A Associação de Clubes dá os primeiros passos



A Associação de Clubes de Vôlei saiu do papel. A formalização aconteceu nesta quinta-feira, com a definição dos cargos durante assembleia geral.

O presidente é Ricardo Barros. Ex-prefeito de Maringá e deputado federal em quatro magistraturas, ele tem assumido um papel de liderança neste processo idealizado por Vittorio Medioli, que é o 1º vice-presidente. Nesta sexta-feira, no LANCE!, uma entrevista com o presidente do Sada/Cruzeiro deixa alguns pontos de insatisfação deste grupo mais claros.

Eduardo Augusto Carreiro, do Sesi, é o 2º vice. Já Rogério Loureiro, do Volta Redonda, é o secretário.

Os dirigentes pretendem agora exercer uma pressão maior na CBV, participando da tomada de decisões importantes, desde regulamento da Superliga até negociação de contratos de TV com a Rede Globo.

Os clubes que fazem parte da associação são Moda/Maringá, Sada/Cruzeiro, São Bernardo (masculino e feminino), Kappesberg/Canoas, RJ Vôlei, Funvic/Taubaté, Montes Claros, Banana Boat/Praia Clube, Sesi, Rio do Sul, UFJF, Brasília e Volta Redonda.

Pelas lista, percebe-se que alguns gigantes, principalmente no feminino, ainda não estão alinhados, casos de Molico/Osasco, Unilever e Vôlei Amil, além de Minas e Pinheiros, os dois maiores clubes sociais com participação no vôlei brasileiro.



MaisRecentes

Bauru garantido nos playoffs. Uma vaga em jogo



Continue Lendo

Vaga no Mundial de Clubes em jogo neste sábado



Continue Lendo

Como a crise institucional no Sesc pode atingir o vôlei



Continue Lendo