cuba está enfraquecida e cada vez mais rejuvenescida, com atletas de 17 anos. Para estes, Leon, que fará 19 no mês que vem, é um dos mais “veteranos”. Seguem no time o oposto Hernandez e o líbero Gutierrez, remanescentes do vice-campeonato mundial na Itália, em 2010.

A República Tcheca tem no oposto Stokr, de 2,06m, seu principal nome. Não é um time bobo e vai dar trabalho para alemães e cubanos. Já a Índia, que até tem tradição em Mundiais de base, não ameaça e fará figuração.

Em Sofia, na Bulgária, a disputa reunirá, além do país-sede, França, Egito e Paquistão.

Neste caso, a vaga ficará entre os dois europeus. O Egito até pode roubar um set ou outro dos favoritos, mas não assusta. Já os paquistaneses serão sacos de pancada.

Os búlgaros vivem uma crise institucional, que envolve federação, técnico e jogadores. Possui mais time do que a França, mas pode sentir a pressão pelos últimos resultados e brigas internas. Kaziyski é o cara que desequilibra sempre. A França, de Philippe Blain, não me convence. A começar pelo levantador e capitão Pujol, mais marra do que jogo. Rouzier é o atacante que carrega o time nas costas.



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