Jogamos a versão beta de The Division



Falta bem pouco para o lançamento de The Division, e tivemos acesso à versão beta do game, que só fez aumentar a expectativa em torno da nova criação da Ubisoft.

Do jeito que os fãs querem!

É cada vez mais comum as empresas lançarem versões de testes de seus jogos, buscando otimizar a experiência e corrigir erros usando as opiniões dos próprios usuários.

Recentemente tivemos casos desse tipo com versões beta do multiplayer de Call of Duty: Black Ops 3 e de Uncharted 4. O último a ingressar nesta lista é o aguardado The Division, da Ubisoft.

Passamos o último final de semana envolvidos na ação pós-apocalíptica de The Division. Situado em Nova York, o jogo mostra como uma unidade de soldados especiais age após uma pandemia destrói a cidade, deixando seus habitantes vivendo no caos.

Por se tratar apenas da versão beta, entramos de cabeça aberta, sem esperar um produto de qualidade final, mas acabamos nos surpreendendo com o que encontramos. Os gráficos, apesar de não serem os mesmos mostrados nos primeiros vídeos divulgados pela Ubisoft, são muito bacanas, e o efeito da neve em Nova York foi bem feito. O cenário retrata bem a situação da cidade com lixo e escombros espalhados pelas ruas.

Como está a jogabilidade?

No quesito jogabilidade, The Division é uma mistura de RPG com tiro em terceira pessoa. Seu personagem vai ganhando experiência e subindo de nível, tendo acesso a armas e equipamentos de melhor qualidade, aumentando assim o dano que é capaz de causar no inimigos, assim como sua própria defesa.

Infelizmente, o combate corpo a corpo deixa bastante a desejar. Contando apenas com um tipo de golpe, acionado pela alavanca direita, uma coronhada com a arma equipada não causa tanto dano nos inimigos, e mal serve para se proteger.

Os inimigos, aliás, são outro ponto fraco da beta. Sua inteligência artificial é bastante simples, com movimentos e estratégias de ataque previsíveis, deixando o combate um tanto quanto monótono. Até mesmo os ‘chefes’ se diferenciam apenas por possuir um HP maior e uma arma um pouco mais potente.

Na movimentação do personagem, temos uma das melhores características da beta de The Division. Tudo é muito fluido e intuitivo, com opções ágeis de cobertura e transição, que facilitam bastante na estratégia usada nos tiroteios.

O auge da beta

Após um curto contato com missões, somos apresentado ao que promete ser o principal alvo das ações quando game completo for lançado, a Dark Zone.

Trata-se de uma área no meio de Manhattan, isolada e posta em quarentena, com o objetivo de impedir o contágio da doença que devastou Nova York. Já temos uma noção do que nos aguarda logo nos primeiros passos dentro da Dark Zone, quando perdemos a funcionalidade total de nosso equipamento de comunicação.

Seja sozinho, ou em um grupo de até quatro pessoas, o objetivo é se aventurar na Dark Zone em busca dos melhores equipamentos. Isso se torna desafiador quando os inimigos são de níveis mais elevados e o pvp está liberado, te fazendo tomar cuidado com tudo e com todos.

A Dark Zone pode até ser considerada um jogo dentro do jogo, já que possui suas missões, moeda e ranking particulares.

O que precisa melhorar/mudar

Logicamente, o intuito da Ubisoft com a beta é explorar ao máximo a opinião dos gamers, fazendo assim o melhor na hora de entregar o produto final.

Após passarmos o final de semana e mais um pouco no universo de The Division, temos algumas sugestões de melhorias e mudanças que vão auxiliar a Ubisoft neste processo:

  • Implementação de um combate corpo a corpo mais variado e efetivo
  • Aumento da inteligência artificial dos inimigos

Em conclusão, a beta nos deixou bastante ansiosos para conferir o produto final. Com pequenos ajustes na jogabilidade, The Division tem potencial para brigar firme pelo prêmio de jogo do ano em 2016.

A versão final de The Division chega às prateleiras no dia 8 de março, com versões para PS4, Xbox One e PC. Fique ligado no Press Start para ver a análise completa do game!



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