A assustadora derrota do Brasil na Liga Mundial



Esqueçam as partidas instáveis do Brasil na fase de classificação da Liga Mundial. O que estava ruim ainda podia piorar.

A derrota categórica por 3 a 0 para o jovem e inexperiente time de Cuba acende todos os sinais de alerta que existem antes da Olimpíada de Londres.

Faltam adjetivos para definir a atuação do Brasil: desastrosa, apática, errática, assustadora, desinteressada… E olha que não estou exagerando. Vejam a frase de Leandro Vissotto no Twitter: “Pior jogo que eu participei na minha história na seleção!”.

Outra frase sintomática retirada do Twitter é do central Gustavo: “Tá difícil até de entender o modo da Seleção jogar. Realmente não é o que sempre nos caracterizou”.

Muito difícil compreender mesmo. A Seleção teve duas semanas para treinar, desde que perdeu para a Polônia e ficou perto da eliminação na Liga. Alguns jogadores que estavam com problemas físicos puderam se recuperar. Bernardinho pôde testar variações, como Leandro Vissotto no lugar de Wallace no time titular que começou o jogo em Sofia hoje.  Não deu certo. E não foi só ele. Ninguém deu certo. Nada funcionou.

Não vou ficar fazendo conta para que o Brasil passe para as semifinais. Vencer a Polônia, torcer no jogo seguinte, blá, blá, blá. Isso é o de menos. Está cada vez mais claro que este time vai precisar se reinventar em 20 dias para chegar a Londres no patamar que nos acostumamos a ver nos últimos anos. Talvez como nunca precisou fazer antes em espaço tão pequeno de tempo. E provar mais uma vez que gosta de superar as maiores adversidades que atravessa.

 



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