A confusão que por pouco não virou pancadaria



Por pouco, muito pouco, a quadra do Tijuca Tênis Clube não virou um ringue, na noite de quarta-feira. A briga entre Mário Júnior e Serginho só não aconteceu pois Marcelo Mendez teve muita presença de espírito e estava no lugar certo na hora certa, como é possível ver nas imagens do SporTV.

O argentino aplicou um golpe de MMA para segurar o seu líbero, que estava nitidamente transtornado. Serginho e Mário Jr. bateram boca na hora do cumprimento na rede. O que eles disseram, não sei. Mas imagino que o “diálogo” tenha extrapolado uma simples provocação, que acontece frequentemente nos jogos. O estopim para a quase briga foi um encontrão do jogador do RJ no do Sada/Cruzeiro. Nalbert, comentarista do SporTV e que estava no ginásio, definiu como uma ombrada.

O jogador do RJ exagerou. E, se o ato aparecer na súmula do jogo, merece ser punido. Um ato antidesportivo como esse não pode passar em branco. Se nada aparecer, o árbitro errou. Serginho também precisa refletir. Caso não fosse contido pelo técnico e partisse para as vias de fato com o rival, teria uma punição pesadíssima também.

Após o ocorrido, várias pessoas me perguntaram no Twitter se a discussão teria a ver com Seleção Brasileira. Talvez sim. Rixa antiga? Não sei.

Serginho mostra, e não é de hoje, que deveria ter tido mais chances na Seleção. Ele deu azar por ser da mesma geração de Escadinha, um ícone da posição e titular do Brasil por uma década. Neste período, Serginho jogou uma Copa dos Campeões e mais nada. Tinha jogo (e ainda mostra isso em quadra) para mais. Mas Bernardinho nunca quis os dois experientes juntos, optando por Mário, mais novo. Tanto que ele foi campeão do mundo em 2010, na ausência de Escadinha, lesionado. Critério do treinador, concordemos ou não.

 

 



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