A volta do que não foi



O Voleisul entrou na Superliga masculina, de novo.

Depois de passar um dia garantido pela CBV e ser “expulso” pela plenária dos demais participantes, semanas atrás, o time gaúcho acabou convidado ontem pela entidade após a desistência do Volta Redonda, que fechou as portas esta semana. Aceitou, como deveria ter feito. Mas…

A decisão de recolocar o Voleisul é até óbvia, já que a tabela estava pronta para 12 participantes. Porém, ela comprova toda a fragilidade estrutural do vôlei nacional semanas antes de o campeonato começar. É chover no molhado levantar essa preocupação com o abre e fecha de clubes,  as notícias de atraso salarial, as brigas eternas sobre repasse do dinheiro de TV para os participantes da Superliga, calendário, regulamento, ranking, etc… É muita pendência, é muita gente insatisfeita com o cenário atual.

Já passou da hora de o vôlei brasileiro criar uma agenda positiva de mudanças que sejam boas para todos os envolvidos. Parar de pensar no próprio rabo e defender uma melhoria que renda frutos para CBV, clubes, jogadores e público.



  • Euripedes Jr.

    Concordo com o texto , agora a pergunta que fica e o Sada Cruzeiro o que achou desta decisão , ouvi comentário se o Voleisul entrasse o Sada e outras equipes não iriam participar da Superliga .

  • Bernardo

    Infelizmente a superliga só será uma grande competição quando os clubes organizarem ela, pois se depender da CBV vai ficar cada vez pior.
    Talvez uma mudança só aconteça daqui uns cinco anos, quando as seleções brasileiras feminina e masculina já não conseguirem estar entre os melhores do mundo, enquanto estamos entre os melhores ninguem faz nada.

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