A preocupação do Rexona no Mundial



O Rexona-Ades, decacampeão da Superliga, embarca neste fim de semana para a Suíça, país que receberá o Mundial de Clubes a partir da próxima quarta-feira.

Com pouco tempo para comemorar o título brasileiro, o time carioca voltou aos treinos na quarta-feira com uma preocupação extra na competição: como administrar o físico de Fofão?

A levantadora, que fará sua despedida oficial das quadras no dia 24, em São Caetano do Sul, poderá enfrentar uma verdadeira maratona, aos 45 anos de idade. Por folgar no primeiro dia de disputas, o Rexona-Ades deverá fazer quatro jogos em quatro dias: estreia contra o Volero Zurich, time da casa, na quinta, confronto com o Mirador, da República Dominicana, na sexta, valendo classificação para a semifinal. No sábado, caso fique entre os dois primeiros do grupo, algo plenamente normal, o Rexona duelará com um dos classificados da outra chave (Dínamo Krasnodar-RUS, Hisamitsu Springs-JAP ou Eczacibasi-TUR). No domingo, final ou disputa do terceiro lugar.

O desejo do Rexona é poupar sua capitã em alguns momentos, dando oportunidade para Roberta, a futura titular na próxima temporada. O mais viável é que isso aconteça no duelo com as dominicanas do Mirador, na sexta, caso a classificação esteja certa ou bem encaminhada. Assim Fofão estaria mais preservada para uma provável pedreira na semi.

Nas últimas temporadas, Fofão já recebeu um tratamento diferenciado da preparação física e da fisioterapia do Rexona. Treinos específicos e trabalhos mais longos de recuperação permitiram que ela suportasse a sequência de jogos da Superliga, que no máximo chegava a três partidas por semana.

 



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