As primeiras impressões do modo battle royale de Call of Duty: Black Ops 4



Anteriormente, um rumor sobre um possível modo battle royale no novo Call of Duty gerou mais piadas do que outra coisa. Até que a Tryearch e a Activision confirmaram que Black Ops 4, que não terá modo campanha pela primeira vez na história da franquia, se contagiara com a febre do momento para estrear o “seu PUBG”. Trata-se de Blackout, que esteve em beta privado (para quem fez a compra antecipada) durante uma semana, findando nesta segunda-feira. E o Press Start traz as impressões do que testou neste período.

PERSONALIDADE MANTIDA

Não é à toa que, no caso de uma rápida pesquisa na internet, a percepção inicial do modo é positiva. Confesso que me encuquei ao imaginar como um frenético shooter poderia apresentar ao mundo bem mais cadenciado de battle royale. E de cara vi que o que o dinamismo tradicional de Call of Duty fez foi agregar à jogatina. O mapa é imenso, algo incomum na franquia, mas quando o gamer tem os controles em mãos, de fato, sente-se em seu bom e velho CoD – até porque, há uma junção de mapas antigos do game (Nuketown, por exemplo).

Outro fator marcante é que lootear é fácil, equipamentos estão por todo o lado, e deixa as partidas mais equilibradas. Assim como os veículos, que estão bem distribuídos, com direito até a helicóptero – uma inserção mais útil à mobilidade e que pode fazer a diferença quanto à concorrência do mercado.

DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS

Dá para dizer que, se você não curte battle royale, não é o Blackout que vai te levar a ficar horas caindo de paraquedas e tentando ser o último a sobreviver dentre os 88 players – e não 100, como o PUBG. Mas… Por falar no Playerunknown’s Battlegrounds, há semelhanças, como apenas duas armas em simultâneo e com acessórios disponíveis. Você também salta de um avião para iniciar, mas em Call se dá através de wingsuit.

Aqui vai uma crítica, para não perder a viagem. Eu senti que a animação das quedas livres estão capengas, ainda necessitando de ajustes fines – algo compreensível pelo tamanho do mapa, que possui uma redução na qualidade gráfica também. No geral, os diferenciais a serem apontados ratificam o quão promissor é o modo, que fez as ações da Activision serem valorizadas em 7% após os testes iniciais. São eles: arranha-céus em construção, mansões, casas de campo, campos de milho e zumbis espalhados.

PROMETE MUITO!

Para apostar em um jogo sem o modo campanha e fazer com o que gamer tenha conexão integral à internet para usufruir do melhor de Call of Duty, é necessário que Blackout, sobretudo, valha muito a pena. E, ao que o beta privado indica, valerá. Embora tenha o Fortnite como concorrente free-to-play, o jogo tem tudo para agregar em um gênero que está na rota da decadência, mas que tem tudo para ser revitalizado com o provável sucesso de Blackout. E eu agradeço por isso, mesmo sofrendo uma aflição maior do que jogando Resident Evil 7 no modo VR.

Call of Duty: Black Ops 4 será lançado em 12 de outubro para PlayStation 4, Xbox One e PC.



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