Análise Press Start – Marvel vs. Capcom: Infinite



A Análise Press Start de hoje é pancadaria pura! Foram anos aguardando um novo título dessa franquia, e nós vamos ajudar a responder se a espera valeu a pena. Confira o que achamos de  Marvel vs. Capcom: Infinite.

Jogos como Marvel vs Capcom: Infinite, Injustice 2 e tantos outros servem como a realização de um dos sonhos mais recorrentes dos fãs de histórias em quadrinhos: E se o herói X enfrentasse o Y? E o resultado dessas batalhas é épico.

O mais interessante do elenco de lutadores escolhidos para estrelar Marvel vs. Capcom: Infinite é a capacidade de mesclar personagens icônicos de algumas franquias, como Ruy e Homem-Aranha, com outros menos famosos, mas que também têm sua importância em seus universos de origem, como o wrestler Haggar.

Todos os 30 lutadores disponíveis no lançamento ajudam a compor uma variedade grande nos estilos de luta que encontramos em Marvel vs. Capcom: Infinite. Temos os mais técnicos, passando pelos que apelam no combate corpo-a-corpo, e chegamos naqueles que controlam a luta à distância.

Mais do que uma pancadaria injustificada, Marvel vs. Capcom: Infinite conta com um Modo História bastante interessante. A narrativa pega os personagens dos dois lados e os coloca numa busca pela Joias do Infinito. Como já era de se esperar de algo com Marvel no nome, temos diversos momentos bastante divertidos na história. Um que nos fez rir bastante foi uma passagem onde Ryu ensinava técnicas de meditação ao gigante verde Hulk. Vale ressaltar que esse modo não é simplesmente uma série de lutas até o chefão final, como o Arcade. Cada duelo possui suas próprias características e missões. É algo que vimos recentemente no Multiverso, de Injustice 2.

Mas vamos falar de jogabilidade. Marvel vs. Capcom: Infinite deixou os fãs assustados quando a demo mostrou um ritmo lento e desinteressante de luta. Isso mudou drasticamente para a versão final, e o resultado é algo absolutamente divertido e dinâmico. Combos intermináveis, explosões de luzes e cores e falas tradicionais como o “jackpot”, de Dante, ajudam fazer ser difícil largar o controle.

A novidade no combate fica por conta das poderosas Joias do Infinito. Cada uma delas possui habilidade únicas e capazes de alterar o resultado das lutas. Aliando esses poderes à capacidade de mudar de personagem múltiplas vezes temos a capacidade de literalmente acabar com a vida do oponente com apenas um combo.

Depois de dominar os controles e movimentos de alguns lutadores, você pode querer se aventurar no mundo online. E nossa experiência foi absolutamente satisfatória no que tange conexão e tempo de espera por uma luta.

A única queixa que temos a fazer até aqui é o número reduzido de combatentes, 30 no total. Isso se torna evidente com a sentida ausência dos icônicos personagens de X-Men. Lutadores como Wolverine, Tempestade e Ciclope, tão tradicionais e característicos, por enquanto não estão no game. Quem sabe em um futuro DLC?

 

CONCLUSÃO

Marvel vs. Capcom: Infinite demorou para chegar, mas atende a quase todos os pedidos dos fãs. A jogabilidade é acelerada e dinâmica e o Modo História possui uma trama divertida, que faz jus aos filmes da Marvel. A queixa fica por conta do baixo número de lutadores, e da ausência de personagens de X-Men.

PONTOS POSITIVOS

  • Jogabilidade veloz e divertida
  • Modo História interessante

PONTOS NEGATIVOS

  • Apenas 30 lutadores
  • Sem X-Men

NOTA: 9/10

Gostaríamos de agradecer à Capcom, que nos cedeu uma cópia de Marvel vs. Capcom: Infinite para PS4, plataforma usada nesta análise.



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