7 motivos para acompanhar o Mundial de Clubes



1) Não é todo dia que Gamova e Muserskiy estão jogando contra equipes brasileiras. Os dois gigantes russos são apontados até como “inimigos da nação”, já que ela ajudou a acabar com sonhos da Seleção feminina em Mundiais e em uma Olimpíada, enquanto ele virou uma final olímpica ao ser deslocado do meio para a saída de rede.

2) Times endinheirados aproveitam-se da falta de uma regra que limite os estrangeiros e criam seleções mundiais. O Al-Rayyan, do Qatar, e o Volero Zurique, da Suíça, são os exemplos. Os petrodólares do Oriente Médio levaram o búlgaro Kaziyski e o cubano Simon, dois dos melhores jogadores do planeta, para o time catari. Sem falar nos brasileiros Rapha e Alan e o cubano Sanchez, ex-Sada. Já o time suíça é uma Torre de Babel. Jogadoras nativas do país são apenas duas, mesmo número de ucranianas, por exemplo. Temos ainda três sérvias, uma brasileira, uma cubana, uma croata, uma búlgara, uma americana…

3) Temos de valorizar mais o que é “nosso”. O Sada/Cruzeiro é uma baita time. Base mantida nos últimos anos, entrosamento de sobra e chance de conquistar em casa o bicampeonato. Venceu a Superliga dando show nos playoffs. Molico/Osasco e Sesi, juntos, são a Seleção Brasileira sem as ponteiras e com a líbero reserva: Dani Lins, Sheilla, Thaisa, Fabiana e Camila Brait. O trio tem chance de título.

4) O Trentino já ganhou quatro vezes o Mundial masculino. E de forma consecutiva. Hoje não é mais o mesmo time e, por obra do destino, vai encarar Rapha e Kaziyski, dois dos pilares daquela formação quase imbatível. E quem tem tradição deve ser sempre respeitado, mesmo com uma equipe mais enfraquecida nesta edição.

5) Jordan Larson é uma das jogadoras-chave do seleção americana. No Dínamo Kazan, time de Gamova, ela vira coadjuvante no papel. Mas tem jogo de sobra para ser o dínamo do Kazan no passe/volume de jogo.

6) Bernardinho e Zé Roberto terão a chance de analisar vários atletas que serão rivais do Brasil no Mundial de Seleções, no segundo semestre.

7) É sempre bom ter uma time asiático em uma campeonato como esse. É quase um outro time de vôlei. O Hisamitsu, do Japão, tem apenas uma jogadora com mais de 1,85m. E vai compensar a estatura com muito volume de jogo. Tiro o chapéu para esse estilo de atuar que ainda resiste na Ásia.



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