A aposta de levar Renan ao Mundial como central



Uma pausa no tema Seleção feminina para falarmos da masculina, algo que já gostaria de ter feito dias atrás.

Bernardinho me surpreendeu ao definir os 14 atletas que irão disputar o Campeonato Mundial da Polônia. O técnico abriu mão de levar quatro centrais, cortando Isac, e resolveu apostar no oposto Renan.

E, fico ainda mais surpreso, ao ver um texto enviado pela CBV tratando o jogador como oposto/central. Ou seja: ele está voltando a atuar pela posição que despontou, ainda nas categorias de base, cinco anos atrás. Vale lembrar que Renan chegou a ser eleito o melhor bloqueador do Mundial juvenil de 2009, na Índia. O Brasil foi campeão, vencendo Cuba (de Leon e Camejo),  e tinha como time-base, além de Renan, Murilo Radke, Mauricio Borges, Mão, Franco, Isac e Thales.

Há tempos de fala de Renan como futuro da Seleção. Um oposto canhoto, com uma estatura fora dos padrões “verde-amarelos”: 2,17m. Mas a revelação demorou muito para se consolidar, tendo dificuldades atualmente até para se firmar como titular pelo Sesi, seu clube atual.

Rubinho, assistente de Bernardinho, trabalhou anos e anos com Renan em São Bernardo e talvez seja a pessoa com maior conhecimento sobre o potencial do oposto (ou ex-oposto que voltou a ser central). No Mundial, Renan terá como “concorrentes” pela vaga Lucão, Sidão e Eder. À distância, não parece ser mais do que a quarta opção. Mas admito, novamente, que a opção de levá-lo para o Mundial me surpreendeu bastante.

 

 



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