Gabriel “Revolta” fala sobre a temporada 2017 e dos seus planos para o futuro



Gabriel “Revolta”, conquistou o CBLoL 2016 pela INTZ e neste ano de 2017, voltou ao Keyd Stars para defender seu título e refazer sua história na equipe que defendeu há alguns anos atrás. Em conversa exclusiva ao LANCE!, o jogador contou seus momentos marcantes e falou de seus planos para o futuro.

– Sempre mantive uma amizade com todos do Keyd, tanto organização quanto jogadores. Depois de ter tido desacordos com a organização da INTZ e recebido a proposta do Keyd eu decidi que aqui era o melhor lugar para mim. Após encerrar minha carreira eu não sei ao certo o que fazer, mas tenho quase certeza que continuarei no e-Sports.- comentou

O caçador do Keyd, disputou o mundial de League of Legends pela INTZ e falou que esse foi um dos momentos mais marcantes de sua carreira, mas que agora deseja vencer pela Keyd e ver como seus atuais companheiros de time se saem internacionalmente.

– O momento mais marcante com certeza foi o jogo contra a EDG. A sensação que aquela vitória trouxe é algo que vai ficar marcado para o resto da minha vida. Com certeza foi um dos meus objetivos, mas não o maior deles. O que eu almejo agora é ganhar o CBLoL e levar o time do Keyd à vitória, depois disso, quero ver como todo mundo se sai internacionalmente – Completou Gabriel ‘Revolta’.

O Keyd Stars está atualmente na quinta colocação do CBLoL 2017, com quatro pontos, e enfrenta a KaBuM! e-Sports no próximo domingo, às 13h.

Confira o bate-bola na íntegra com Gabriel ‘Revolta’:

Você já jogou diversas vezes pela Keyd, o que te motivou a voltar para o time dessa vez?

– Sempre mantive uma amizade com todos do Keyd, tanto organização quanto jogadores. Depois de ter tido desacordos com a organização da INTZ e recebido a proposta do Keyd eu decidi que aqui era o melhor lugar para mim.

Você disputou o mundial pela INTZ, foi um objetivo alcançado? O que você almeja agora?

– Com certeza foi um dos meus objetivos, mas não o maior deles. O que eu almejo agora é ganhar o CBLoL e levar o time do Keyd à vitória, depois disso, quero ver como todo mundo se sai internacionalmente.

Após encerrar a carreira, pretende seguir trabalhando no meio?

– Após encerrar minha carreira eu não sei ao certo o que fazer, mas tenho quase certeza que continuarei no e-Sports.

Há quatro anos atrás você imaginava estar onde está?

– Há quatro anos atrás eu não tinha ideia de onde eu poderia estar, chega a ser engraçado parar e pensar em como tudo está hoje e como tudo poderia ter sido.

Como foi a preparação para o CBLoL? O Keyd sempre começa a temporada como uma das favoritas, até que ponto isso ajuda ou atrapalha?

– A preparação do Keyd tem um processo lento sobre a formação do time, por isso o começo conturbado de CBLoL. Acredito que a partir do momento que o time se encaixar devido à nossa preparação vamos melhorar bastante.

Como você se sente nesse novo desafio?

– Me sinto realmente desafiado, vim de quase dois anos ganhando tudo no Brasil para um time em formação, muitos conceitos estão sendo aprendidos novamente e experiências novas estão vindo. Gosto de sentir esse clima de desafio de novo.

Qual foi o momento mais marcante durante a sua carreira?

– O momento mais marcante com certeza foi o jogo contra a EDG (Time chinês que chegou como um dos favoritos ao título do mundial de League of Legends). A sensação que aquela vitória trouxe é algo que vai ficar marcado para o resto da minha vida.

Qual foi o desafio mais ‘complicado’?

– O desafio mais complicado acho que foi o IWCQ que ganhei para o mundial, aquele campeonato me levou ao limite do meu psicológico e de stress onde eu jamais imaginei chegar.

Você possui um grande número de fãs. Até que ponto isso pode atrapalhar (com cobranças) e até que ponto isso ajuda como fator motivacional?

– De forma alguma isso atrapalha, grande maioria dos meus seguidores são muito educados e tendem a me apoiar em qualquer situação. Eu diria que eles são minha força extra.

O que você faria se não fosse pro player?

– Sinceramente, não sei ao certo o que faria, mas ainda tenho em mente me tornar medico. Ou trabalhar de uma outra forma no e-Sports, quem sabe.

Qual foi a viagem mais divertida que você fez por conta LOL?

– A viagem mais divertida que eu fiz por conta do LoL foi provavelmente o mundial seguido da IEM em Paris, foi uma maratona de viagens intensa que conheci pessoas sensacionais e vivi momentos que marcaram a minha vida.

Como você vê a evolução do e-Sports no Brasil? O modelo atual é o ideal? O que precisa ser feito para melhorar ainda mais o cenário?

– Eu acho que o e-Sports está evoluindo bem rápido, mas acho que o modelo atual é longe do ideal. Sinto que as organizações precisam de mais independência e achar a forma certa de trabalhar com seus jogadores. Creio que muita coisa irá melhorar quando os patrocinadores maiores começarem a investir no cenário.

Você é apaixonado por futebol? Qual seu time de coração? Se no futuro, o seu time de coração investir no e-Sports, assim como Santos, Remo, Manchester City, Valencia, Wolfsburg, dentre outros que já investem. Você gostaria de vestir a camisa do seu clube?

– Não sou muito de acompanhar futebol, mas gosto muito do Real Madrid, Manchester City e Chelsea, se eles investissem no e-Sports com certeza eu não teria problema algum em vestir a camisa deles hahaha.



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