Acabou a moleza!



Vestir a calça jeans e encarar os 35 graus da manhã carioca. E caiu a ficha! A primeira parte das férias acabou!

Hora de iniciar 2016 no dia 28/12/2015. Vem aí um ano que promete para quem está envolvido com esporte. E recarregar as baterias foi importante.

Férias à parte, o que perdi nas últimas duas semanas no vôlei?

Ao deletar uns três mil e-mails eu separei alguns que certamente teriam sido transformados em posts no blog. E vocês podem comentar todos no mesmo post:

1 – Saiu a naturalização do Leal. O cubano agora tem a cidadania brasileira. E para quem me perguntou nas redes sociais sobre o tema, o último texto que escrevi sobre o tema ainda é válido: A questão das naturalizações . A situação esbarra nas regras da Federação Internacional e o prazo para disputa da Rio-2016 é insuficiente. Uma pena, pois a presença dele em quadra mudaria o patamar da Seleção na disputa pelas medalhas.

2 – O Sada/Cruzeiro, time de Leal, terminou o turno da Superliga masculina na liderança. 27 pontos, com nove vitórias e duas derrotas. Atualmente, os demais times que se classificariam para os playoffs: Funvic/Taubaté (24 pontos e agora com Gavin Schmitt à disposição), Sesi (22), Brasil Kirin (20), Minas e Montes Claros (19), Lebes/Gedore/Canoas (15) e Bento/Isabela (14). A briga no alto, no meio e no pé da tabela está aberta. Excluindo Juiz de Fora, com apenas três pontos e um processo até de liberação de atletas, os demais estão vivos no returno.

3 – No feminino, o returno da Superliga já começou. E a briga também está boa. Diferentemente da maioria dos últimos anos, a briga pela liderança não tem o Vôlei Nestlé. O Rexona-Ades aparece na frente com 32 pontos, dois a mais do que o Dentil/Praia Clube. O Camponesa/Minas, em terceiro, com 27, vem em evolução. E só então aparece o time de Osasco, com 25, até aqui fazendo uma campanha abaixo do nível do elenco que possui. Fechando o G8 aparecem Terracap/Brasília (22), Rio do Sul/Equibrasil e Sesi (19) e São Cristovão/São Caetano (13, mesmo número de Pinheiros/Klar e Concilig/Bauru). O “ser estranho” nesta lista final é o Sesi, a grande decepção nesta metade de temporada.

4 – Falando em feminino, o Bauru trocou Chico dos Santos por Marcos Kwiek. O time do interior paulista foi o responsável pela única derrota do Rexona, mas não embalou depois do feito. A aposta é no brasileiro que dirige a seleção da República Dominicana e que chegará apenas no dia 15/1. Até lá Fabiano Kwiek, irmão de Marcos, irá iniciar os trabalhos.

5 – Thaisa pedida em casamento em quadra após um jogo em Osasco foi outro assunto muito comentado nas redes sociais. O que tenho a dizer sobre isso? Que os pombinhos sejam felizes! Esportivamente falando, espero que a central chegue voando aos Jogos Olímpicos após as cirurgias no joelho.

6 – Ainda no assunto “off quadra”, Dani Lins e Sidão se casaram no último sábado. Pelas fotos publicadas nas redes sociais metade dos atletas do vôlei nacional esteve presente. Como no tópico acima, desejo felicidades ao casal nesta nova etapa da vida. Hoje, li uma postagem da levantadora revelando a morte da avó, dois dias após a cerimônia. Incrível como a vida nos prega peças. Meus sentimentos aos familiares.

7 – Saiu a tabela da Copa Brasil masculina. Mas não gostei da fórmula de disputa. Primeiramente duelarão quinto x décimo (Minas x São José), sexto x nono (Montes Claros x Voleisul/Paquetá Esportes) e sétimo x oitavo (Lebes/Gedore/Canoas x Bento/Isabela). Os vencedores irão se juntar a Sada/Cruzeiro, Funvic/Taubaté e Sesi, para mais uma rodada eliminatória. Os três que sobrarem se juntam ao Brasil Kirin, organizador da fase final, e que já entra na semifinal. Acho inchada demais a Copa nestes moldes. Sempre achei que deveriam ser os oito primeiros, com confronto do líder x o oitavo, segundo x sétimo e assim por diante. Mais enxuto, mais rápido, sem vantagem para ninguém.

 



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