A chegada de Jaqueline ao Minas



Chegou a estrela da companhia. A ponta Jaqueline foi apresentada, no início da tarde desta quarta-feira, como principal reforço do Camponesa/Minas para a temporada 2014/2015.

Titular da Seleção, a jogadora chega ao tradicional clube de Belo Horizonte como a esperança para reviver tempos gloriosos que culminaram com a conquista da Superliga, pela última vez, em 2001/2002. Muito tempo, diga-se de passagem.

Apresentação oficial em BH

Apresentação oficial em BH

Nos últimos anos, sem conseguir grandes patrocinadores, o time feminino do Minas apostou em jovens, um dos seus pilares por filosofia, com objetivos mais modestos e sem resultados expressivos.

– Minas tem um projeto forte, prioriza as categorias de base. Eles têm ajudado muito a ajudar a base a crescer e isso é importante para o futuro do vôlei. Trazendo jogadoras experientes vai dar um up para essas mais novas crescerem. As jovens podem crescer vendo a gente jogar. Já vejo uma evolução muito grande, com Walewska, Carol, Mari. A equipe está melhor e espero que a gente possa fazer um campeonato bonito –  disse a jogadora, durante sua apresentação na Arena do Minas.

Jaqueline iniciará os treinamentos na próxima segunda-feira. Na terça, o Minas receberá o Rexona-Ades, em BH, com transmissão pelo SporTV.

– Será que não dava para jogar contra o Sesi, lá pertinho de casa? – brincou, citando o jogo de quinta-feira.

O assunto Jaqueline esteve presente em várias rodas de bate-papo, na segunda-feira, durante o 2º Seminário de Gestão do Esporte, que aconteceu no Teatro Bradesco, na sede do Minas. Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, antes de iniciar sua apresentação, fez questão de parabenizar o clube pela contratação, dizendo que uma jogadora do nível de Jaqueline não poderia continuar desempregada no Brasil.

O caso da jogadora também fez parte da entrevista que fiz com Renato D´Avila, dirigente da CBV, sobre o fim do ranqueamento (http://wp.me/p1b2tr-249). Jaqueline foi uma das vozes ativas na defesa de mudanças no regulamento do ranking, por julgar que não deveria ter continuado com pontuação máxima após passar uma temporada sem jogar.

– Foi um aprendizado a mais para a minha vida. Sabia que eu iria voltar a jogar. Fiquei emocionada depois que acabou a Seleção, sabendo que poderia ser meu último jogo no ano. Quando me ligaram, aceitei de coração. Nunca tive uma receptividade como essa.

 

 



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