Análise Press Start – Need for Speed Payback



A Análise Press Start de hoje chega em altíssima octanagem! Depois de um reboot em 2015, uma das franquias mais famosas e bem sucedidas retorna em seu mais recente capítulo. Confira o que achamos de Need for Speed Payback

Need for Speed é uma franquia que precisava de novos ares. E a Electronic Arts conseguiu isso quando lançou um reboot dois anos atrás. Assim como aquele game, NFS Payback é produzido pela Ghost Games, e o estúdio sueco buscava dar sequência ao trabalho iniciado em 2015. Será que o resultado foi o esperado. Vamos descobrir agora.

Payback traz uma nova trama, com fortes inspirações cinematográficas, aproveitando o sucesso gigantesco da franquia Velozes e Furiosos. Isso fica mais evidente em momentos realmente dignos das telonas, como batalhas capô a capô com rivais, fugas da polícia e até mesmo roubo de carro de dentro de um caminhão em movimento.

O game conta a história de três personagens com um objetivo em comum: Vingança. A presença de três protagonistas serve para exemplificar a grande variedade de estilos de carros e corridas em Payback.

E essa vingança é conseguida através de um número gigante de carros disponíveis, e da customização mais profunda que a série já viu, superando, inclusive, os lendários Need for Speed Underground. São cinco classes de carros para você escolher e modificar, cada uma delas com peças e mudanças únicas. A maior novidade nesse quesito fica por conta dos Abandonados, carros que viraram sucata e foram largados pelo mapa de Fortune Valley, e que você pega para restaurar e customizar ao nível de um supercarro.

O mapa de Fortune Valley, aliás, é de mundo aberto. São quatro áreas completamente distintas, que reforçam a questão da variedade dentro do jogo. Tudo isso com o ciclo de 24 horas que proporciona sempre um visual diferente de acordo com perído do dia. Vale ressaltar que esse é maior mapa já feito para um Need for Speed, e a possibilidade de sair das pistas gera saltos incríveis, rotas alternativas e muitas recompensas escondidas. Esse mapa todo ainda abriga uma enorme quantidade de atividades. Além das missões da Campanha, que podem ser refeitas, ainda existe outros eventos que testam suas habilidades no volante seja no drift ou em fugas da polícia.

Mas um jogo de corrida ainda depende, e muito, da sua jogabilidade. Need for Speed Payback aprimora bastante o que vimos no jogo de 2015, com carros mais “pesados” e com um feeling diferente para cada um deles. Um supercarro tem uma direção totalmente distinta de um offroad.

O multiplayer de Need for Speed Payback está mais competitivo do que nunca. O Autolog registra seu desempenho da maioria dos eventos da Campanha e e de todas as atividades de mundo aberto. Cada novo upgrade em seu carro gera uma nova oportunidade de subir no ranking e desafiar seus amigos e o mundo inteiro. As Speedlists são competições absolutamente acessíveis, que colocam jogadores do mesmo nível para disputar torneios de cinco corridas. São 42 eventos no lançamento do jogo, e esse número só vai crescer com o tempo.

Apesar de todos os elogios acima, Need for Speed Payback tropeça em um quesito. Sentimos muita falta da polícia no Free Roam. Já que temos que explorar bastante o mapa para buscar carros abandonados e outras peças, falta aquela sensação de insegurança de poder encontrar uma viatura na próxima curva.

CONCLUSÃO

Need for Speed Payback dá um grande salto de evolução em relação ao game lançado em 2015, e também desenvolvido pela Ghost Games. A jogabilidade está mais precisa e diferenciada, os carros ainda mais customizáveis, e a pegada Velozes e Furiosos encaixa perfeitamente com a franquia. A falha fica pela ausência da polícia enquanto dirigimos pelo mapa livremente.

PONTOS POSITIVOS

– Jogabilidade refinada
– Muitos carros e customização profunda
– Vibe de Velozes e Furiosos

PONTO NEGATIVO

– Ausência da polícia no Free Roam

NOTA: 9/10

Gostaríamos de agradecer à EA, que nos cedeu uma cópia de Need for Speed Payback para PS4, plataforma usada nesta análise.



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