Colunista convidada – Gabi – Semi e tietagem da seleção argentina



Fala, galera!

Nesta sexta nos classificamos para as semifinais do Sul-Americano. Vencemos o Olympic, da Bolivia, mas eu não entrei em quadra. Sabíamos que a diferença técnica era grande e o Bernardo aproveitou para dar ritmo pra todo mundo do elenco. Isso será muito importante no futuro, principalmente nos playoffs da Superliga.

Antes do jogo, tivemos um dia de ralação aqui em La Plata. Malhamos e treinamos pela manhã, e depois fomos almoçar. O bom, é que o ginásio, a academia e o restaurante são bem próximos, então fazemos estes percursos a pé. Usamos o ônibus municipal apenas para sair e voltar ao hotel.

Bernardinho tirando fotos

Bernardinho tirando fotos do time com as argentinas

Durante o treino com bola, eu já havia percebido umas meninas muito atentas a tudo que o Bernardo dizia para gente. Estava curiosa para saber quem era. No final, o próprio Bernardo chamou as meninas para a quadra. Elas são atletas da seleção juvenil argentina, e estavam muito felizes com a oportunidade de acompanhar um treino do Rexona-AdeS de pertinho. Ficaram tão emocionadas, que sobrou até para o Bernardinho tirar as fotos. Estes momentos são muito legais, comprovam que a nossa rivalidade fica apenas dentro de quadra.

É isso, pessoal! Continuem torcendo pela gente. Hoje tem semi contra o Villa Dora, da Argentina. Contamos com vocês!



  • AfonsoRJ

    Jogo facilimo contra as amadoras bolivianas. Me pareceu que elas se divertiram em quadra. No fim foi uma tietagem só. Até a comissão técnica boliviana tietava. Foi muito simpático da parte delas presentearem cada atleta e membro da comissão técnica do Rexona com um boné típico dos habitantes dos Andes. E achei ainda mais elegante ainda o técnico boliviano pedindo licença antes ao Bernardinho para fazer a homenagem ao time brasileiro.
    Muita gente questiona o fato de um time experiente e “cascudo” como o Rexona, participar de um torneio como esse, onde os demais participantes não passam de amadores bem intencionados. Pois além do fato de ser o único caminho viável para chegar ao mundial de clubes, creio que o congraçamento, a força que se dá ao desenvolvimento do volei em outros países por si só já valem. Mas que fique bem claro: desde que não prejudique o desempenho das profissionais, o que me parece não ser o caso.
    Quanto ao jogo em si, entrou o time reserva. As meninas por nunca terem feito uma partida com essa formação (acho) me pareceram desentrosadas. Houve ainda um certo componente de desatenção, com muitos erros e ataques para fora. Por isso mesmo, em dois sets as bolivianas conseguiram placar de dois dígitos.

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