A mudança (forçada) na CBV



Marcos Pina não é mais o superintendente da CBV. Ele caiu, na quinta-feira, após ser citado numa série de matérias da ESPN que mostra a relação estreita de suas empresas com negociações da entidade, principalmente em relação ao Banco do Brasil, patrocinador principal do vôlei brasileiro há décadas. Para quem não leu, vale a pena entrar no site do canal e entender a situação.

O afastamento do dirigente foi uma resposta rápida da entidade. E vejo como acertada.

Mas acredito que o caso mereça um cuidado especial na esfera jurídica. Investigação para que a situação seja esclarecida e que eventuais desvios de conduta sejam punidos com rigor. O esporte brasileiro não pode conviver mais com “espertezas”.



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