Final do CBLoL acontece neste sábado e LANCE! relembra outros campeões



Neste sábado acontece a decisão do primeiro split do CBLol 2018 entre Vivo Keyd e Kabum e você se lembra de todos os jogadores que foram campeões? Você sabe onde eles estão e o que andam fazendo?

O primeiro campeonato nacional aconteceu pouco mais de dois meses após a estreia do servidor brasileiro. Reunindo oito equipes vindas de uma classificatória online, o CBLoL 2012. Lá já estavam equipes conhecidas até hoje, como paiN Gaming e CNB eSports, além de alguns dos melhores jogadores do país. O título foi conquistado pela “dobradinha” da vTi: Ignis (campeã) e Nox (vice).

A line-up campeã tinha ManaJJ, Rafes, Alocs, Mylon e Snowlz. Todos esses, hoje, já não jogam mais profissionalmente.

ManaJJ, chegou a defender a CNB por alguns anos, mas se aposentou e atualmente é streamer do Flamengo e-Sports, Rafes que era visto como um prodígio se aposentou por conta dos horários, mas voltou a atuar pela Keyd por algum tempo, porém a história não foi a mesma e o cyber-atleta decidiu abandonar a carreira e focar no curso de engenharia ambiental. Alocs ainda não anunciou de vez sua aposentadoria, mas está afastado do cenário já tem algum tempo. O suporte que foi vice-campeão com a CNB anos depois, já conquistou o CBLoL. Snowlz por sua vez também ficou ‘pouco tempo’, se a assim pode-se dizer, no cenário. O Mid-laner que depois defendeu a Keyd ainda faz algumas transmissões na twitch, porém segue longe do competitivo.

Em 2013 foi a vez da Pain Gaming conquistar o título nacional, a equipe contava com Venom, BrTT, Kami, SirT e Espeon e bateu a CNB na final por 3 a 1.

O tempo passou e algumas coisas mudaram, mas nem tantas assim. Venom, por exemplo, parou de jogar pouco tempo após o título e voltou a estudar Tecnologia da Informação e Espeon se tornou DJ depois de pendurar o mouse e o teclado.

Kami segue na Pain gaming, mas neste primeiro split o Mid-laner não quis ser inscrito para tirar um período sabático. BrTT segue colocando para respeitar e após ser campeão pela Pain em 2015, conquistou o tetracampeonato em 2017.1 pela Red Canids, já que havia vencido em 2014 atuando pela Keyd. Hoje o atirador defende o Flamengo, seu time de coração, no Circuito Desafiante (espécie de segunda divisão do CBLoL). Dizem por ai que o mundo dá voltas, certo? Bem, para SirT isso foi mais que comprovado, depois de atuar fora do Brasil pela Big Gods, o jungler se juntou a BrTT na equipe do Rubro-Negro carioca e busca a vaga para a Elite do League of Legends no Brasil.

Com o ‘boom’ do CBLoL, a Keyd surpreendeu e trouxe Suno e Winged para atuar em sua equipe. Juntos com Mylon, BrTT e Loop, os coreanos conquistaram o título de 2014.1 em um dos confrontos mais emocioantes da história, um 3 a 2 memorável para cima da painN Gaming.

Após deixar a Keyd, Suno passou por ShowTime, Sk aming e ano passado estava na Nerv. Winged jogou pela Jin Air, CJ Entus e retonornou ao Brasil para atuar na Red Canids Corinthians. Loop deixou a equipe em 2015, foi para a INTZ e atualmente atua pela paiN Gaming.

Em 2014.2 a Kabum foi surpreendente e conquistou o título do CBLoL no Maracanãzinho para mais de 8 mil pessoas. Com a Line-up formada por Lep, Danagorn, Tinowns, Minverva e Dans a equipe derrtou a CNB na grande final.

Atualmente, Lep atua na Red Canids Corinthiams, o jogador chegou a passar pela CNB após deixar a Kabum em 2016. Tinowns também passou pelos Blumers e hoje atua pela PaiN Gaming. Danagorn aposentou o mouse e o teclado e vestiu o boné. O jungler hoje é coach da T-Show, equipe que disputa o Circuito Desafiante. Minerva  foi mais um ex-Kabum a passar pela CNB e atualmente atua pela Pro Gaming. Dans foi mais um a daá adeus, o suporte campeão brasileiro se aposentou em 2016 pela própria Kabum.

Em 2015 o Exódia começava a se construir. A line-up formada por Yang, Revolta, Tockers, Micao e Jockster conquistava seu primeiro título brasileiro. Pulando rapidamente para 2016, a equipe conquistou as duas etapas do CBLoL, se tornando a Line-Up mais vitoriosa da história até agora. Separados por uma temporada, em 2018, as cartas voltaram para a mão de Yugi e os jogadores agora atuam pela Vivo Keyd.

Voltando rapidinho, o ano de 2015 reservava grandes surpresas para os amantes de League of Legends. Com 12 mil torcerdores no Allianz Park, estádio de futebol do Palmeiras, a Paing Gaming conquistava o título com BrTT, Kami, SirT, Mylon e Dioud.

Atualmente, o francês atua pela Red Canids Corinthians depois de sair da Pain Gaming em 2015.

Em 2017 tivemos uma das janelas de transferências mais movimentadas que já vimos, diversas equipes emergiram como favoritas ao título: da nova Keyd Stars, casa para Revolta e Yang, a Red Canids, juntando o poderio de estrelas como brTT, Tockers e Nappon.

A Matilha Vermelha surpreendeu mais uma vez e substituiu os jogadores na decisão do CBLoL, algo até então pouco comum no cenário. Com o Dream Team, a equipe conquistou o título para o delírio dos torcedores no Classic Hall, em Recife.

Pouco tempo depois, após o título, Yoda anunciou sua aposentadoria para se dedicar a criação de conteúdo tanto no youtube, quanto na twitch, mas atualmente defende a Submarino e-Sports, equipe lançada no final de 2017 para disputar a terceira divisão do CBLoL. Robo está na CNB, enquanto Sacy e Nappon seguem na Red Canids Corinthians.

O ano de 2017 foi recheado de surpresas e pela primeira vez na história, um time que subiu do Circuito Desafiante conquistou o título na etapa seguinte. A Team One derrtou a paiN Gaming por 3 a 1 e levou o caneco pra casa. A equipe era formada por 4Lan, VVvert, Brucer, Absolut e RedBert.

VVvert, 4Lan, Brucer e RedBert seguem na equipe neste 2018.1 e Brucer se transferiu para a INTZ.

Nesta sábado a Vivo Keyd leva a experiência de seus jogadores para encarar uma ousada Kabum que busca seu segundo título no CBLoL. Quem vai levar a melhor? Para quem vai sua torcida?



MaisRecentes

Overwatch arrecada quase R$50 milhões para o combate ao câncer de mama



Continue Lendo

Análise Press Start – The Crew 2



Continue Lendo

Exclusivo: força feminina na BGC, mais PC na BGS 2018, sonho por Miyamoto e mais



Continue Lendo