Análise Press Start – Resident Evil 7 biohazard



A Análise Press Start de hoje nos deixou absolutamente apavorados e encantados ao mesmo tempo. Confira o que achamos do aguardado Resident Evil 7 biohazard.

Uma obra de arte do terror

Resident Evil 7 biohazard nos leva a pensar que estamos assistindo a uma das séries mais bem produzidas pela HBO. Definitivamente o game é uma obra de arte tanto para o gênero dos games quanto o do terror.

A história gira em torno de Ethan Winters, que após ter sua esposa declarada morta, recebe um vídeo mostrando que, na verdade, ela está viva e mantida em um cativeiro em Dulvey, Louisiana.

Chegando lá, Ethan se depara com uma verdadeira casa assombrada. O antigo lar da família Baker é palco de um pesadelo sem fim, onde sua adrenalina é mantida no máximo enquanto você dá cada passo pelos corredores escuros e apertados, portando apenas uma fraca lanterna.

A casa, aliás, é um dos motivos para chamarmos Resident Evil 7 biohazard de obra prima do terror. Desde o porão fantasmagórico até o bizarro jardim, é incrível o trabalho dos artistas da Capcom em criar algo tão cheio de texturas impressionantes sem que o game perca qualidade técnica. O que mais impressiona é o fato de não haver telas de loading em um lugar específico do mapa.

Jogabilidade muito bem balanceada

Resident Evil 7 biohazard consegue mesclar de forma impecável estilos de jogo que geralmente se atrapalham ao serem postos juntos. Há um equilíbrio perfeito entre o combate, o stealth e os quebra-cabeças.

O primeiro nos remete bastante ao que sentimos ao jogar Alien: Isolation, como uma espécie de jogo entre gato e rato, e você deve achar o ponto ideal entre se esconder e esgueirar pela casa ou simplesmente correr do inimigo.

Mas há momentos em que fugir ou se esconder não é uma opção. E o combate de Resident Evil 7 biohazard é excelente. Tudo neste quesito colabora com a sensação de terror do game. Os movimentos são lentos, os espaços apertados e a ausência de um HUD só amplia o realismo.

Além disso, tanto as armas quanto suas munições são bem escassas, relembrando o sufoco que passávamos nos primeiros games da franquia. Cada bala conta, e não é nada legal se deparar com um boss com apenas duas no pente.

A principal novidade é, sem dúvida a visão em primeira pessoa. Muitas pessoas torceram o nariz ao receber a notícia, mas o resultado final é uma jogabilidade altamente imersiva. O que PT nos mostrou parece ter sido aperfeiçoado em Resident Evil 7 biohazard.

E para os saudosistas de plantão, RE 7 traz também algumas características tradicionais da franquia. A ervas ainda servem para recuperar HP, há uma área de save para cada área mais importante, além das diversas caixas que são quebradas para pegarmos os itens que elas abrigam.

CONCLUSÃO

Resident Evil 7 biohazard é o sopro de vida que a franquia precisava. A nova jogabilidade em primeira pessoa reaviva a chama do terror tão característico dos primórdios da série. Com cenários brilhantemente criados e uma jogabilidade excelente, o 2017 já tem seu primeiro candidato a jogo do ano.

PONTOS POSITIVOS

  • Terror puro
  • Jogabilidade imersiva
  • Gráficos incríveis

PONTOS NEGATIVOS

  • Não há

NOTA: 10

Gostaríamos de agradecer à Capcom, que nos cedeu uma cópia de Resident Evil 7 biohazard para PS4, plataforma usada nesta análise.



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