Crash Bandicoot 4: It’s About Time não é tão bom quanto se esperava. É melhor



Ter uma experiência com Crash Bandicoot é, no meu caso, pegar uma máquina do tempo e trazer à tona memórias de um período de descobertas no mundo dos games. E o melhor: de encantamento. E este ano, mais precisamente este mês, a Activision tinha o objetivo de, com a continuação da trilogia original, transmitir a mesma sensação, agora para gerações com expectativas distintas. E a expectativa se cumpriu – novamente, já que Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2 também tem êxito em seu retorno.

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A nostalgia não é a única chamariz Crash Bandicoot 4: It’s About Time. Há novos recursos na gameplay que brilham e trazem uma camada de dificuldade ainda mais densa. Além dos gráficos lindos e uma história que cativa – embora convencional.

Os fãs da franquia estavam sem um jogo inédito de Crash desde 2008. E esse novo game não é tão bom quanto se esperava. É melhor. Pontuo:

Crash Bandicoot 4: It’s About Time é uma sequência cronológica de Warped (1998). Os acontecimentos após a trilogia são apagados e, nas mãos do competente estúdio Toys For Bob (responsável por cuidar do retorno de Spyro), ganham o saboroso tempero de quatro Máscaras Quânticas, guardiãs do tempo e do espaço. Elas surgem para que os heróis, Crash e Coco, jogáveis ao longo de toda campanha, derrotem os vilões Uka Uka, Neo Cortex e N. Tropy, presos no espaço-tempo.

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– Lani-Loli altera a percepção da realidade, ativando e desativando plataformas e objetos;
– Akano faz Crash e Coco girarem sem parar, permitindo pulos maiores;
– Kupuna-wa desacelera o tempo;
– Ika-Ika inverte a gravidade.

A salada fica boa e torna as fases desafiadores, mas no tom certo. A título de curiosidade, as Máscaras Quânticas, protagonistas, permitem os seguintes recursos (adicionados gradualmente):

Também destaco o fator replay. Não faltam gemas escondidas pelos cenários, além dos tradicionais Time Trials e da novidade chamada N. Verted, que é quando, ao concluir determinada fase, você abre a opção de jogá-la novamente, porém com todo o cenário e objetos invertidos, dentre outros desafios que valem o investimento – e, principalmente, o tempo de espera.

Em tempo: ainda é possível jogar com Dingodile, Tawna e Neo Cortex em fases esporádicas (e que agregam à gameplay) na campanha. Eles possuem linhas do tempo distintas e também jogáveis, em paralelo às missões do enredo principal.

O que esperar agora? Bom, que não fiquemos mais mais de uma década novamente sem Crash. Bem-vindo de volta, marsupial.

* O Press Start agradece à equipe Activision por ter cedido Crash Bandicoot 4: It’s About Time para a realização desta análise



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