A situação dos joelhos de Dante



Um encontro entre o ponta Dante e o médico Ney Pecegueiro, no Rio de Janeiro, ainda nesta semana, vai definir como será o tratamento do problema nos joelhos que atormenta o jogador.

Dante sofre com uma dor crônica no joelho direito há muito tempo, fruto de uma artrose na articulação patelar, além de uma calcificação no tendão patelar. Na final olímpica contra a Rússia, ele sentiu dores no joelho esquerdo. Na ocasião, ele reclamou de uma “pontada” no local ainda no segundo set, mas seguiu em quadra até o fim do terceiro, quando não aguentou mais e saiu para entrada de Giba. No tie-break, Dante voltou, já no sacríficio, mas sem a mesma força para saltar.

– Esse joelho (o esquerdo) não pode doer. Ele é meu ponto de apoio. Forço tudo em cima dele. Passei a Olimpíada inteira em tratamento – lamentou Dante, em Londres.

Ney é médico da Seleção e também do RJX, time de Dante, que poderá ficar sem um dos seus principais jogadores no início da Superliga, com previsão de começar em novembro.

Ainda é impossível precisar o tempo de afastamento que o ponta teria, caso passe mesmo por uma operação. Segundo os médicos, o prazo para recuperação pode variar de um a quatro meses. Ainda não está oficialmente descartada a possibilidade de tratamento com fisioterapia.

Dante, com a aposentadoria de Giba, Escadinha e Rodrigão, deverá se tornar o atleta mais experiente da Seleção neste novo ciclo olímpico. O jogador, de 31 anos, disputou as últimas quatro edições da Olimpíada: Sydney-2000, Atenas-2004, Pequim-2008 e Londres-2012, acumulando um ouro e duas pratas no currículo.



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