A volta do que não foi



O Voleisul entrou na Superliga masculina, de novo.

Depois de passar um dia garantido pela CBV e ser “expulso” pela plenária dos demais participantes, semanas atrás, o time gaúcho acabou convidado ontem pela entidade após a desistência do Volta Redonda, que fechou as portas esta semana. Aceitou, como deveria ter feito. Mas…

A decisão de recolocar o Voleisul é até óbvia, já que a tabela estava pronta para 12 participantes. Porém, ela comprova toda a fragilidade estrutural do vôlei nacional semanas antes de o campeonato começar. É chover no molhado levantar essa preocupação com o abre e fecha de clubes,  as notícias de atraso salarial, as brigas eternas sobre repasse do dinheiro de TV para os participantes da Superliga, calendário, regulamento, ranking, etc… É muita pendência, é muita gente insatisfeita com o cenário atual.

Já passou da hora de o vôlei brasileiro criar uma agenda positiva de mudanças que sejam boas para todos os envolvidos. Parar de pensar no próprio rabo e defender uma melhoria que renda frutos para CBV, clubes, jogadores e público.



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