Análise Press Start – Hitman Episódio 1: Paris



A Análise Press Start de hoje será um pouco diferente. O game que testamos será lançado de forma episódica, ao longo de 2016, e, conforme seus novos capítulos forem chegando, iremos linkar os seus reviews por aqui. Sem mais delongas, veja o que achamos de Hitman.

Apenas um gostinho do que está por vir

Em seu lançamento, Hitman conta apenas com um capítulo, que se passa na cidade de Paris, na França. Isso sem contar os tutoriais, que, acreditem, poderiam muito bem ser um episódio à parte, de tanto conteúdo que oferecem.

Ao longo de 2016, novos capítulos serão lançados, contando a história de várias missões do Agente 47 por diversos lugares no mundo, e trazendo cada vez mais diferentes e curiosas maneiras de se assassinar seu alvo.

A lista de episódios conta com missões na Itália, Marrocos, Tailândia, Estados Unidos e finalmente no Japão. O primeiro capítulo será lançado em abril. Para manter os jogadores com as mãos cheias durante os hiatos entre episódios, eventos semanais e mais conteúdo adicional serão introduzidos ao jogo de forma gratuita.

O pacote inicial, com o Prólogo e a missão em Paris custa em torno de R$ 60. Cada novo episódio terá um valor menor. Ainda há a opção de comprar a experiência completa, por R$ 229. A versão em disco, com todo o conteúdo, chegará às lojas no início de 2017.

Uma máquina de matar, com muitos recursos para isso

Hitman tem, talvez, o maior arsenal de recursos à disposição do Agente 47. A variedade de opções que você tem para escolher como irá assassinar seu alvo é impressionante.

Isso quer dizer que mesmo uma missão que pode ser realizada em 20 minutos, tem a possibilidade de ser refeita de diversas maneiras, cada uma com seu desenrolar particular baseado nas suas ações e escolhas.

Você pode escolher ir direto ao ponto, e colocar uma bala na cabeça de seu alvo, ou eliminá-lo com um garrote. Por que não tirá-lo da cena com veneno de rato? Ou ainda usar explosivos, para uma morte mais cinematográfica…

Resumindo, sem contar com os eventos que serão adicionados semanalmente, uma simples missão pode tomar até mesmo 5 horas de seu tempo, já que você vai querer descobrir cada novo detalhe, cada nova forma de colocar seu alvo para dormir com os peixes.

Tudo isso se torna uma verdadeira obra de arte, quando a inteligência artificial dos inimigos é impecável. Há a possibilidade de se disfarçar de policial, funcionário local ou até mesmo um contato de seu alvo, mas mesmo assim existe sempre um ou mais NPC’s que sabem exatamente que você não é quem está fingindo ser.

Mas e os gráficos? E o áudio do jogo?

Exclusivo da nova geração de consoles e PC’s mais potentes, Hitman faz jus a essa responsabilidade, com gráficos bastante bonitos, pelo menos até aqui, no Prólogo e na missão em Paris.

Os efeitos de iluminação são impecáveis, os pequenos detalhes do cenário receberam atenção especial, assim como os NPC’s, que além de não serem tão genéricos, tem influência até mesmo quando conversam entre si.

Isso nos leva à parte sonora de Hitman. É bom estar de ouvidos bem atentos enquanto estiver no controle do Agente 47. Cada conversa pode te deixar mais perto do sucesso, ou do fracasso. Principalmente dos guardas, que, caso encontrem algo fora do lugar, ou te vejam tendo atitudes suspeitas, não irão exitar em te dedurar, dando total discrição de sua aparência.

O que não gostamos

Hitman com certeza tem potencial para se tornar o melhor game da franquia. Mas alguns pequenos detalhes terão que ser superados ao longo do caminho para a glória.

O formato episódico pode ser uma faca de dois gumes. Enquanto ele cria uma ansiedade entre cada lançamento, este mesmo estilo pode desanimar outras pessoas.

E a parte que mais nos incomodou foi o fato de praticamente termos a necessidade de jogar online. Ainda que seja possível jogar offline, os saves não são transferíveis, portanto, cada um tem seu progresso. E se sua internet cair no meio de uma missão, você será ‘kickado’ da sessão.

CONCLUSÃO:

Hitman é uma das gratas surpresas de 2016. Com uma jogabilidade bem característica da franquia, aliada a gráficos de última geração, e a promessa de novos conteúdos ao longo do ano, o game é uma aposta fácil de ser feita. Pode ir sem medo!

PONTOS POSITIVOS:

  • ‘Infinitas’ maneiras de se realizar cada missão
  • Eventos e desafios semanais
  • Gráficos estão bem bonitos

PONTOS NEGATIVOS:

  • Formato episódico pode desinteressar algumas pessoas
  • Saves online e offline não são transferíveis

NOTA – 9/10

Gostaríamos de agradecer à Square Enix, que nos cedeu uma cópia de Hitman, para PS4, plataforma usada nesta análise.

E MAIS:
> Análise do Episódio 2: Sapienza
> Análise do Episódio 3: Marrakesh
> Análise do Episódio 4: Bangkok



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