Alterações na regra com o jogo em andamento



Você é a favor da reeleição?

Se eu fizesse essa pergunta semanas atrás, certamente teria o blog inundado por respostas partidárias. Mas, passado o turbilhão da disputa PT x PSDB, o questionamento está direcionado para as instituições esportivas, por mais que sejam possíveis os paralelos com os cargos públicos eletivos.

A minha resposta para a pergunta é sim. É justo alguém que esteja liderando uma federação/confederação ter a possibilidade de se manter no cargo por mais um mandato, concorrendo no pleito seguinte. Você ficou quatro anos, fez um bom trabalho, tem a chance de seguir mais quatro anos. Mas a partir daí, oito anos depois da entrada, precisa haver alternância no poder. É a minha visão sobre o tema.

Infelizmente não é isso que vemos no esporte brasileiro. Carlos Arthur Nuzman, em seu quinto mandato, está à frente do COB desde 1995. Roberto Gesta passou 24 anos na Confederação Brasileira de Atletismo, até se despedir em 2012. São apenas dois dos vários “exemplos” que temos por aqui.

Marcus Vinícius Freire, superindentente do COB e o número 2 no organograma do esporte olímpico brasileiro, vê como ideal o modelo adotado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI): permanência de, no máximo, 12 anos, ou seja, período de três ciclos olímpicos, com a possibilidade de duas reeleições.

Trazendo a discussão para o vôlei. No último fim de semana, a Federação Internacional mudou seu estatuto. Com aprovação dos confederações nacionais, Ary Graça, que tem um mandato de quatro terminando em 2016, poderá, caso reeleito, continuar por mais oito anos, tamanho do novo mandato na FIVB. Fecharia seu ciclo em 12 anos, o número defendido por Marcus Vinícius.  Em defesa da mudança está a regra anterior, que praticamente permitia ao presidente ter um cargo vitalício. O francês Paul Libaudficou no cargo de 1947 (ano de fundação da FIVB) até 1984. O mexicano Rubén Acosta o substituiu e saiu apenas em 2008. Apenas o chinês Jizhong Wei, o terceiro presidente, não se eternizou, passando quatro anos como presidente. Contra a mudança está a discussão do presidente em vigor se beneficiar da modificação aprovada durante a própria gestão.

E este é um ponto importante na discussão. No meu modo de ver, quem está no cargo não poderia se beneficiar da mudança. E isso valeria para o FHC, anos atrás como presidente da República, e para qualquer presidente da federações nacionais e internacionais.

 

 



  • Queline

    Ary desgraça 12 anos na FIVB , vão ser 12 anos fanzendo de tudo pra se vingar do Brasil no vôlei masculino.

  • Billy

    Agora o Ary terá tempo de sobra para continuar as suas MARACUTAIAS no seu cargo de dirigente-mor.É prá acabar mesmo.Dirigente CORRUPTO e prá piorar e nos envergonhar mais ainda-é brasileiro.

  • klaus

    É a lei da conveniência.E agora ele tem um aliado em um site famoso de notícias, então vai mandar e desmandar aqui.

    • Billy

      Esse aliado tem nome(e esse site nem é tão famoso assim-uol) é o Lixo do blog do Bruno Voloch.(jornalista mais do que panaca)

  • Billy

    Prá quem não sabe ainda- o IMBECIL do Bruno Voloch não trabalha mais no uol.Diz ele que vai em busca de novos projetos(no mínimo deve ter sido despedido-sujeito mentiroso e arrogante)

    • A DOENÇA DO VOLEI BRASILEIRO FOI DEMITIDO DO UOL

      Eu vi Billy. Esse mal caráter deve ter sido despedido e fica dando de vítima.

      • Billy

        Isso mesmo.Espero que a grande maioria dos internautas que lá comentam(comentavam)possam estar vindo comentar aqui também,pois tem muita gente legal que comenta(comentava)lá também..OBS: por onde andará o Luiz(mixo e insignificante que nos dá o desprazer de seus comentários FÚTEIS de vez em quando aqui ?)Ele(ela) está sumidinho por esses dias(provavelmente o seu serviço de faxineira esta lhe tomando muito tempo e ele chega no fim do dia na sua casa como um bagaço-que ele já é naturalmente) Abraços…

    • VOLLEY WORLD

      Meus caros Billy e Klaus,

      Vocês estão enganados o IMBECIL do Bruno Voloch, com certeza vai trabalhar na FIVB, juntinho do seu indefectível patrão Ary Graça, ou vocês tem alguma dúvida quanto a isto? Depois de ficar por conta da FIVB por 30 dias na Polônia e mais uns 25 na Itália mas principalmente (trabalhando para o Ary é claro) postando comentários e mais comentários defendo descaradamente o Ary das denuncias do brilhante jornalista investigativo-esportivo Lucio de Castro. Chegavam a beira do RIDÍCULO as postagens do Bruno enaltecendo os feitos (?) do Ary a frente da FIVB, só tem feito besteiras. Interessante é que seria este mesmo Ary Graça que o Bruno Voloch ATACAVA SEM DÓ NEM PIEDADE TEMPOS ATRÁS? É sim é o mesmo Ary Graça, que VERGONHA! Vá Bruno pros quintos dos infernos de preferência agarradinho com o Ary e com o DIABO é óbvio. Ser desprezível este tal de Voloch, já vai tarde!

      • klaus

        É isso mesmo que eu imagino que vai acontecer.Do nada ele parou de criticar o Ary e começou a elogiar.Não tenho a menor dúvida disso.Foi um cala boca da FIBV.

      • Billy

        VOLLEY WORLD eu acho que voce esta coberto de razão.Concordo com tudo.

  • VOLLEY WORLD

    É isto mesmo meus caros Klaus e Billy! Só aqueles fanáticos seguidores do falecido blog dele, pessoas desculpem-me, mas a grande maioria sem o menor discernimento para observar o quanto este tal de Bruno Voloch, era tendencioso, faccioso e até mentiroso, uma “erva daninha” que se serve do vôlei (e se servia do blog do UOL) para descarregar suas invejas, suas vinganças, suas mesquinharias, escrevendo mentiras e inventando coisas para colocar aqueles pobres incautos em discussões desnecessárias e muitas das vezes sem o menor respeito com profissionais vitoriosos, e respeitados como o Bernardinho e como o Talmo, por exemplo. Não passa de um “fofoqueiro”, aliás parece ter sido a inspiração do Agnaldo Silva para compor o THÉO PEREIRA da novela Império, e que jamais será um jornalista como o Renato Mauricio Prado (andou plagiando o Renato, como o famoso “DÁ-LHE” – O Bruno não tem criatividade jornalística), como o Daniel Bortoletto, como o Lucio de Castro, como o José Cruz ou como o Juca Kfouri, que tanto enobrecem esta profissão. Vejam seu próprio histórico trabalhista, não parou em lugar nenhum e sempre saiu pela “porta dos fundos”, brigado e falando mal das pessoas, o que comprova sua total incompetência. Já foi tarde e que fique por lá bem longe do Brasil e do vôlei brasileiro, é um favor!

    • Billy

      VOLLEY WORLD você descreveu tudo muito bem .Sensacional o seu comentário-você se expressa muito bem mesmo.

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