Gilgamesh vai liderar a Suméria em Civilization VI



A 2K e a Firaxis Games revelaram nesta segunda (26) que Gilgamesh irá liderar a Suméria em Sid Meier’s Civilization VI, que será lançado no dia 21 de outubro para PC.

Pouco é sabido sobre o verdadeiro Gilgamesh, personagem principal do Épico de Gilgamesh e outros poemas sumérios. No épico, Gilgamesh, rei da cidade de Uruk, é descrito como parte deus e parte homem, e tem vários encontros com diversos deuses assim como um sábio que diz ter sobrevivido o Dilúvio mencionado na Bíblia.

Estudiosos normalmente concordam que Gilgamesh foi de fato real, como diversos indivíduos mencionados no épico possuem confirmações de sua existência naquela região naquele tempo, entre 2800 e 2500 a.c. Um manuscrito antigo, chamado de Lista dos Reis Sumérios, conta que Gilgamesh reinou a cidade de Uruk por 126 anos.

Mais novidades:

– Unidade única – Carro de Guerra

Os constantes conflitos entre as cidades-estado sumérias ajudaram a espalhar diversas inovações de guerra pelo mundo antigo, um deles o Carro de Guerra. Este carro – uma cesta entrelaçada de forma bruta em cima de quatro rodas de madeira – era puxado por burros e tripulados por dois guerreiros que carregavam machados de batalha e lanças. Apesar da existência do Carro de Guerra ser incontestável, seu uso não era; alguns acreditam que era usado em combate, enquanto outros que era simplesmente um meio de transporte para levar guerreiros ao local de batalha.

– Melhorias únicas – Ziggurats

Enquanto o Egito estava construindo suas suaves e inclinadas pirâmides, outros povos antigos, como os sumérios estavam construindo uma versão mais ‘terraço’ da mesma estrutura, chamada ziggurat. A primeira evidência destas torres retangulares podem ser vistas em 3000 antes de Cristo. Nenhuma destas estruturas antigas sobreviveu até hoje, apesar de que é dito que muitas tinhas tamanho enorme – a maior sendo uma babilônica dedicada ao deus Mardul, que pode ter inspirado a parábola da Torre de Babel no Livro de Gênesis.

Confira o trailer:



  • Vicente Alves

    Atualização em Setembro de 2016. Sugestão de pauta de reivindicações do torcedor. 1. Alteração do estatuto das Confederações, Federações Esportivas , Comitês Olímpicos para , desde já, permitir a facilitação de livre criação de chapas para a concorrência a presidência por eleições periódicas, permitindo e aumentando o poder de votos para atletas, técnicos e clubes da série A, B, C, D. 2. Mais democracia nas séries A, B, C , D, do brasileirão, prevendo ascensão e descensão, até aos cinco primeiros e últimos de cada série , aumentando o valor econômico das séries B, C, D, induzindo mais patrocínios e interesses da mídia nacional e internacional. 3. Calendário de jogos o ano inteiro para clubes médios e menores, com possibilidade de campeonatos regionais de séries C e D do brasileiro, evitando altos custos, aumentando o interesse regional pelos campeonatos. 4. Formatação para estaduais de grande e médio porte, em ligas estaduais, e os de menor porte em ligas regionais, de acordo com ponderações, entre outras, por número de torcedores, retorno financeiro e meritocracia. É fundamental o apoio a clubes médios e menores, porque destes também surgem atletas de renome internacional. Apoio do Ministério do Esporte, empresas estatais patrocinadoras, Confederações e Federações para a criação de ligas independentes estaduais ou regionais para a melhor formatação destes campeonatos em mídia digital, gerando mais ativos e maior valorização dos eventos, com periodicidade no início de cada ano, em calendário harmônico com os campeonatos brasileiros das diversas séries A, B, C, D . 5. Combate ao monopólio e criação de horários acessíveis aos espetáculos esportivos. Critérios de licitações e contratações públicas, pelas Ligas Independentes, ou se inexistentes, pelas Confederações, com critérios de transparência de contratos entre clubes, centros de treinamento, atletas, outros, e empresas de televisão e mídia, evitando o monopólio de eventos de uma rede de televisão e mídia, em contratos com selecionados nacionais, clubes e centros de treinamento, atraindo a mídia nacional e internacional, patrocinadores, fundos de investimentos, outros, para investir em campeonatos , eventos esportivos, com horários de jogos e eventos acessíveis aos torcedores em arenas ou estádios, ginásios , bem como em mídia internacional, induzindo horário de conteúdo esportivo. 6. Exigência, pelo Ministério do Esporte, da criação de comitês de ética das modalidades esportivas, pelas Confederações, com critérios de combate a eventuais corrupções e desvios de valores recebidos ilegalmente por dirigentes, gestões fraudulentas, outros, com canal de diálogo das Confederações com clubes, atletas, técnicos, torcedores, imprensa, outros. 7. Apoio, pelo Ministério do Esporte, empresas estatais patrocinadoras, Comitês Olímpicos, Confederações e Federações do desporto, para a criação das ligas independentes, pelos clubes e entidades esportivas, com proteção a “NAMING RIGHTS” , de : segundo nome de clubes, nome de ligas, arenas, estádios, centros de treinamento e assemelhados, obrigando a divulgação dos “NAMING RIGHTS” em narrações de partidas ou eventos esportivos, induzindo investimentos privados nacionais e internacionais na gestão destes ativos , alterando-se o artigo 42 da Lei Pelé, 9.615/98. 8. Criação de lei ou legislação que possibilite aos clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, atletas, outros, desde que idôneos, a emissão de títulos para o mercado de capitais (Bolsa de Valores), com lastro nos contratos desportivos dos atletas, a partir dos 16 anos, ou nos contratos de imagem e publicidade dos atletas, clubes, centros de treinamento e assemelhados. Pela modificação do artigo 29, parágrafo 4.o da Lei Pele, permitindo que os fundos de investimento em formação de atletas, possam, através dos clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, outros, desde que idôneos, investir em auxílio financeiro, a partir dos 14 anos, ao jovem aprendiz atleta, induzindo também fomento a manutenções de Centros de Treinamento formadores do atleta. Criação pela legislação, de um fundo garantidor e securitizador para o investidor, em fundos de investimento em formação de atletas, prevendo um mínimo de ressarcimento, aos investidores, clubes, atletas, em caso de contusão definitiva do atleta, ou eventuais falências por gestões. 9. Alteração na Lei 10.891/2004, que prevê a Bolsa Atleta, para incluir a possibilidade de convênios com faculdades e outras instituições de ensino, clubes, centros de treinamento, ligas independentes, para a remuneração de técnicos e profissionais correlatos, fomentando a manutenção de Centros de Treinamento e a criação de novos, induzindo o investimento privado nacional e internacional no setor. Inclusão de exigência , na lei , de cadastro único de atletas, com disponibilidade e acesso público, organizados em banco de dados por modalidades, e dados de desempenho em eventos esportivos, induzindo investimentos privados na formação, por meio dos clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, outros, atraindo potenciais investidores, para fundos de investimento , em mercado de capitais (bolsa de valores), com base em títulos lastreados em contratos desportivos ou de imagem dos atletas. 10. Criação das loterias esportivas e rede de apostas digitais, como importante fator de fomento às modalidades, clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, ligas independentes, treinadores, atletas, induzindo a criação de ativos digitais, facilitando o investimento privado. Fim do monopólio da Caixa Econômica Federal para jogos de azar, criando, mediante concessões e licitações, oportunidades para empresas idôneas nacionais e internacionais de apostas, gerando dividendos a todo o setor esportivo nacional e mais renda , com mais impostos ao país, preservando, de forma análoga, os recebíveis pelas loterias, para diversas modalidades já previstas em lei . 11. Políticas para a formação e aperfeiçoamento de técnicos do desporto, com atividades e apoio de clubes, ligas independentes, centros de treinamento, e mediante convênios, com setor da educação, por instituições e ensino, universidades e outros. Critérios transparentes de seleção de treinadores de seleções nacionais em diversas modalidades, prevendo eleições com participações pelos clubes, ligas independentes e meritocracia. 12. Gestão digital dos campeonatos, jogos e eventos das diversas modalidades do desporto, facilitando o acesso popular , pela internet , ao torcedores, dos jogos dos clubes, e eventos esportivos, induzindo a criação de ativos digitais e plataformas de relacionamentos dos clubes e patrocinadores. Esta maior interação com o torcedor, criará e facilitará vendas de produtos de consumo relacionados aos clubes e ligas independentes, em diversas modalidades, incentivando a prática do esporte, bem como a indústria do entretenimento, fundamental neste século XXI. A criação de legislações metropolitanas para gerenciamento de conteúdo de mídia digital, para apoio a fidelização do torcedor e do praticante da modalidade esportiva, em locais públicos ou de concessão pública, como terminais urbanos, aeroportos, repartições públicas, outros, é fundamental para a criação de oportunidades de negócios relacionados ao esporte. 13. Criação de uma Agência Nacional do Esporte, fiscalizadora de licitações, contratos, negócios, gestões de clubes, entidades esportivas, federações, confederações, comitês olímpicos, evitando e combatendo abusos em estatutos, permitindo eleições livres e periódicas, mais democráticas e transparentes, com maior participação de clubes, atletas e técnicos do desporto. As entidades redundantes, com mesmo objetivo, poderiam ser aglutinadas na ANE, evitando a criação de cargos públicos inoperantes. Consequentemente inibirá desvios de conduta, nepotismo em gestões, e monopólios de mídia. A transparência induzirá mais investimentos privados nacionais e internacionais no setor do desporto, eliminando ruídos de eventuais indevidos favorecimentos políticos.

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