A vez das mulheres na Superliga



A bola vai subir para a Superliga feminina neste fim de semana. E, de cara, já teremos uma rodada que vai começar no dia 27/11 e terminará somente no longínquo 15/12.

A questão do calendário/tabela tem irritado nove entre dez envolvidos na competição. Para o torcedor, é quase impossível saber a real situação do time do coração na classificação.  Já ouvi de empresários/familiares de atletas que viagens deixam de ser marcadas para acompanhamento dos jogos com medo de uma mudança na tabela. Já tem superado até a irritação pela final acontecer em jogo único. Bom, mas vamos falar de coisas boas…

Três times despontam como favoritos: Sollys/Osasco, Unilever e Vôlei Futuro. Os dois primeiros acostumados com finais da Superliga, enquanto a equipe de Araçatuba vai dar um salto gigantesco de qualidade.

O time de Luizomar manteve a base da última temporada e tem no entrosamento das selecionáveis (Jaqueline, Natália, Sassá, Thaisa, Adenízia e Camila Brait) o ponto forte. A Unilever sofreu a maior reformulação dos últimos tempos e conta com o talento de Sheilla, Mari (após se recuperar) e Valeskinha, além de Dani Lins, Fabi e Carol Gattaz. O Vôlei Futuro, por sua vez, sonha em encerrar a hegemonia dos rivais e investiu alto para isso. Paula Pequeno, Fabiana, Joycinha e as americanas Sykora e Glass.  Vai sofrer bastante com entrosamento, mas tem tudo para embalar na hora que o campeonato estiver valendo de verdade.

Um pouco abaixo aparece o Pinheiros/Mackenzie, de Fabíola, Lia e Paulo Coco.  Num patamar inferior, mas com possibilidade de sonhar com semifinal, Usiminas/Minas, BMG/Mackenzie e BMG/São Bernardo.  Já os demais times (Banana Boat/Praia Clube, Macaé, São Caetano, Brusque e Pauta/São José) vão brigar pelas últimas vagas nos playoffs.

Em quem vocês apostam?



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