A incrível série vitoriosa da Unilever corre riscos?



Líder absoluta da Superliga Feminina, a Unilever soma 15 vitórias consecutivas, sendo a última obtida na segunda-feira, com um 3 a 0 sobre o BMG/São Bernardo.

A notícia ruim para o time carioca foi o problema físico de Sheilla. A oposto sentiu uma dor lombar no intervalo entre o primeiro e o segundo set. De acordo com o fisioterapeuta da equipe Guilherme Tenius, o Fiapo, a primeira avaliação é de uma contratura lombar.

– Ela travou as costas, sentiu uma dor forte. Vamos avaliar para saber qual a extensão da contusão – explicou Fiapo.

Hoje, Sheilla desmarcou a gravação de um programa de TV em sua casa, no Rio de Janeiro.  Ela é dúvida para a próxima rodada. Na quarta-feira, a Unilever embarcará para Belo Horizonte, para enfrentar o Banana Boat/Praia Clube. A partida será realizada na quinta, às 20 horas, em Uberlândia.

Será que a ausência da atacante pode ser decisiva para o fim da série invicta da Unilever?

Pela sequência de jogos, acho difícil. Depois do jogo contra o Praia Clube, a Unilever terá oito dias até o duelo contra o Macaé e mais quatro até enfrentar a Usiminas/Minas, em BH. Um bom tempo para que Sheilla se recupere e esteja 100% para os duelos com Vôlei Futuro e Sollys/Nestlé, estes bem mais perigosos e que definirão a colocação final e o emparceiramento nos playoffs.



  • Afonso (RJ)

    Indubitavelmente a Sheilla é uma jogadora diferenciada e imprescindível para a equipe do Unilever. Entretanto, nas últimas partidas, as jogadoras que realmente estão fazendo a diferença são a Fernanda Venturini e a Regiane. Aliás, na partida contra o São Bernardo a Fernanda não jogou tão bem, cometendo vários erros, e houve algumas dificuldades no entendimento com a oposta reserva.

    Acredito que aparadas essas arestas a Ju Nogueira tem condições de fazer boas partidas.
    Trata-se de uma jogadora de 1.90m, 23 anos e um bom biotipo, e acredito que se for escalada, deve aproveitar bem a oportunidade. E que a Sheilla se recupere logo para estar presente em jogos mais “cascudos” com adversários diretos, como o Volei Futuro e o Sollys.

    Pena que não haverá transmissão do jogo da Unilever contra o Praia Clube. O time mineiro vem embalado com a vitória no tiebreak contra o Volei Futuro e com duas jogadoras se destacando: a oposta Monique Pavão, e a ponteira Suelle, ambas ex-Unilever. A levantadora Juliana Carrijo também tem feito ótimas partidas, além de contar com a experiente líbero Arlene. Tudo leva a crer que deve ser um partidaço.

  • Afonso (RJ)

    Depois de assistir ao jogo do Praia Clube contra o Sollys/Osasco, mudei de idéia. O Sollys entrou com a Samara no lugar da Ju Costa contundida, e o Praia venceu o primeiro set, com grande destaque para a oposta Monique que jogou um bolão. No segundo set, o Luizomar colocou a Tandara como ponteira no lugar da Samara, que não estava bem na partida, e o jogo apertou para o time mineiro. Depois de esboçar alguma resistência no segundo set, o Praia Clube simplesmente desabou nos sets seguintes.

    Sem tirar o mérito do Sollys, que é um grande time e realmente subiu de produção no decorrer da partida, achei que o time mineiro tremeu. O time de Uberlândia tem jogadoras capazes de pelo menos oferecer uma resistência maior. O que se viu foi o Praia começar lá encima e o Sollys lá embaixo. No decorrer da partida as posições se inverteram, terminando com o Sollys lá no alto e o Praia lá no fundo, e as levantadoras mineiras tiveram boa participação nisso. Pena. Acreditava na vitória do Sollys, mas pensei que o jogo poderia ser um pouco mais equilibrado.

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