Análise Press Start – Killing Floor 2



Prepare seu estômago, pois a Análise Press Start de hoje vai ser sangrenta. Hordas e mais hordas de monstros aterrorizantes serão dissecados na nossa mesa. Confira o que achamos de Killing Floor 2.

Sangue, vísceras e muito trabalho em equipe!

Se você é daqueles jogadores que acham absolutamente imprescindível um modo campanha ou uma trama de qualidade, pode fechar essa aba, pois já adiantamos que Killing Floor 2 não é o game para você.

Killing Floor 2 é um modo horda transformado em jogo completo. Mas se você pensa que isso faz de KF2 um game ruim é melhor você dar uma lida até o final de nossa análise.

Apesar de ser um jogo baseado em um modo horda, há uma história por trás da carnificina que toma conta dos mapas. A corporação Horzine fizeram besteira e liberaram monstros sedentos por sangue na sociedade. Conhecidas como Zed, essas criaturas aterrorizam a Europa, e cabe a alguns poucos sobreviventes destruí-los.

Sim, o enredo é bastante clichê, mas isso pouco importa diante da diversão que temos realmente jogando o jogo. Saiba que o game é feito para ser aproveitado em grupo. E caso você não tenha amigos que também possuam Killing Floor 2, não se preocupe, pois o sistema de matchmaking é excelente.

Com sua equipe formada, é preciso saber qual é o seu papel na busca pela sobrevivência. Um dos pontos altos de Killing Floor 2 é o seu sistema de classes. Cada uma das 10 disponíveis (Berserker, Commando, Demolitionist, Field Medic, Firebug, Gunslinger, Sharpshooter, Support, Survivalist, and S.W.A.T) reflete um estilo de jogo diferente.

Além da variedade de estilos de jogo, as classes oferecem uma maior sensação de progresso, já que cada uma sobe de nível de maneira independente, ou seja, quanto mais você jogar com uma, mais opções são liberadas para ela. A Commando, por exemplo, oferece novidades como pente com mais balas ou menor tempo para recarregar a arma.

Toda essa variedade não seria importante se a jogabilidade não fosse tão divertida. Podemos dizer que passamos MUITO tempo com Killing Floor 2, e até agora não encontramos uma arma ruim. Cada uma delas te faz sentir como se uma força da natureza estivesse em suas mãos.

Para balancear a jogabilidade, os inimigos vão ficando mais espertos e perigosos conforme progredimos em Killing Floor 2. Em dificuldades maiores, os Zed usam táticas mais engenhosas, usando suas habilidade de maneira mais eficaz.

Os Zed, aliás, também podem ser controlados. Em um modo multiplayer competitivo, é possível ir para o lado inimigo e caçar outras pessoas dentro do mapa. Uma boa variação de ritmo para manter as coisas frescas e divertidas.

No seu lançamento, Killing Floor 2 possui 12 mapas, passeando pelas ruas de Paris até catacumbas na Itália. O design deles foi claramente pensado em todos os estilos e jogo, já que partir com tudo para cima dos Zed ou esperá-los em um só local é completamente possível.

Gráficos e sons de arrepiar!

Outro ponto que merece destaque é o lado gráfico de Killing Floor 2. A Tripwire parece ter levado a Unreal Engine a um novo patamar, apresentando um universo absolutamente enojante de tão realista. Toda a sanguinolência é absolutamente convincente, e o interior dos inimigos constantemente espalhados pelos mapas vai te aterrorizar por muito tempo.

É incrível o trabalho da Tripwire em apresentar uma variedade absurda nas maneiras como podemos derrotar os Zed. o M.E.A.T. (Massive Evisceration And Trauma System ou Sistema Massivo de Trauma e Evisceração) contribui com 22 estilos diferentes destruição.

Os mapas receberam elogios por seu design focado no gameplay, mas também são muito bonitos. Apesar de vermos muito vermelho por conta do sangue e das entranhas, quase todos os mapas têm cores vibrantes e são muito detalhados.

Na parte sonora, temos que exaltar o trabalho feito pela Tripwire. As armas soam tão poderosas quanto parecem, e os Zed só ficam mais assustadores com seus barulhos horríveis. Tudo isso casa perfeitamente com a trilha sonora do jogo, com nomes como Impeeding Doom e Living Sacrifice.

CONCLUSÃO: 

Killing Floor 2 é um tremendo passo adiante em relação a seu antecessor, que já era muito bom. A jogabilidade está excelente, o sistema de level up das classes vai te prender por muito tempo, assim como a variedade enorme de armas. Além disso, os gráficos e sons do game estão fantásticos.

PONTOS POSITIVOS: 

  • Classes variadas
  • Visual e áudio assustadoramente realistas

PONTO NEGATIVO:

  • Falta de Campanha pode não agradar

NOTA: 9/10

Gostaríamos de agradecer à Deep Silver, que nos cedeu uma cópia de Killing Floor 2 para PS4, plataforma usada nesta análise.



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