7 tópicos para discutirem no início das minhas férias



Para não privilegiar apenas os seguidores do Twitter (itens 1 e 2 do post abaixo), abro um pequeno espaço nas férias para dar algumas notícias que muita gente me perguntava nos últimos dias. Aproveitem para opinar à vontade sobre cada um deles.

1) O RJX está inscrito na próxima Superliga masculina. Imagino que nos próximos dias eles anunciem os reforços que “apalavraram” nas últimas semanas, marcadas por negociações para diminuir a queda de investimento com o corte do patrocínio de Eike Batista.

2) O novo time de Ricardinho será chamado Moda/Maringá. A apresentação oficial acontecerá nesta terça-feira. Interessante o nome adotado, já que o apoio financeiro para montagem da equipe foi obtido pelo Sindvest, sindicato que representa os shoppings do setor atacadista de vestuário, como diz a nota oficial. Assim, não é uma empresa detentora do patrocínio master, mas sim um suporte de todo o setor, importante para a economia da cidade paranaense.

3) Ao escrever sobre o nome do time de Maringá no Twitter, um perspicaz amigo me perguntou se isso faria com que a Globo falasse o nome oficial do time na Superliga. Um ótimo questionamento.

4) A CBV deve confirmar nesta terça a quantidade de inscritos nas versões masculina e feminina da Superliga. Pelas minhas contas, com 13 ou 14 em cada naipe  (dúvidas na questão que envolve Volta Redonda, a confirmação da extinção ou não do Vôlei Futuro e a inscrição de todas as novas equipes nordestinas entre as mulheres).

5) Triste a confirmação do fim de time de Florianópolis. Renan tentou com todas as forças manter o projeto vivo, mesmo que não brigasse pelos primeiros lugares, como já aconteceu na temporada passada. E mesmo assim não conseguiu. Que a equipe catarinense volte na temporada 2014/2015!

6) Com o prazo encerrado para inscrição, alguns projetos ficam adiados. Um deles era um time montado por Giovane Gavio. Aconteceram negociações com Pinheiros, conversas em Volta Redonda, visita às instalações de Barueri… Mas não saiu do papel.

7) O mercado ainda tem jogadores do porte de Dante e Giba. Aguardem os próximos capítulos!



  • Wilian

    Torço pra que o Vôlei Futuro continue, mas é difícil. Será que pode vir outro time ai? Jogadores como o Diego (ex Canoas), Salsa( ex canoas), Manius( ex-Rjx), Thiago sens(ex-RJX), Daniel(ex Volta redonda), Polaco(VF), Michael(VF)… Não sei se vão pro exterior, mas dá pra montar outro time, tomara que seja o VF que vai continuar e ainda não tornou público isso.

  • emanuela

    Acho que o rjx não será mais o mesmo as empresas do cara estão a beira da falência, ou os caras arrumam um outro patrocínio ou não vão chegar até o final do ano. Só não entendo a aposta do bruno. O que ele estava pensando ficando nesse time?
    i quanto ao time de Floripa uma pena, resta torcer o ara que ano que vem ele consiga alguma coisa. En triste ver a cidade que foi campeã tantas vezes ficar fora.

    • Afonso RJ

      Só um pequeno reparo: as empresas do Eike Batista estão muito longe de qualquer perigo de falência.

      • emanuella

        porque o BNDS vai dar mais dinheiro para ele. porque a coisa ta bem feia. as ações estão a centavos, que eram vendidas a 19 reais a um ano atrás.

    • Marcelo

      Emanuela acho que há coisas que não sabemos … aqui falamos nao somente do Bruno, mas também do Vissotto, Mario J, Mauricio Borges …

      • emanuella

        pois é. Mas o Vissoto já esta confirmado??

        • Marcelo

          Sim.

      • Marcelo

        Desculpa, Mauricio Souza…

  • Raffael

    Engraçado que a data limite para os times se inscreverem na superliga era até dia 15, e a CBV sequer se pronuncia quanto a isso divulgando os times. Se souber alguma coisa posta aqui pra gente Daniel. Boas férias!

  • Guilherme

    Daniel, você disse que haverá 13 ou 14 times na superliga. Porém, apenas contei 12 no masculino (RJX, Canoas, Maringá, Campinas, Volta Redonda, Cruzeiro, Minas, UFJF, Taubaté, SESI, Monte Cristo e São Bernardo). Qual está faltando?

    • Daniel Bortoletto

      feminino fechou em 13. Masculino em apenas 11

  • João Pedro

    Alguns pitacos:1) RJX é time que se fosse só o Bruninho, que tivesse ficado até teria chance de desaparecimento, mas ficou muita gente boa e mais contratou Leandro Vissoto, que tinha proposta do Halkbank/Ankara, time que contratou “só” Rapha, Kaziyski e Juantorena para a próxima CEV Champions League, um cara desses não embarcaria, se não tivesse garantias que o pagamento do contrato será feito.
    2) Eu ficaria muito surpreso, se o time de Maringá for chamado com um nome diferente do nome da cidade. Um time como o RJX é praticamente a mesma coisa, só uma referência indireta ao patrocinador e mesmo assim é chamado de ” Rio de Janeiro”. Se os clubes-empresa querem esse direito de ser chamado com o nome da empresa, que conversem com o dono dos direitos e com a organizadora do evento. Pena que são submissos demais com uma ou outra exceção.
    3) Eu acho que o aumento do número de times se deve as (boas, em sua maioria) medidas que os jogadores propuseram para melhorar a Superliga, acredito que aumente a exposição, mas isso será um verdadeiro castelo de areia se a organizadora do campeonato junto as empresas donas dos times não introduzirem um teto salarial, para frear a explosão salarial dos últimos anos e fazer um marketing dos século XXI e não do século XX, ou seja, parar com isso de pensar que patrocínio é só exposição, patrocínio é acima de tudo ativação, ou seja, criar uma plataforma, que o volei seja só um pano de fundo para melhorar relacionamento de clientes a atrair o torcedor para todos os jogos em ginásios mais modernos, que possibilitem ele consumir e ter conforto. Ver um jogo inicial da superliga, depois de quase 6 meses sem ver a Superliga, entre Vivo/Minas x Sada/Cruzeiro com menos de 2000 pessoas, nem 50% do ginásio ocupado, foi triste, de se pensar que o esporte olímpico jamais terá uma indústria pesada por trás dele, que movimente a economia.

    • Perikito

      Estou surpreso! Não sabia que o Leandro Vissoto era tão valorizado ainda, ainda mais porque não acompanho as ligas de fora. Seria ele uma espécie de Ronaldinho Gaúcho do voleibol? Só joga bem em clube, porque pela seleção ele só tem meia dúzia de bons jogos, como na fase final do Mundial de 2010 e na Liga de 2009.

  • Jackson

    Com o fim de equipes a cada temporada perde-se o interesse e identificação com os times a tendência é o enfraquecimento da ‘super’liga, é ruim de ser super, peguem o Volei Futuro como exemplo uma equipe que estava conseguindo até fãs em outras praças e de repente acaba, fica sem graça esperar que as equipes mesmo indo bem não conseguir uma continuidade por isso o futebol é o que é no Brasil o mais popular

    • Raphaela

      Com razão Jackson. Eu não moro nada perto de Araçatuba, mas era fã do clube por vários motivos, entre eles, ações sociais e site estruturado para venda de produtos.

      Ps: Passou da hora dos clubes “maiores” pelo menos terem um site em que os fãs possam adquirir produtos do clube. Guardadas as diferenças, por óbvio, olha o site “shop timão”; tem vários produtos para venda. No vôlei não consigo nem comprar uma camiseta de clube.

  • giorgio fiori júnior

    Boa tarde Daniel t bem!!!

    Vi em uma de suas reportagens que Giba e Dante ainda indefinidos, acredita que o

    Sada Cruzeiro pode contratar um deles caso participe do Mundial de Clubes aqui em BH?

    Obrigado, abraços

  • R.TIGRE

    Guga, acho que vc está sendo muito pessimista… Independente da atuação da arbitragem, a história dos 2 jogos não mudaria. Ou seja, o Brasil venceria os EUA de qualquer forma, pois se mostrou superior sempre.
    Aliás, a campanha do Brasil nessa Liga Mundial é digna de elogios, visto que é a primeira vez que o Brasil pega um grupo tão forte e se classifica tão bem, com 25 pontos, 6 pontos à frente da Bulgária, segunda colocada, que marcou 19 pontos.
    Foram 9 vitórias em 10 jogos, com uma única derrota contra a França, que ficou em terceiro lugar no grupo.
    O Brasil ficou invicto nas partidas fora de casa, inclusive derrotando os atuais campeões lá na Polônia.
    Considerando-se que o grupo era composto por Brasil, Polônia, Bulgária, França, EUA e Argentina, um verdadeiro “GRUPO DA MORTE”, o desempenho do Brasil foi excelente.
    Das equipes classificadas para a final o Brasil fez, de longe, a melhor campanha e entra para a fase final com o melhor índice técnico entre as seleções participantes:
    1. Brasil – 25 pontos;
    2. Canadá – 23 pontos;
    3. Itália – 19 pontos, pontos “average” – 1.064;
    4. Rússia – 19 pontos, pontos “average” – 1.056;
    5. Bulgária – 19 pontos, pontos average” – 1.012;
    6. Argentina – já classificada por ser a anfitriã das finais.
    Vale ressaltar que o Brasil ganhou um reforço de última hora, que é o líbero Alan. Uma vez que, segundo as regras da FIVB, para uma equipe inscrever 14 jogadores, um dos jogadores além dos 12 tradicionais obrigatoriamente tem que ser um líbero. Isto significa que se levar somente 12 jogadores, pode levar um líbero só. Mas para levar 14, tem que levar 2 líberos.
    Considerando-se que Mário Jr. tem seus altos e baixos, e está muito longe do que acostumamos a assistir com o Serginho em quadra, é muito interessante ter o Alan como opção para a posição de líbero.
    O que me surpreendeu bastante também foi a atuação da equipe de universitários do Canadá, que deixou vários países com Ligas profissionais para trás para conquistar a única vaga do grupo C.
    Prestem atenção no levantador Dustin Schneider, o cara é muito habilidoso, sendo o cérebro e o craque deste jovem time do Canadá.

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