A aguardada final



Deu Sesi na segunda semifinal da Superliga, formando uma esperada final (lá nos prognósticos de início de temporada) contra o Sada/Cruzeiro. Mais uma, diga-se de passagem.

Estava em São Paulo ontem, mas não pude ver ao vivo o duelo com a Funvic/Taubaté, na Vila Leopoldina. Mas é inegável o domínio que o time de Marcos Pacheco impôs nesta série que tinha tudo, no papel, para ser muito mais equilibrada.

Mostra, assim, a força que se esperava deste estrelado time do Sesi, que teve problemas de lesão e falta de confiança durante a temporada. Lucarelli está assumindo a responsabilidade no ataque e está dando conta do recado, compensando assim a “ausência” de Murilo. Por favor, entendam este ausência e não levem para o lado pejorativo. Murilo, atualmente, é muito importante para que o time da capital paulista tenha um passe confiável e aumente o volume de jogo. E lembro de ter escrito coisa parecida com sua atuação pela Seleção recentemente. Mas é fato que a limitação física após a cirurgia no ombro diminui a quantidade de bolas recebidas no ataque. E Marcelinho vem usando e abusando de Lucarelli, que tem respondido à altura.

Lucão e Riad também têm subido de produção. Cada um fez 15 pontos na terça, com o primeiro colocando 14 de 17 bolas no chão, enquanto o segundo fez sete dos 13 pontos de bloqueio do time. Olho nesta dupla no duelo com o Sada/Cruzeiro!

Por fim, para não deixar de ser justo, os “vovôs” Marcelinho e Escadinha encurtam os caminhos na quadra e também demonstram muita eficiência.

Uma pena, porém, poder ver Sesi x Sada em apenas um joguinho na decisão. Um playoff entre eles seria eletrizante.

 



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