O que achamos da DLC Destiny 2: Mente Bélica



O Press Start aproveitou um brecha em meio a tantos lançamentos e passou um pente fino não em um jogo, mas, sim, em uma DLC que rende uma adrenalina considerável. Trata-se da mais recente de Destiny 2, batizada de Mente Bélica (Warmind) e lançada no último dia 8.

A segunda expansão da Bungie tem como premissa transportar o gamer de volta à Marte, mais precisamente na parte mais fria do planeta, com a motivação de buscar pela mente bélica Rasputin, que é o sistema de defesa da Terra durante a Era Dourada, e o principal: responsável por manter a ordem e paz em todo o sistema solar.

Se você está no universo de Destiny desde a primeira obra, atentou-se para o fato do curioso Rasputin, embora já citada nos dois jogos da série, agora estar inserido no cerne dos eventos marciano. Pode-se dizr que a campanha é curta, mas diverte e, acredito, preenche o fator expectativa do exigente público do game.

E, olha, meu caro, prepare-se para morrer bastante, viu. Há por lá a nova atividade Protocolo de Agravamento, cuja função dos jogadores, que obrigatoriamente precisam terminar a campanha de A Mente Bélica, é a união visando lutar contra ondas da Colmeia, cada vez mais espinhosas.

Um ponto que o aventureiro no universo se depará é que, quando o game começa a engrenar, fim. Mas eu garanto: a missão final traz um quê de épico, inesquecível, e vale a dedicação na obra.

Por fim, cabe destacar que a DLC marcou o início das atualizações da terceira temporada, que incluem melhorias para Armas Exóticas, partidas ranqueadas no Crisol (que ganha novos mapas e partidas privadas), espaço adicional no cofre e muito mais. Um golaço dos desenvolvedores com ótima assistência do feedback do público.

CONCLUSÃO: RECOMENDADO 👍



MaisRecentes

PES 2019 ganha vídeo com revelações; assista



Continue Lendo

Destaques da E3: detalhes e gameplay de Assassin’s Creed Odyssey



Continue Lendo

Análise Press Start – Dark Souls Remastered



Continue Lendo