Retorno e explicação

por Daniel Bortoletto em 13.fev..2016 às 7:24h

Senhoras e senhores, bom dia.

Inicialmente me perdoem pelo sumiço. A explicação: estava em Doha, no Qatar. Lá participei do Congresso Mundial de Jornalismo Esportivo da AIPS, uma organização internacional. Lá também fui conhecer os preparativos do país para a Copa do Mundo de futebol de 2022. Foram dias especiais e de muito trabalho. Fiz algumas matérias sobre esses dias por lá. Se alguém tiver interesse os links estão abaixo.

Voltando ao tema do blog, perdi coisas importantes neste período, né?

Ontem a rodada da Superliga feminina confirmou algumas convicções:

1 – O Rexona-Ades está um degrau acima dos demais participantes da Superliga. Mostrou na Copa Banco do Brasil e no reencontro com o Dentil/Praia Clube, ontem.

2 – Após vencer o Vôlei Nestlé, o Camponesa/Minas entrou na briga pela segunda colocação. Agora são apenas dois pontos atrás do rival mineiro de Uberlândia.

3 – O time de Osasco segue seus altos e baixos na temporada. Sempre que eu acho que vai embalar…

4 – O Sesi segue ladeira abaixo. Derrota ontem para o Renata/Valinhos, penúltimo colocado, que tinha apenas duas vitórias até então. Uma campanha muito ridícula, com 8 triunfos e 11 derrotas, e apenas a sétima colocação.

Li também que a FIVB vai limitar as comemorações após os pontos. É uma das medidas em cima do tema que levantei na Coluna Saque sobre a diminuição do tempo das partidas para 1h50. Lembram-se?

Nos próximos dias, com o fuso horário restabelecido, voltarei ao ritmo normal.

Os links prometidos:

Qatar se planeja para receber Olimpíada de 2028

A vida de Muriqui na Ásia

Entrevista com Muriqui

Refugiados sírios salvos pelo futebol

Visita a um estádio da Copa de 2022

Contra críticas internacionais, Qatar mostra cidade dos operários

O custo surreal da Copa no Qatar

 

Serviço de utilidade pública

por Daniel Bortoletto em 02.fev..2016 às 13:53h

O Comitê Organizador dos Jogos Rio-2016 informa: existem ingressos disponíveis para as quartas de final do torneio de vôlei.

E, neste caso, sem precisar de sorteio.

Para quem quiser, segue o link do site oficial. Basta fazer o cadastramento e procurar pelo esporte para fazer a compra: Venda online

O vôlei está entre os cinco esportes mais procurados pelos torcedores para a Rio-2016: os outros são futebol, atletismo, basquete e handebol.

Segundo o Comitê, também estão disponíveis ingressos para a Cerimônia de Encerramento, no Maracanã.

Título é recado do Rexona-Ades para principais rivais

por Daniel Bortoletto em 31.jan..2016 às 19:04h

– Estávamos muito preocupados com a questão física das jogadoras. Natália e Gabi foram muito exigidas na sexta, mas hoje (sábado) conseguimos jogar mais coletivamente. Juciely fez uma excelente partida, a Carol ajudou muito também. A Courtney conseguiu uma melhor distribuição, no sentido de poupá-las um pouco, já que vinham desgastadas. Além disso fomos muito bem taticamente, conseguimos controlar o Uberlândia, que é um time muito forte, principalmente no ataque. E esse controle tático nos propiciou um bom desempenho para garantir a vitória.

A avaliação acima é de Bernardinho, após o Rexona-Ades ter feito 3 sets a 0 (25-19, 25-23 e 25-18) no Dentil/Praia Clube, faturando o título da Copa Banco do Brasil.

Festa do Rexona em Campinas (Wander Roberto/Divulgação)

Festa do Rexona em Campinas (Wander Roberto/Divulgação)

Ele explica, em parte, o motivo de a final não ter sido o jogaço que eu esperava e escrevi no sábado. O time carioca dominou as ações. Foi superior taticamente em quase todos os fundamentos durante a partida. Saiu do Taquaral merecidamente com o caneco. E, por fim, deu um recado para todos os principais rivais: todos terão de correr muito atrás para evitar o 11º título do Rexona na Superliga.

Gabi e Natália estão em grande fase. Além de decisivas no ataque, estão bem mais seguras no passe, fundamento que já sofreram bastante em um passado recente. Courtney Thompson fez dois ótimos jogos contra Vôlei Nestlé e Praia. E não apenas no levantamento. Carol e Juciely seguem no mesmo bom nível da temporada passada, aparecendo sempre que preciso no bloqueio e nas bolas rápidas pelo meio. Some a tudo isso a regularidade da eterna Fabi, além de uma Monique cada vez mais à vontade no time.

Coluna: O desafio de fazer o vôlei ‘mais televisivo’

por Daniel Bortoletto em 31.jan..2016 às 13:08h

Coluna Saque publicada neste domingo, 31 de janeiro, no LANCE!

Basta uma rápida olhada nos comentários feitos por torcedores em postagens da CBV nas redes sociais para entender a relação de mais ódio do que amor dos fãs do esporte com as emissoras de televisão.

Chovem perguntas sobre a falta de transmissão dos jogos X, Y e Z ou cobranças pela escolha da partida W em detrimento da J. E também sobram xingamentos para a entidade e consequentemente para SporTV e Globo, parceiras de longa data do vôlei nacional. A “grade” virou a inimiga número 1 do esporte nacional, com o fã se transformando em um eterno insatisfeito com a quantidade de partidas transmitidas.

Duração dos jogos é preocupação das TV´s (Divulgação FIVB)

Duração dos jogos é preocupação das TV´s (Divulgação FIVB)

Será que existe uma solução amigável aqui no Brasil e no mundo para relação tão conturbada?

Uma das comissões executivas da Federação Internacional discutiu, nos últimos dias, na Suíça, a relação entre o jogo e a televisão. E a posição da entidade deixa bem claro que o vôlei deve passar por novas mudanças de regra após a Rio-2016. Para a FIVB, os jogos de vôlei não devem ultrapassar 1h50 de duração. É a forma de as TV´s separarem duas horas das famosas grades para a transmissão de um jogo. Seria o mundo ideal, mas é bem diferente da prática atual.

Peguei a última rodada da Superliga feminina para comparar o desejo dos dirigentes e a realidade. Quatro jogos terminados 3 a 0 tiveram entre 1h30 e 1h42. Já outros dois que foram para o tie-break variaram entre 2h22 e 2h59. Confirma-se que será enorme o desafio de encontrar mudança de regra que agrade a TV e não desvirtue o esporte. Nas últimas décadas, o vôlei, em sintonia com a TV, acabou com a vantagem e introduziu o “rally point”. Funcionou por um tempo. O teste dos sets com 20 pontos não convenceu na Superliga anos atrás. Será que chegou a hora de o cronômetro mandar no vôlei? Opiniões são muito bem-vindas!

As melhores na final da Copa Banco do Brasil feminina

por Daniel Bortoletto em 30.jan..2016 às 11:42h

Sei que não terei 100% de aprovação logo na primeira frase deste post. Mas dá para dizer atualmente que os dois melhores times do país estão na decisão da Copa Banco do Brasil feminina.

Rexona-Ades e Dentil/Praia Clube, coincidentemente os dois primeiros colocados na Superliga, jogam hoje à noite pelo caneco, no Ginásio do Taquaral, em Campinas. E não espero menos do que um jogaço!

Jogaço como foi a reta final do clássico entre Rexona-Ades e Vôlei Nestlé, ontem, pela semifinal. O que foi aquilo na reta final do quarto set? Altíssimo nível técnico, jogadas espetaculares, movimentos individuais decisivos, com as duas defesas de Fabi nos dois últimos pontos, e alternâncias dignas da rivalidade que o confronto carrega por anos e anos.

Gabi enfrenta block do Vôlei Nestlé (Wander Roberto/Divulgação)

Gabi enfrenta block do Vôlei Nestlé (Wander Roberto/Divulgação)

No fim das contas, as cariocas mantiveram a sequência de vitórias que já incomoda as paulistas, iniciada na fase de classificação da Superliga passada. Individualmente, Natália e Gabi foram importantes em momentos diferentes do jogo no ataque. E a americana Thompson teve uma atuação elogiável também na defesa e no saque. Saque que mais uma vez fez a instável recepção do Vôlei Nestlé sofrer em boa parte do jogo, fazendo Luizomar trocar Gabi, Ivna, Carcaces e Suelle várias vezes em busca do equilíbrio. Sem passe na mão, Dani Lins correu bastante atrás da bola, deixando de usar muitas vezes o meio de rede com Thaisa e Adenízia.

No clássico mineiro, o Praia demonstrou maturidade nos sets iniciais para virar o placar. Mostra maior equilíbrio em todos os fundamentos, enquanto o rival oscila muito, entregando vários pontos de graça quando mais precisa da virada de bola. No geral o Praia é mais time do que o Camponesa/Minas, mantendo na atual temporada uma pequena freguesia sobre o adversário (parecido com o cenário de Rexona e Nestlé citado pouco acima).

Palpites para a final?

 

Vaivém: Riad assina com o Sesi

por Daniel Bortoletto em 26.jan..2016 às 18:27h

O Sesi confirmou, nesta terça-feira, o retorno do central Riad.

O jogador, que usava as dependências do clube para se recuperar a forma física após uma cirurgia no joelho direito, assinou contrato até o fim da temporada.

– A minha expectativa é muito grande, ainda mais depois de sete meses da minha lesão. Fiquei três meses tentando me recuperar, e veio o caso cirúrgico. Eu não esperava e tive que ter mais paciência ainda. Agora, três meses me recuperando após o procedimento cirúrgico, já voltei a treinar e estou evoluindo a cada dia. Não vejo a hora de voltar a jogar, a expectativa está grande – comentou o atleta, que tem previsão de retorno às quadras em fevereiro.

Riad com Paulo Skaf (Everton Amaro/Divulgação)

Riad com Paulo Skaf (Everton Amaro/Divulgação)

Riad defendia o Sesi na última temporada, mas se transferiu para o Funvic/Taubaté. Mas a lesão o impediu de jogar pelo time do Vale do Paraíba. Após a cirurgia, a relação com Taubaté estremeceu e ele teve o contrato rescindido. Saiu atirando contra a ex-equipe.

– Eles não se preocuparam comigo. Eu fui simplesmente abandonado pelo clube. É uma pena porque eu passei por uma coisa que não quero que nenhum atleta passe. Eu paguei exames do meu bolso, paguei tratamento do meu bolso, onde em nenhum momento eles levantaram o dedo e falaram “Riad, você está fazendo isso, a gente vai te ajudar”. O recado que quero deixar é que isso não volte a acontecer, porque eu sofri muito e o descaso que eu tive por parte do Taubaté e toda sua diretoria é uma coisa que até hoje eu ainda sinto – falou recentemente Riad, em entrevista ao SporTV.

Na ocasião, Ricardo Navajas, gestor do Taubaté, disse que o contrato de Riad previa a devolução de 50% do valor pago a ele enquanto defendia a Seleção. E sugeriu que ele ficasse sem receber salários durante a recuperação da cirurgia, retomando o pagamento quando ele voltasse aos treinos e prorrogando o contrato por mais uma temporada. No fim das contas, Riad e Taubaté entraram em acordo e houve a rescisão.

– De olho na temporada, estou dando o meu máximo dentro de quadra para poder retribuir todo esse carinho e apoio. Se tem uma coisa que eu posso prometer é que darei o meu melhor a partir do momento que eu entrar na quadra, assim como eu fiz no ano passado. Espero fazer um grande returno e um grande campeonato para que o Sesi-SP fique na melhor posição possível – finalizou o central.

E, mais uma vez, Sada/Cruzeiro é campeão

por Daniel Bortoletto em 24.jan..2016 às 8:48h

Uma pausa na folga para escrever algumas linhas sobre o título do Sada/Cruzeiro na Copa Banco do Brasil.

Admito já sentir dificuldades para encontrar algo novo para escrever sobre este time. E a minha “nova” constatação é que a fome absurda de novas conquistas desta equipe já se transformou em um outro grande diferencial.

Cruzeirenses erguem outro caneco (Wander Roberto)

Cruzeirenses erguem outro caneco (Wander Roberto)

Marcelo Mendez consegue manter acesa a chama dos jogadores de não se acomodarem com o que já foi conquistado. E também consegue deixar o grupo faminto por novos canecos. E campeonato após campeonato, alguns bem mais importantes do que outros, o Sada vai escrevendo seu nome da história como um dos times mais vencedores de todos os tempos.

O jogo deste sábado não foi fácil. O Brasil Kirin, jogando em casa e ciente da importância da conquista para o projeto, encarou os favoritos de frente em grande parte do confronto. Ganhou o primeiro set, inclusive. E equilibrou boa parte dos demais. Mas faltou aquele algo a mais em uma decisão, aquele equilíbrio necessário em uma partida deste nível. Um algo a mais que sobra no Sada. O tal do saber vencer. Basta ver como os mineiros crescem na reta final das parciais. Wallace fez uma de suas melhores partidas dos últimos tempos, Leal foi Leal, Winters saiu bem do banco de reservas, Rodriguinho sacou muito quando foi preciso e por aí vai. E assim mais um título vai para a prateleira do Sada, o 19º desde 2010. Um número que não para de crescer.

 

O baita jogo entre Sada/Cruzeiro e Sesi

por Daniel Bortoletto em 22.jan..2016 às 10:12h

A semifinal da Copa Banco do Brasil entre Sada/Cruzeiro e Sesi foi muito melhor do que eu esperava.

E, por mais estranho que possa parecer, o time derrotado fez o jogo ser tão bom. Opinião até de Marcelo Mendez.

– Todo o mérito desse jogo de alto nível é do Sesi-SP, que trabalhou muito bem no saque e complicou bastante a nossa virada de bola.

Quando vi a escalação do Sesi achei a tarefa mineira não seria das mais difíceis no Ginásio do Taquaral, em Campinas. Marcos Pacheco não tinha Theo e Douglas Souza, dois titulares, além de Thiago Alves, reserva imediato nas pontas. E tudo isso para encarar o poderoso time cruzeirense, que não contava apenas com o central Isac.

E tive certeza de que minha percepção iria se confirmar, quando o Sada abriu 2 a 0 (25-22 e 25-18), mesmo sem estar com alto aproveitamento no ataque. Mas o Sesi tinha dificuldades maiores na virada de bola e sofria no passe em algumas passagens específicas de cruzeirenses pelo saque. Uma delas era com o oposto Wallace, que trocou a força pelo jeito em grande parte do confronto.

William e Murilo na disputa pela bola (Wander Roberto/Divulgação)

William e Murilo na disputa pela bola (Wander Roberto/Divulgação)

No terceiro set, Pacheco manteve na formação titular o jovem ponta Vaccari, reserva da Seleção no último Mundial sub-21 no México, e o experiente levantador Vinhedo. E o Sesi melhorou. O oposto Rafael Araújo também passou a virar mais bolas, Gustavão cresceu no bloqueio e um time, que foi brigador do início ao fim, passou a gostar do jogo. Com vitórias por 25-21 e 28-26, o Sesi levou a decisão para o tie-break.

E no set decisivo pesou a força de Leal e Wallace, que foram mais eficientes na virada de bola. E o favorito acabou se classificando para mais uma final. Mas certamente o Sesi ganha ânimo para o restante da Superliga após a última atuação.

– Mesmo com a derrota fico contente pela dedicação e o empenho do meu time na partida – falou Pacheco.

No sábado, o Sada enfrentará o Brasil Kirin, às 21h, para decidir o campeão. O time de casa se classificou ao vencer o surpreendente Voleisul/Paquetá Esportes por 3 a 1 (25-21, 25-22, 22-25 e 25-20).

Para faturar o primeiro grande título do projeto, a equipe comandada por Alê Stanzioni precisará de mais regularidade da dupla de pontas (Olteanu e Lucas Loh), para que o levantador Gonzalez possa distribuir bem os ataques entre os centrais e o oposto Wallace.

– O que eu quero falar com os jogadores é que temos que descansar, mas não podemos baixar o nível de atenção. Estamos no meio do campeonato. Passamos para a final, como no ano passado, mas não conseguimos o título. Dessa vez, vamos para ganhar – disse o técnico de Campinas.

 

A situação de Leal

por Daniel Bortoletto em 21.jan..2016 às 13:15h

Senhoras e senhores, atendendo aos insistentes pedidos, volto ao assunto Leal na Seleção Brasileira.

Desde a publicação deste post (Leal e Leon na Rio-2016?), muita gente tem me perguntado sobre uma mudança no cenário, com a possibilidade de o jogador do Sada/Cruzeiro, que agora é oficialmente naturalizado brasileiro, defender o Brasil na Rio-2016.

E volto a repetir: a chance é zero.

Leal já conseguiu a naturalização brasileira (Divulgação)

Leal já conseguiu a naturalização brasileira (Divulgação)

A última informação saiu da boca do próprio Leal, em uma entrevista ao Jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, que esperava o resultado de uma reunião no próximo domingo, na Federação Internacional, na Suíça. E assim alimentou novamente esperanças.

Entrei em contato com a assessoria da entidade, que negou uma reunião sobre o assunto no fim de semana. Ela ainda deu a seguinte resposta para quem ainda cogitava vê-lo na Rio-2016: o regulamento da FIVB prevê que, a partir da entrada da documentação na entidade, o jogador espere dois anos para defender um outro país.

Para o Brasil é uma pena não poder contar com um jogador deste quilate na próxima Olimpíada. É o melhor jogador em atividade no país, atua numa posição carente e certamente poderia fazer muito a diferença, mudando até o Brasil de patamar na briga pelas medalhas.

 

Vaivém: Talmo deixa comando do Sesi

por Daniel Bortoletto em 20.jan..2016 às 15:13h

Talmo não é mais o técnico do Sesi.

O clube anunciou, em nota oficial, na tarde desta quarta-feira, que a equipe feminina será comandada a partir de agora por Giuliano Ribas, o Juba.

Ele era assistente de Talmo, que dirigia o time feminino desde a criação, em 2011. Juba também é um dos assistentes de Bernardinho na Seleção masculina.

Segundo a nota, Juba “terá o desafio de direcionar o time a classificação para os playoffs, dando sequência ao trabalho da temporada 2015/2016. Aproveitando as pratas da casa, o Sesi-SP, além de promover o técnico, ainda contará com Rodolfo Lino como assistente técnico e João Carlos Bastos será o novo preparador físico, ambos vindos da categoria sub-21”.

A saída de Talmo era esperada, já que a campanha do Sesi na Superliga é decepcionante. Sexto lugar, bem distante dos líderes, com derrotas para equipes de orçamento muito menor. E sem encontrar um padrão de jogo. Carol e Pri Heldes revezando como titular no levantamento, mudanças constantes nas pontas e meio de rede. E rumores constantes sobre a relação com Jaqueline, uma das estrelas da companhia, que voltou ao time após boa performance pelo Minas na temporada passada. E assim o Sesi patina, com o campeonato já se aproximando dos playoffs.

Talmo estava no Sesi desde 2011 (Divulgação)

Talmo estava no Sesi desde 2011 (Divulgação)

Para mim fica claro que houve erro na montagem do elenco, inicialmente abrindo mão da experiente Carol Albuquerque. Ela poderia dar o suporte que a jovem Carol Leite precisa para se firmar em um time grande. Sem uma referência no levantamento o Sesi passou a oscilar demais, ficando quase sempre dependente de atuações individuais acima da média.

A estreia de Juba acontecerá nesta sexta-feira. E não será nada fácil. O Sesi vai encarar o Dentil/Praia Clube, pela Copa Brasil. Jogo eliminatório logo de cara contra o líder da Superliga.