Agora com energia. A final da Copa Brasil



Pessoal, bom dia. A luz (ou melhor, a falta dela) me impediu de ver boa parte das semifinais da Copa  Brasil e escrever sobre os resultados na noite de ontem.

Na partida de abertura, vi o Minas dar um calor no Brasil Kirin, vencendo o primeiro set. Mas a reação campineira foi acompanhada pelo Twitter (via celular).  A ausência do líbero Alan pode explicar parte da instabilidade no passe do donos da casa, que carregavam o peso do favoritismo. O time também não tinha Wallace e Michael, obrigando o técnico Alê Stanzioni a colocar o central Vini na saída de rede, em um momento do confronto.

Pelos desfalques e improvisação, o triunfo do Brasil Kirin tem méritos. E para o Minas a chegada à semifinal já pode ser considerada como bom resultado.

No jogo de fundo, tratado como final antecipada por muitos, consegui ver os dois primeiros – e equilibrados – sets entre Sada/Cruzeiro e Funvic/Taubaté. Times completos, placar sempre com vantagem pequena, alguns bons rallies. E a vitória dos paulistas, se deve, em parte, pelo atuação em alto nível nos momentos finais das parciais. As duas primeiras vencidas por 26 a 24 e a quarta (25-23). Na hora do “vamos ver”, o Taubaté errou menos, encaixou um saque melhor, não desperdiçou contra-ataques e faturou.

Para quem teve energia elétrica para ver os jogos, o que dizer mais das semifinais?



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