25 a 3



O placar do título deste post não aconteceu na aula de educação física do meu filho de 6 anos. Foi o resultado do set que encerrou a segunda vitória da Unilever, com as titulares no banco de reserva, no Sul-Americano feminino nesta sexta-feira.

Colocar um time amador do Paraguai numa competição que vale vaga no Mundial beira a insanidade. O incômodo era tão claro que fiquei até com pena da situação do Nalbert ao comentar o “jogo” pelo SporTV. Imagino também como o diretor da emissora deve ter ficado feliz em transmitir tamanha pelada. Eu, como telespectador, não consegui ver cinco minutos de bizarrices e infantilidades.

Espero que a Confederação Sul-Americana reveja seus conceitos para as próximas edições do torneio.



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