Análise das quartas de final no feminino



Fala, pessoal! Nesta terça-feira teremos as quartas de final do torneio feminino olímpico.

Abaixo minha análise (sem o jogo do Brasil) que está nas páginas do LANCE! hoje.

Holanda x Coreia
O time europeu fez uma ótima primeira fase, saindo em segundo no Grupo B, com quatro vitórias e uma derrota no tie-break para os Estados Unidos. Tem mais conjunto do que as coreanas, com potência no ataque – Sloetjes é a maior pontuadora da competição e boa distribuição da levantadora Djikema. Para vencer, a equipe asiática precisa que as companheiras não deixem Kim (Yeon Koung) jogando sozinha.

Holanda pode ser rival brasileira na semi (FIVB Divulgação)

Holanda pode ser rival brasileira na semi (FIVB Divulgação)

EUA x Japão
É o confronto mais desigual das quartas de final. As americanas, invictas ao lado do Brasil, são muito favoritas. Para ter alguma chance de equilibrar o jogo, o Japão precise botar pressão na recepção dos EUA e abrir frente no placar. O time de Karch Kiraly já demonstrou em outras competições que sente muito a pressão em busca de uma virada.

Rússia x Sérvia
O duelo mais imprevisível é o clássico europeu, tanto que o confronto direto em torneios mundiais aponta cinco vitórias russas e quatro sérvias. Mas um detalhe importante: a Sérvia ganhou os dois últimos, sempre no tie-break. Escolas parecidas, com muita força física, bloqueio pesado, mas instabilidade no passe. Quem quebrar o passe do outro dá passo gigantesco para o triunfo.



  • MVP do blog

    Não acho que a vida do Brasil será fácil, mas realmente é muito melhor China e Holanda, do que EUA e Sérvia.
    China parece estar fragilizada, por diversos motivos: grupo com equipes mais fortes, equipe mais nova e que cede as pressões, e dependente de uma jogadora, a Zhu, em suma. Holanda já vencemos no Grand Prix, e também, se formos analisar, é dependende da Sloetjes.
    Ou seja, parece haver uma estratégia mais clara contra essas equipes, do que contra um time técnico e coeso dos EUA ou contra um saque pesadíssimo e ataque matador da Sérvia (acredito que Rússia não vença a Sérvia).
    Mas, ainda sim, Brasil não terá vida fácil.
    China joga rápido, e se o passe do Brasil (com Garay) não sair, Jaque terá papel fundamental, pois a chance de perdermos é alta sem a bola na mão da Dani Lins.
    Resultado, ao meu ver indefinido, nesses jogos, é justamente o jogo do Brasil e China, os outros vai dar Sérvia e EUA.

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