A melhor e maior rivalidade do vôlei



Que me desculpem os fãs mais novos, que cresceram acompanhando a rivalidade entre a Seleção Brasileira feminina e a Rússia. Mas nada é comparável com um Brasil x Cuba.

Na segunda-feira, no encerramento da participação verde-amarela no Pan de Guadalajara, um pouco do que era visto na década de 90 foi revivido.

Jogo tenso, com provocações de ambos os lados, catimbado, com placar apertado, tecnicamente gostoso de ser ver. Um duelo que muitas vezes foi vencido pelo mais forte… emocionalmente.

Logicamente, não é possível comparar a atual geração cubana com a de Mireya, Reglas Torres e Bell, Carvajal… Mas voltar a equilibrar os jogos com o Brasil fará com que aquela chama, um pouco adormecida nos últimos anos, volte a se acender.

Não sei quantos de vocês acompanharam a rivalidade entre Brasil e Cuba na década de 90. Mas Brasil x Cuba voltou a ser Brasil x Cuba. Quem bom!



  • Paula Regla

    Já vi que essa final vai ser quente. Eu quero mais é que pegue fogo!

  • Daniel

    Foi a maior rivalidade que já vi na minha vida. Os jogos eram espetaculares. A rivalidade com a rússia, se existir, não é nada parecido com o que vimos na década de 90. Saudade dos embates com Magalys Carvajal. A semi de Atlanta foi o maior jogo que já vi. E a vitória no gp 96 foi extraordinária. A final do pan 99 tb foi demais com a Virna endiabrada.

  • emanuella

    não se compara ao que foi nos anos 90, porque o nível técnico da seleção de Cuba caiu uns 80% porque se elas fossem como as outras eram, e com o talento desse time do Brasil, seria uma guerra a cada jogo, bons tempos do volei

  • Rafa

    Pra mim não há rivalidade contra a Rússia, há contra a Gamova, porque aquela lá se acha demais… Pra mim ela só está em alto nível pela altura… Enfim, não sei se vocês concordam comigo, mas acho que esse aumento de qualidade de Cuba se deve ao aumento da confiança das meios de rede, porque me lembro da Silva ano passado não tava atacando nada, agora só cravando. Elas me lembram a dupla Barros-Carrilo da geração passada de Cuba, a Silva e a Giel.

  • TIGRAO

    Daniel, pra mim, a melhor ÉPOCA DO VÔLEI FEMININO foi entre 1987(OURO NO CAMPEONATO MUNDIAL JUNIOR) e 1996(BRONZE EM ATLANTA).
    Em 1987, o técnico MARCO AURELIO MOTA, com a geração ESPETACULAR de FERNANDA VENTURINI e MÁRCIA FU conquistou o primeiro campeonato MUNDIAL feminino para o BRASIL.
    A melhor formação da seleção brasileira adulta que já vi jogar foi: Ana Moser e Cilene de ponteiras, Fernanda Venturini levantando, Márcia Fu na saída, Ana Paula e a Ana Flávia revezando com a Ida no meio. Equipe extremamente TÉCNICA, jogava um voleibol LINDO, CLÁSSICO, precisão na excução dos fundamentos: um verdadeiro espetáculo!
    Peru: Denisse Fajardo, Miriam Gallardo, Rosa García, Sonia Heredia, Natalia Málaga, Gabriela Pérez del Solar, Cecilia Tait, Gina Torrealva, Patricia Solis e Cenaida Uribe.
    Cuba: Regla Bell, Magaly Carvajal, Marlenys Costa, Lilia Izquierdo, Mireya Luis e Regla Torres.
    Quando essas 3 seleções foram contemporâneas no final dos anos 80 e início da década de 90, dava gosto assistir a rivalidade BRASILxPERUxCUBA,nessa época valia a pena assistir aos jogos PANAMERICANOS!!!

    • Mauricio

      depois desse lindo período, a venturini só quis queimar o mota. hahahaha

  • TIGRAO

    PAULA foi disparado a MELHOR EM QUADRA: LÍDER NATA! Chama a responsabilidade para si e leva o time todo com ela na sua empolgação! O Brasil não deve sacar viagem não, pq os erros são muitos, muito mais vale o saque tático e aproveitar o potencial do BLOQUEIO, DEFESA e CONTRA-ATAQUE, do que dar pontos de graça sacando forçado! Paula parabéns pela excelente partida! Só queria ver a VENTURINI nessa seleção, seria um espetáculo!

  • Álvaro Médio

    Corri do trabalho pra chegar em casa a tempo!
    Foi um jogo delicioso. Cuba batendo forte me fez lembrar a Cuba dos anos 90! Meu Deus, aquilo é que era rivalidade.

    Mas, tem duas coisas que estão me preocupando demais:

    1. A Dani Lins não acerta as bolas com a Sheilla na saída 🙁 As bolas de entrada são mais limpas do que as de saída pra oposto. Eu fico desesperado com a coitada da Sheilla se descadeirando todinha pra não bater na antena.

    2. O saque tático da maioria das jogadoras não surte nenhum efeito. Na final do Grand Prix, a partir da metade do primeiro set, as americanas jogaram com o passe na mão o tempo todo.

    Se o Brasil quiser ser bicampeão olímpico tem rever esses pontos. O que vcs acham?

    • Bom Dia Álvaro Médio!
      Em relação ao saque: O desempenho do Brasil com saque tático e bem melhor do que com saque forçado, o time brasileiro se destaca entre os demais(Rep. Dominicana, Cuba, Rússia …) justamente por usar mais a técnica do que a força, as brasileiras tem uma boa marcação de bloqueio e um bom sistema defensiva e va´rias opções de jogadas para o contra-ataque, muito mais vale um saque tático bem executado do que saques forçados onde o índice de erros é muito grande. Além disso erros de saque forçado após a disputa de um rali importante acaba com o psicológico de qualquer equipe, ceder pontos de saque de graça é tudo o que o time adversário precisa para começar a entrar no jogo. Além do que dando pontos de graça em erros de saque você não dá oportunidade do outro time errar ou tomar um toco humilhante. Portanto, estou de acordo com a estratégia de primar pelo saque seguro e tático, dimnuindo a possibilidade de erros e de pontos de mão beijada ao adversário. Geralmente times que na~se garantem no bloqueio, na defesa e no contra-ataque é que partem para a estratégia KAMIKASE do saque forçado a qualquer custo.

      • Álvaro Médio

        Tigrão, boa tarde.

        Mas vc não acha que algumas jogadoras apenas “passam” a bola pro outro lado?
        Não seria ideal que pelo menos em alguns rodízios as jogadoras com melhor aproveitamento em saque viagem pudessem fazê-lo?

  • Mauricio

    olha, por mais que tente respeitar o povo cubano, sempre quando as duas seleções femininas entram para o embate, te digo que não tem como esquecer Atlanta-96. por mais que a virna (por sinal, com erros “crássicos” de português nas transmissões da record) diga que tudo já passou, que a mireya falou isso ou aquilo, sempre vai ter um ressentimento daquela época. as imagens ficam vivas… queria ver a márcia fú na comissão técnica para ver se ainda tem esse papinho de paz e amor entre cuba e brasil no feminino. hahahaa

  • Ismael Colomaca

    Eu era apenas uma criança quando Brasil e Cuba se pegavam em 96, 99 e 00, mas é claro que os videos estão ai e vi todos.
    O jogo de ontem não foi tecnicamente perfeito, mas realmente lembrou um pouco do é Brasil e Cuba. Muito melhor do que Brasil x Rússia…a emoção vai lá para cabeça.
    O que foi a atuação de Paula e Mari ontem…deu para lembrar um pouco de Pequim. Ainda podemos melhorar, mas valeu o espetáculo…

  • Daniel_Sam

    Graças à Deus as cubanas voltaram a ter agressividade no saque e no ataque,isso é um TALENTO NATO em qualquer cubano que jogue vôlei(SEJA NO FEMININO OU MASCULINO),adorei Gisele Silva,Silie e Cleger,essas 3 atacavam cm raiva mesmo(É NESSA CARACTERÍSTICA QUE O VOLEIBOL DE CUBA SE DESTACA),e eu adorei ver isso,por mim… Se houver respeito tudo bem!!!

    (É POSSÍVEL SIM TER RIVALIDADE AGRESSIVA NO ESPORTE E TAMBÉM TER RESPEITO)

  • Mauricio

    O Brasil tem tudo para vencer esse Pan 2011 e bate, na final, as cubanas que, diga-se de passagem, vão dar trabalho! Se essa final se confirmar daqui a pouco, valerá um post especial entre o clássico mundial do vôlei… E queria tanto que a Márcia Fú aparecesse…hahahaha abs

  • Ana

    Nunca achei essa rivalidade toda, talvez porque eu goste das cubanas. Pra mim esse confronto sempre foi: geração das maiores de todos os tempos (Luis, Torres, Carvajal…) x jogadoras talentosas mas com o ego enorme e descontrolodas (ANA PAULA e VIRNA, principalmente).

    Nunca achei que as cubanas desrespeitavam as brasileiras. Elas fazem aquilo com todo mundo. O Brasil que se superestimava.

    Essa geração, apesar de aceitar grito na cara das russas e cubanas, não é descontrolada e cheia de super egos como aquela de 96-2000.

  • stefany

    qual è,Brasil vs Cuba nas finais foi show, cuba tava jogando muito bem e brasil naoo deu o seu melhor a sorte das brasileiras foi que no final as cubanas nao estavam mais confiantes e o brasil ganhou.foi uum belo jogo e os dois times mereceriam ganhar aquele ouro!!

  • JuniorValber

    Concerteza Brazil e Estados Unidos é a maior rivalidade do volei pois esses dois gigantes monopolizam a atenção de todos

  • Sil

    As cubanas eram despeitadas com todo mundo, mas pegavam fogo contra os EUA e principalmente contra o Brasil.

    A talentosíssima geração das Anas, Márcia Fú, Hilma, Fernanda Venturini, Virna, Leila e Cia. foi o único time do mundo que fez frente a maior Seleção de todos os tempos, mas o Brasil perdeu o jogo mais importante daquela geração (Semi-final de Atlanta 96) por falta de equilíbrio emocional, a rivalidade explodiu e ganhou proporções extra-quadras.

    Além disso, aquelas jogadoras eram carismáticas, muito populares em todo o Brasil graças principalmente ao Mundial realizado aqui em 1994. Era a Seleção das Musas, elas chamavam a atenção de toda mídia nacional e o ódio contra as caribenhas aumentava a cada confronto.

    Hoje o Brasil pode ser o atual campeão olímpico, mas a geração atual não é tão talentosa, as jogadoras não são carismáticas, o vôlei não passa mais em TV aberta, não há apelo popular como antes. Junta-se a isso o fato de Cuba ser uma galinha morta no cenário internacional, então a rivalidade hoje não existe porque não é possível existir rivalidade quando se é muito superior ao adversário.

    Não acho que exista rivalidade contra a Rússia…elas são geladas e mecânicas demais pra demostrarem qualquer tipo de reação que possa ser interpretada como provocação.

    Saudades da década de 90!!

  • ÁTILA ROSAS

    O vôlei da década de 90 era espetacular! Existia uma rivalidade terrível não só entre Brasil e Cuba, grandes seleções se destacaram como: Russia,China, Perú, EUA e etc.
    Isso tornava o vôlei sem dúvida, mais competitivo. Muito legal!

  • Datur

    Na década de 90 era adrenalina pura. Não só a rivalidade entre Brasil e Cuba, mas em todos os campeonatos, figuravam sempre entre as quatro melhores do Mundo Brasil, Cuba, Rússia e China. Qualquer uma dessas seleções poderia sair campeã das competições. As semi-finais já eram verdadeiras finais entre estas quatro seleções. É claro que hoje as atletas são imbatíveis, mas naquela época dava gosto ver as atletas jogando: Ana Moser, Ana Paula, Ana Flávia, Virna, Márcia Fú, Ida, Hilma, Fernada Venturini, Fofão, Sandra, Leila, etc. Gostava também das cubanas Mireya Luis, Regla Bell, Regla Torres e da russa Elena Godina. Saudades…

  • Datur

    Como disse, naquela época as partidas entre Brasil, Cuba, China e Rússia eram verdadeiras batalhas: jogos disputadíssimos em que as quatro seleções apresentavam um nível elevadíssimo. Mais tarde, EUA começa a “infiltrar” neste grupo de melhores seleções do mundo.
    O que tornava as partidas ainda mais emocionantes é que naquela época existia a “vantagem”; não se fazia ponto a cada bola em quadra. Ralava-se muito para marcar um ponto.
    Só quem assistiu aos jogos daquela época sabe das particularidades que se apreciava em cada jogo, fosse da fase classificatória ou das disputas de semifinais ou finais.
    Do lado russo, as jogadoras Artamonova e Elena Godina, espetaculares; e a levantadora Gratcheva, muitas vezes eleita a melhor levantadora do mundo. Essas fortíssimas jogadoras respeitavam os times adversários. Elas não abriam a boca nem entre elas. E, dando um show à parte, o técnico russo Nikolay Karpol. Dava dó ver as jogadoras nos tempos técnicos. Ele berrava, mas berrava mesmo com as jogadoras, até quando elas estavam ganhando.
    As chinesas impunham um “jogo de paciência”: a bola não caia. Elas tinham a melhor defesa do mundo, como disse, a bola não caia, e apresentavam jogadas de velocidade, como a “china”, por não terem estaturas tão elevadas como as outras seleções. Aliás, o Brasil, aprendeu este jogada “china” e passou a utilizá-la de maneira muito eficiente com as jogadoras de meio.
    Ah, as cubanas! Apresentavam um bom volume de jogo, com eficiência em todos os fundamentos. Sacavam, defendiam e atacavam muito bem. Apresentavam um jogo de velocidade. Aliás, Brasil e Cuba eram um caso à parte, pois as duas equipes eram muito parecidas; o Brasil também apresentava estas características de jogo. Cuba tinha uma particularidade: jogava com duas levantadoras em quadra. Jogar conta Mireya Luis, Regla Bell, Regla Torres, Carbajal, Izquierdo, Gato, Barros e companhia limitada era emoção pura.
    As brasileiras! Lindas! Lindas em todos os sentidos: fisicamente, em temperamento (respeitosas, sentimentais, emotivas, equilibradas, com fibra e garra, enfim, brasileiras…) e como atletas. Fernanda Venturini com o seu ataque de segunda (a segundinha de Fernanda); quem disse que levantadora não ataca. Aliás, o Brasil marca o ponto final na conquista do “Worl Grand Prix 1996” com uma “segundinha” da Fernanda. O técnico Bernardinho também era um show à parte. Durante um tempo foi chamado de “Karpolzinho”, devido ao temperamento um pouco, mas só um pouquinho mesmo, parecido com o do técnico russo Karpol.
    Dentre tantos jogos emocionantes para se recordar, vamos nos ater no ano de 1996. Neste ano, temos a Olimpíada de Atlanta e depois o World Grand Prix. Nos jogos de Atlanta, foi uma injustiça do destino o Brasil não ter levado a medalha de ouro. O Brasil fulminou Cuba vencendo o Jogo da fase classificatória por 3 sets a 0. Ao se encontrarem nas semifinais, nós expectadores sabíamos que viria “chumbo grosso”. As cubanas, quando perdiam um jogo, ficavam mordidas. Na semi-final, o Brasil fez um excelente jogo novamente, mas, por sorte do destino, perderam. O Brasil teve a chance de fechar o jogo no quarto set, mas a partida acabou indo para o tie break, no qual o Brasil perdeu por 15 a 13. Veja, o Brasil foi muito bem. Se vocês verificarem que nesta Olimpíada foram dois jogos contra Cuba, nos quais o Brasil ganhou 5 sets e Cuba ganhou 3, sendo que o set decisivo terminou com apenas dois pontos de diferença a favor de Cuba. Realmente, nesta Olimpíada o Brasil merecia mais do que Cuba. Digo que ficava a cargo do destino uma das quatro seleções (Brasil, Cuba China ou Rússia) sair campeã, pois todos tinham um alto nível de competitividade. E, em 1996, ver a espetacular Ana Moser jogando com uma tala no joelho, devido à cirurgias, é coisa de brasileiro mesmo.
    Logo, na primeira partida, na qual o Brasil detonou Cuba, A Hilma, que era titular, machuca-se gravemente. Aliás, acho que a partir daí ela não volta mais à seleção. A Virna, que ficava no banco, entra, e de forma brilhante, ocupa a vaga de titular na seleção brasileira. Ana Paula e Márcia Fú são suspensas após a derrota do Brasil na semi-final, devido aquela confusão entre cubanas e brasileiras. Não foi justo a suspensão das duas, pois as mesmas só foram suspensas por terem entrado no lado da quadra das adversárias. Na disputa da medalha de Bronze contra a Rússia, o Brasil, apesar de estar abalado, foi, como sempre, muito guerreiro. Entraram em quadra para substituir Ana Paula e Márcia Fú, as jogadoras Leila, Fernanda Duval e Filó. O Brasil conquista a medalha de Bronze, novamente num jogo dificílimo de 3 sets a 2, num tié briek de 16 a 14 para o Brasil. Na entrega das medalhas, vem o “tapa na cara” dos brasileiros em cima das cubanas: Não se ouve o Hino de Cuba; os brasileiros cantam o Hino Nacional Brasileiro, inundando todo o estádio durante a entrega das medalhas.
    A revanche vem no World Grand Prix. Cuba tinha ganhado o Mundial de 94 e o Brasil ganhou o Grand Prix de 94 em cima de Cuba numa final de 3 sets a 2, num tie briek de 15 a 13 para o Brasil. Em 96, Cuba ganhou as Olimpíadas. Quem ganharia o Grand Prix 96? O Brasil deu o troco nas cubanas, vencendo o Grand Prix. Atentesse para os placares disputadíssimos entre as quatro melhores seleções do mundo. A fase final foi disputada entre Brasil, Cuba, Rússia e China. O Brasil vence a fase final do Grand Prix com os placares: Brasil 3 X Cuba 2; Brasil 3 X China 2; Brasil 3 X Rússia 2. Reparem que todos os jogos foram decididos no tie briek. Era emoção pura.
    FINALIZANDO, ASSISTAM, NO LINK ABAIXO, O DOCUMENTÁRIO PÁTRIA. É um documentário curtinho, de apenas 26 minutos. VOCÊS VÃOSE EMOCIONAR. Nele, há depoimentos de cubanas e brasileiras.
    ANA MOSER, ANA FLÁVIA, ANA PAULA, FERNANDA VENTURINI, MÁRCIA FÚ, HILMA, IDA, JANINA, SANDRA, VIRNA e LEILA. Também, FERNANDA DUVAL, FILÓ, KAREN NEGRÃO, VALESQUINHA e WALESKA. Amo todas vocês…

    http://www.youtube.com/watch?v=6APbfY2VkDk

  • Datur

    Como pude me esquecer da Fofão (Hélia Souza). Também te amo FOFÃO…

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