Análise Press Start – Just Cause 3



Dezembro começa explosivo aqui no blog. Isso porque nós iremos compartilhar com vocês o que achamos de um dos games mais loucos do momento. Estamos falando de Just Cause 3.

Batman, 007 e Bomberman!

Assim podemos sintetizar o que é Rico Rodriguez em Just Cause 3. Misturando os voos do Homem-Morcego, com as habilidades com armas e carros do agente secreto, e, logicamente, as explosões do querido personagem que brilhava no Super Nintendo.

Logo de início já dá pra se perceber que não se trata de um jogo como qualquer outro. Rico é praticamente invencível. Sério! Cair de um precipício com a cara no chão? Moleza! Manter equilíbrio no topo de um avião em movimento? Ridículo! Levar mais de 200 tiros? Tô de boa!

Após largar a CIA, Rico Rodriguez está de volta a sua terra natal. A bela Medici caiu nas garras do ditador Sebastiano Di Ravello, e nosso protagonista usará suas habilidades para libertar seu lar.

Explosões vão te fazer livre!

Logo após o pequeno mas intenso início de Just Cause 3, você já está livre para explorar e explodir tudo em seu caminho. E as explosões são parte fundamental do seu progresso na história.

Explodir é o principal objetivo da maioria das missões de libertação. E isso ganha a ajuda importantíssima do gancho retrátil que Rico usa. Com ele, é possível prender um barril, por exemplo, e atirá-lo em outros objetos explosivos, causando uma cadeia de reações catastróficas.

A mecânica de destruição de Just Cause 3 está fantástica. É, sem dúvidas, a parte mais divertida do game prender um carro e arremessá-lo numa torre, vendo essa última tombar e causar pânico e caos numa base inimiga.

Andar é para os fracos!

Em Just Cause 3, dificilmente você irá simplesmente andar pelo mapa. Com a combinação gancho + paraquedas + wingsuit, é impossível escolher outra forma de ‘transporte’.

Além disso, a vasta variedade de veículos também servem como fator predominante nessa equação. O legal é ver que cada carro possui suas características específicas, não dando aquela sensação de ‘tanto faz’ ao estar atrás do volante.

Com isso, chega a ser praticamente inútil a presença do ‘fast travel’ em Just Cause 3. Você vai querer explorar o mapa saltando por aí, ou dirigindo pela bela Medici.

O que não gostamos

Apesar de Just Cause 3 ser um excelente jogo, ele tem suas falhas. Talvez pela aposta mais focada na diversão, os gráficos do game não são os melhores do mercado, mas não ficam muito atrás disso.

A insistente necessidade do game em nos conectar com seu servidor, mesmo quando optamos por jogar offline. Isso ocorria quando abríamos o mapa, por exemplo, tomando alguns minutos do nosso tempo, e tirando o timing da aventura de Rico Rodriguez.

As telas de loading são eternas. No PS4 elas chegavam a mais de 5 minutos em determinadas ocasiões,  o que é bem frustrante.

CONCLUSÃO:

Just Cause 3 é um dos games mais divertidos de 2015. Com seu bom-humor, protagonista praticamente invencível e muitas explosões, é uma compra certa para dar uma animada na sua rotina.

PONTOS POSITIVOS:

  • Vários objetos destrutíveis
  • Combinação gancho + paraquedas + wingsuit
  • Muito divertido

PONTOS NEGATIVOS:

  • Loadings muito longos
  • Tentativas exageradas de conexão ao servidor

NOTA: 9/10

*Gostaríamos de agradecer à Square Enix, que nos cedeu uma cópia de Just Cause 3 para PS4, plataforma usada nesta análise.

 

 



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