Análise Press Start – The Witcher 3: Wild Hunt



Com muito gosto, o Press Start apresenta a análise de um dos sérios candidatos ao prêmio de Melhor Jogo de 2015. Nesta semana, vamos avaliar The Witcher 3: Wild Hunt.

Antes de começarmos, já adiantamos que The Witcher 3 é um jogo histórico para o blog, e você vai entender por que mais para frente.

O período de ansiedade foi grande. Fãs ao redor do mundo sofreram com a espera. Mas finalmente o dia 19 de maio de 2015 chegou, e com ele, uma obra-prima. The Witcher 3: Wild Hunt faz jus aos consoles da nova geração, e consegue ser ainda melhor nos PC’s mais potentes. Gráficos exuberantes, jogabilidade fluida e uma trama envolvente transformam o game em um dos melhores RPG’s de todos os tempos.

Apesar de toda a comemoração, TW3 também traz um certo tom de tristeza no fãs, já que a CD Projekt RED confirmou que esse será o fim do protagonismo de Geralt de Rivia. O que não impede uma futura aparição em outros games da franquia. Mas falando do presente, que é o que importa, vamos analisar a história do jogo.

Com todo o sucesso que The Witcher 3 fez, até antes de ser lançado, mesmo aqueles que não jogaram os games anteriores da série ficaram interessados. E os produtores da CD Projekt RED deixaram claro que não é preciso ter vivenciado os primeiros títulos para poder aproveitar o terceiro. A história de TW3 gira em torno da busca de Geralt por seu amor Yennefer, e por sua filha adotiva Ciri, enquanto tem que lidar com uma poderosa força maligna chamada de Caçada Selvagem.

 

Mas não pense que você irá simplesmente seguir uma linha reta de missões até o fim do jogo. A quantidade de quests secundárias, contratos para matar monstros assustadores, e buscas por tesouros perdidos vão te manter entretido por várias horas, isso tudo sem o sentimento de repetitividade, já que até mesmo atividades em segundo plano contam com uma história própria, que muitas vezes contribuem para um melhor entendimento do mundo de The Witcher 3.

E cada escolha feita, cada conversa que Geralt tem com NPC’s no game, pode afetar o futuro da história, seja criando uma reputação ruim para o protagonista, ou criando novas áreas populadas por moradores, após destruir um ninho de alguma monstruosidade no local. Isso faz com que cada passo no game tenha de ser calculado e muito bem pensado, além de tornar cada experiência única aos jogadores.

Outro ponto forte da trama de TW3 é o fato de ela ser bastante madura. Geralt presencia histórias perturbadoras, e te força a escolher muitas vezes entre algo ruim ou pior ainda. Nem sempre se pode fazer a ‘coisa certa’. Além disso, diversas cenas de nudez e sexo, e obviamente as matanças e desmembramentos fazem com que Wild Hunt seja mais focado no público adulto.

A jogabilidade de The Witcher 3: Wild Hunt é desafiadora no início, mas rapidamente se torna tão intrínseca ao jogador, que mesmo antes das batalhas você já sabe o que vai fazer, misturando golpes rápidos com a espada, e uma variada seleção de magias de Geralt. Junte a isso um elaborado sistema de upgrade, e você poderá moldar o bruxo ao seu gosto, focando nos seus pontos fortes.

Os gráficos presentes no jogo são de cair o queixo. Seja de dia, cavalgando contra o sol, ou de noite, encarando uma horda de inimigos sob a chuva, The Witcher 3 consegue aliar diversidade de cenários com qualidade de imagem e efeitos. O aspecto sonoro também é bastante satisfatório, fechando o pacote com perfeição.

Infelizmente, pelo menos a princípio, o game apresenta algumas falhas que comprometem a diversão. Desde pequenos bugs gráficos, até erros mais bizarros, como atravessar outro personagem, ou até mesmo afundar o cavalo em um piso sólido e ficar preso em alguma parte do cenário te transformando em uma presa fácil para os inimigos. É claro que já era de se esperar esse tipo de problema em um jogo de proporção tão magnífica, mas nada que algumas atualizações não venham corrigir. E vale ressaltar que esses bugs são raros, e reportados por uma parcela bem pequena dos usuários.

O trabalho da CD Projekct RED nos faz crer que essas correções serão entregues com eficiência e rapidez. A empresa polonesa não poupa esforços para satisfazer os clientes. A versão mais básica do game traz inúmeros materiais extras, como mapas e trilha sonora. Além disso, 16 DLC’s gratuitos serão liberados para todas as plataformas, trazendo conteúdos variados, desde roupas e cortes de cabelo até novas missões para Geralt.

CONCLUSÃO:

The Witcher 3: Wild Hunt é uma aposta certa. Quem puder investir no game não vai se arrepender, pois terá uma verdadeira obra-prima da nova geração dos consoles e PC’s. A versão física do jogo traz muito material complementar, e com toda a fama que precede a CD Projekt RED, não demorará muito para que os bugs sejam consertados.

PONTOS POSITIVOS:

– Gráficos exuberantes
– Jogabilidade afiada
– História densa e envolvente
– Missões secundárias excelentes

PONTO NEGATIVO:

– Bugs um pouco chatos

NOTA: Dissemos no início da matéria que The Witcher 3 era histórico para o Press Start, e a razão é que ele é o primeiro game a receber nota máxima, e com méritos. 10, nota DEZ!

*Gostaríamos de agradecer à CD Projekt RED, que nos cedeu uma cópia de The Wither 3: Wild Hunt para PS4, plataforma usada nesta análise.



MaisRecentes

Beckham é o mais novo embaixador de PES 2018



Continue Lendo

Confira as novidades do modo MyTEAM de NBA 2K18



Continue Lendo

Conheça a área Wildspire de Monster Hunter: World



Continue Lendo