Alguém conseguirá desbancar o Itambé/Minas na Superliga?



Virada a página do Campeonato Sul-Americano feminino, as atenções se voltam novamente para a Superliga Cimed. E a pergunta do título deste post se faz necessária ser repetida.

Algum time conseguirá impedir o Itambé/Minas de conquistar o título nacional?

Candidatos, no papel, não faltam. O atual campeão Dentil/Praia Clube, os tradicionais Sesc e Osasco/Audax, os perigosos Hinode/Barueri e Sesi Bauru. Na prática, porém, nenhum deles está conseguindo manter o nível de jogo do Minas.

E esse ponto é muito relevante quando se fala em playoffs da Superliga. Como não existe mais decisão em jogo único, os rivais terão de ganhar duas ou três vezes do Minas para eliminá-lo. Não basta emplacar uma grande atuação ou ver o Minas jogar mal uma única vez. E isso aumenta demais a dificuldade que os cinco rivais citados acima terão. Vale lembrar que até agora, na Superliga, foi apenas um revés em 18 partidas.

Lavarini é o comandante mineiro (Orlando Bento/MTC)

A equipe de Stefano Lavarini tem mostrado uma consistência impressionante, impulsionada por um sistema de jogo que privilegia a velocidade. Com o passe na mão, Macris imprime um ritmo às vezes alucinante. E fica difícil para qualquer rival anular Natália, Gabi, Carol Gattaz e Bruna Honório. Mesmo quando uma delas não está tão bem ofensivamente, como foi o caso de Gabi na decisão do Sul-Americano contra o Praia, no sábado, o restante do time supre a carência.

Hoje, sem sombra de dúvidas, virou o time a ser batido.



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